quarta-feira, 28 de setembro de 2016

E....quem fala em Bilbao, fala em Madrid. ...

El arte de Clara Peeters, no Museu do Prado, ate fevereiro de 2017
Pinturas de 1600 e..?

Vamos a Bilbao ?

Exposicao de Francis Bacon, em Bilbao,  Gunghneim,  de ,Picasso a Velásquez

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

hora do lobo...


alguém lhes puxou a máscara e ficaram a nu... vida...

"The Lovers", René Magritte

Para ver em Paris no Centro Pompidou  , exposição retrospetiva. 
Ia formosa e pouco segura.... 
Tão cega e de amores,  que a calçada portuguesa a atraiçoou .
Aconteceu, há 3 anos. 
Nada que não esteja em vias de correcão. A calçada,  com certeza...

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

o tributo a José Rodrigues, escultor, gravador e tudo o mais que ele quisesse ....



Li algures, a propósito da sua partida e da sua compulsão pelo desenho e pintura, que gostaria que dos seus dedos jorrassem pingos de tinta , uma cor para cada dedo , para permanentemente poder pintar. 
Há muito anos José Rodrigues fazia parte do meu modo de também de viver a vida através da arte e pela arte..
Por devoção conjugal  para com um artista plástico, Vila Nova de Cerveira e a sua Bienal, passaram a ser uma "romaria" minhota à qual não se podia faltar. Até porque o meu ex  cônjuge aí estava normalmente representado.
A vida deu outras voltas.
Há uns largos anos, talvez no inicio da Festa do Avante na Atalaia, anos 80, numa das suas bienais de pintura enamorei-me de uma gravura de José Rodrigues. Tiro e queda. Três contos e quinhentos escudos. Era caro para mim, mas faria um esforço.Só que não havia Multibanco na época, nem se andava com tanto dinheiro. Contudo, com toda a simpatia, o setor responsável,  DORN do Porto, prontificou-se a enviar-ma por correio e à cobrança . 
Uma espera em vão, e um certo desacreditar no sistema do partido que para mim não podia falhar pelo hábito da boa organização.
Soube mais tarde por voz amiga que as coisas lá pelo Norte não estavam na melhor forma de gestão...
Penosa fiquei.~
Há quatro anos, voltei a Cerveira. Sorte . Retrospectiva do trabalho de José Rodrigues.
Para o mês que vem vou lá de novo. 
Memórias avivadas.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

"habemos"pc - bom fim de semana -

Chaste Suzanne

     Date: 1922
     Style: Intimism

Façam de conta que eu sou a casta Suz(anne) e que tenho uma coisa para vos contar.
Já tenho pc, logo, mais tempo e outros meios de visitar os amigos. Também vos digo, que menos dinheiro no bolso tenho também...
Poderia dizer, que quem se mete com PCs....  Mas seria mal interpretada...
Prefiro dizer : - não tenho revisões de carro, nem pneus para mudar. Tenho outra espécie de manutenção.
Vida. Como diz o meu amigo João. mas o João Luís Oliva...

terça-feira, 6 de setembro de 2016

"Florence", cantora" lírica" americana, que era rica, versus a cantora "lírica" portuguesa e pobre, Natália Andrade

Natália Andrade, cantora lírica
Ontem fui com uma amiga ver o filme "Florence", que aconselho vivamente, onde Meryl Streep tem um magistral e difícil papel . Só mesmo de uma grande, grande atriz.
 Como não tinha lido nada sobre o filme , não sabia que correspondia a uma história verdadeira.

Foi então que a amiga Zé, que trabalhou na rádio e RTP, me falou na "Florence" portuguesa , ou seja Nátália Andrade, que também me era desconhecida. Com uma diferença, a americana era muito rica e Natália, remediadissima... Andou anos a juntar os tostões para editar o seu próprio vinil.
Fiz pesquisas e deixo-vos aqui o link do jornal Público de 2010 , com a história de vida de Natália Andrade. Daria um outro filme.
Quanto ao filme em exibição, não percam.


Uma crítica musical descreveu-a na juventude como "uma autêntica vocação lírica, a quem podem estar reservados grandes triunfos", mas só conseguiu gravar na meia-idade. Dedicou a vida a tentar ser uma musa do bel-canto, mas não passou de uma diva iludida. Acabou por alcançar uma espécie de êxito póstumo: tem uma legião de "fãs" e os seus vinis são peças de coleccionador.  (AQUI)

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

leituras estivais que não são breves...

Pensou os mesmos pensamentos inúteis - inúteis para um homem como ele, sem nenhum grande talento a não ser para Sófocles: como pode um destino ser acidental... ou como tudo pode parecer que é acidental quando é inescapável.

A Mancha Humana, Philip Roth (excerto)

sábado, 3 de setembro de 2016

bom fim de semana e a ter em conta uma curiosidade...



Caillebotte, pintor e jardineiro, exposição em Madrid, Museu Thissen Bornemisza

Gustave Caillebotte foi um pintor francês, membro e patrono de um grupo de artistas conhecido como impressionistas, colecionador de selos e engenheiro de iates. Wikipédia
Nascimento19 de agosto de 1848, Paris, França
Falecimento21 de fevereiro de 1894, Gennevilliers, França

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Anna Paula, deixou o TEC , depois a vida... Aconteceu hoje

Anna Paula era linda e uma grande atriz. 
Fazia parte do Grupo do Teatro Experimental de Cascais.
Fazia parte do meu teatro e da minha vila.
Sei que os seus amigos e colegas estão hoje muito tristes.

sábado, 27 de agosto de 2016

leituras de praia ou a preparação da nossa viagem... Aconselho aos "compagnos de route"


Para uma primorosa e bem organizada viagem ao Minho a acontecer em Outubro, por uma semana, dia 11, estaremos por aqui.... (Museu Bernardino Machado – visita guiada e apresentação
Almoço
Casa de Camilo - S. Miguel de Seide -– visita guiada e apresentação).

Ora ao ler o prefácio de NOVELAS DO MINHO,  de Camilo, um dos livros saídos na coleção com que o Expresso nos tem presenteado, aconselha vivamente , a quem pensa fazer esta viagem minhota, ler estas novelas.
 Entre dois mergulhos e um sol de Agosto, o das 18h, li o 1º conto, "O Degradado". Confesso que nunca li nada de Camilo, nem o Amor de Perdição, só resumos.... 
Talvez seja a idade própria para o ler. Bem rebuscado o seu português. Deduzo as sinonimas, de contrário o dicionário teria que estar ao lado...  Vale a pena, aconselho.


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Às vezes depois do jantar, saíamos pelas aldeias a esmoer as galinhas e o presunto. A Sr, Luísa, esbelta e  farta irmã do clérigo, dava-nos em cada jantar uma galinha loura reclinada sobre um escabelo* de presunto com travesseiros de chouriço.
Havia um grande dividendo de aves na capoeira daquela casa; os divisores éramos nós; o quociente era metade das galinhas para cada um. Fiz-lhe compreender ao padre com este símile de cozinha os mistérios da aritmética.
E eu saía empanado por aquelas barrocas da Samardã, meditando e dizendo como meu Horácio:

Ibam forte Sacra, sicut meus est mos, etc

escabelo - banco pequeno que serve para apoiar os pés



terça-feira, 23 de agosto de 2016

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

bom fim de semana... por hoje, refresquem-se

                                                     Melanie Biasio, pianista 

VERÃO

Lentos lentos
os dias do Verão

que passa
veloz como o vento.


ÚLTIMA LUZ DO DIA

No Verão, antes de escurecer,
os pássaros chilreiam sem parar
como se a luz quisessem prender
antes de a noite a tragar.

Poemas do Conta-Gotas
por João Pedro Mésseder

(breve regressarei aos blogues amigos)


sábado, 13 de agosto de 2016

"A sociologia da panela e do alguidar"☆


Antigamente as cozinheiras dos bons restaurantes portugueses eram umas Senhoras rechonchudas e coradas, em geral já de idade respeitável, com nomes bem portugueses ainda a cheirar a aldeia – a D. Adozinda, a D. Felismina, a D. Gertrudes – e por vezes com uma sombra de buço que parecia fazer parte dos atributos da senioridade na profissão. Tinham começado por baixo e aprendido o ofício lentamente, espreitando por cima do ombro dos mais velhos. E tinham apurado a mão ao longo dos anos, para saberem gerir cada vez com mais mestria a arte do tempero, a ciência dos tempos de cozedura, os mistérios da regulação do lume. A escolha dos ingredientes baseava-se numa sabedoria antiga, de experiência feita, que determinava o que “pertencia” a cada prato, o que “ia” com quê, os sabores que “ligavam” ou não entre si. Traziam para a mesa verdadeiras obras de arte de culinária portuguesa, com um brio que disfarçavam com a falsa modéstia dos diminutivos – “Ora aqui está o cabritinho”, “Vamos lá ver se gosta do bacalhauzinho”, “Olhe que o agriãozinho é do meu quintal”. Ficavam depois a olhar discretamente para para nós, para nos verem na cara os sinais do prazer de cada petisco, mesmo quando à partida já tinham a certeza do triunfo, porque cada novo cliente satisfeito era como uma medalha de honra adicional. E a melhor recompensa das boas Senhoras era o apetite com que nos viam: “Mais um filetezinho?” “Mais uma batatinha assada?”.

Hoje em dia, ao que parece, nestes tempos de terminologias filtradas, já não há cozinheiros, há “chefes”, e a respectiva média etária ronda a dos demais jovens empresários de sucesso com que os vemos cruzarem-se indistintamente nas páginas da “Caras” e da “Olá”. Os nomes próprios seguem um abcedário previsivel – Afonso, Bernardo, Caetano, Diogo, Estêvao, Frederico, Gonçalo, … – e os apelidos parecem um anuário do Conselho de Nobreza, com uma profusão ostensiva de arcaismos ortográficos que funcionam como outros tantos marcadores de distinção – Vasconcellos, Athaydes, Souzas, Telles, Athouguias, Sylvas… Quase nunca os vemos, claro, porque os deuses só raramente descem do Olimpo, mas somos recebidos por um exército de divindades menores cuja principal função é darem-nos a entender o enorme privilégio que é podermos aceder a semelhante espaço tão acima do nosso habitat social natural. A explicação da lista é, por isso, um longo recitativo barroco, debitado em registo enjoado, em que, mais do que dar-nos uma ideia aproximada das escolhas possíveis, se pretende esmagar-nos com a consciência da nossa pressuposta inadequação à cerimónia em curso.

A regra de ouro é, claro, o inusitado das propostas culinárias em jogo e, preferivelmente, a sua absoluta ininteligibilidade para o cidadão comum. Mandam, pois, o bom senso e o próprio instinto de auto-defesa que se delegue na casa a escolha do menu, sabendo-se, no entanto, que não vale a pena sonhar com que pelo meio nos apareça um pobre cabrito assado no forno, um humilde sável com açorda, ou uma honesta posta de bacalhau preparada segundo qulquer das “Cem Maneiras” santificadas das nossas Avós. Seja o que Deus quiser! E começam então a chegar a “profiterolle de anchova em cama de gomos de tangerina caramelizados, com espuma de champagne”,  o “ceviche de vieira com molho quente de chocolate branco e raspa de trufa”, a “ratatouille de pepino e framboesa polvilhada com canela e manjericão”, e por aí fora, em geral com largos minutos de intervalo entre cada prato e o seguinte, para nos dar tempo de meditar sobre a experiência numa espécie de retiro espiritual momentâneo…

E é de experiência que se pode aqui falar no sentido mais fugaz do termo. Deliciosa ou intragável, a oferta tende a ser, por princípio, “one time only”, porque quando o empregado anuncia, na sua meia voz enfadada, o “camarão salteado em calda de frutos silvestres e açafrão”, o uso do singular não é metafórico – é mesmo um exemplar único da espécie que se nos apresenta em toda a sua glória, ainda que possa reinar isolado no meio de um prato em que em tempos caberia um costeletão de novilho com os respectivos acompanhamentos. Se se detestar, há pelo menos a consolação de que não haverá qualquer hipótese de reincidência do crime; se se adorar – o que há que reconhecer que muitas vezes acontece – ficará apenas a memória fugidia do prazer inesperado. A função do “chefe” é proporcionar-nos no palato esta sucessão de sensações momentâneas  irrepetíveis, todas elas em doses cuidadosamente homeopáticas, um pouco como as configurações sempre novas de um caleidoscópio – ou, se se preferir uma imagem mais forte, como a versão gastronómica de uma poderosa substância alucinogénea, daquelas que faziam as delícias da geração hippie dos anos 60 quando lhe davam a ver, ora elefantes cor-de-rosa, ora hipopótamos azul-celeste. Wow!

Que saudades das Donas Adozindas, das Donas Felisminas, das Donas Gertrudes, mais camponesas ainda do que citadinas, com a sua sabedoria, as suas receitas de família, a sua simplicidade, a sua fartura, o seu gosto de servir bem, o seu sentido de tradição e de comunidade!

Texto de Rui Vieira Nery
Titulo surripiado a Antonio Ribeiro no comentario ao texto.  Tudo no FB.
Imagem Google,  "cozinheiras tradicionais  portuguesas"

sexta-feira, 29 de julho de 2016

"quando desejamos, pomo-nos à disposição de quem esperamos", assim foi , assim é...até breve


Pinturas de Edward Hopper, 1950
"A obra que trazemos em nós parece-nos sempre mais bela do que aquela que fizemos"

Alphonse Daudet (1840-1897)

A todos os amigos que por aqui passam habitualmente e gentilmente deixam um comentário, as minhas desculpas por falta de retribuição. Majo, Graça, Puma, Justine, e outros que passam mas só lêem, que me desculpem por falta de comparência. Mudanças na vida . Boas, mas que tiram tempo e diposição para a blogosfera.  Irei passando. Tudo de bom para vós. Vou tirar um tempo de descanso deste Mar à Vista mas sem vos deixar com vista de mar.

terça-feira, 26 de julho de 2016

procurando frescura nas palavras e nas imagens...

"quartos pelo mar", Edward Hopper


"quando escrevo mar
o mar todo entra pela janela"


Al berto

sábado, 23 de julho de 2016

hoje, sonho esta praia....

Raquel Taraborelli - Pintora brasileira contemporânea



sábado, 16 de julho de 2016

o calor, O`Neill e o meu repasto, com música (2)...

Pensando no almoço de amanhã na companhia de Alexandre O`Neill.

Salada deliciosa:

3 bananas
2 tomates
1 cebola

Corta-se em miúdos, deita-se-lhe azeite virgem e limão. è uma das melhores saladas conhecidas.

Do livro, JÁ CÁ NÃO ESTÁ QUEM FALOU, ASSÍRIO&ALVIM

quinta-feira, 14 de julho de 2016

as noites musicais de verão...anos 60 (1)

porque é por ti que vivo é por ti que nasço

     porque amo o ouro vivo do teu rosto
                                    
                  António Ramos Rosa (Amo o teu túmido candor de astro) 

quarta-feira, 13 de julho de 2016

"A bola e o Goleiro" de Jorge Amado e a crónica de Rui Martins no DN de hoje.... Por mim, já acalmei das diatribes futebolísticas. Férias....





Adicionar legenda

Uma coleção que já não existe, nasceu nos anos 8o do séc. passado, esgotou pela beleza e pela escolha dos autores e ilustradores. Não era barata... , mas eu tenho-a. De 4 em 4 anos venho a este livro de Jorge Amado, altura em que as coisas do futebol me entusiasmam. 
E, acabo por aqui a minha acalmia, deixando-vos tambem a c´ronica de hoje,  no DN,  de Rui Cardoso Martins. Uma ´pérola.

(quem quiser ler o livro todo e ver as ilustrações , deixei-o na minha página de FB)

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"Num gesto chauvinista e antifrancês (eu, que chorei pela França e pelos amigos franceses, neste ano de terrorismo, e fui beber uma cerveja no Le Carrillon e acho que nisto eles são uns bravos), fiz passar pela sala um exemplar em marroquim do livro El-Rey Junot, de Raul Brandão, que nos conta os delírios das invasões de Portugal, no princípio do século XIX, quando isto parecia ser tudo deles e quando ainda hoje tantos respeitam um assassino de massas, salteador sem misericórdia, Napoleão Bonaparte. Lembrámos as derrotas futebolísticas de 1984, 2000, 2006, quando a França nos eliminava e tratava a seguir como se o nosso fracasso estivesse contemplado no artigo 2 de um eterno código napoleónico.

Crónica completa, AQUI

segunda-feira, 11 de julho de 2016

vista aérea do estádio de Saint Denis, quando.... (momentos de ouro)

Exibindo IMG-20160711-WA0004.jpg

meu piloto de eleição, TAP, sobrevoava o estádio no glorioso dia de ontem a caminho do Luxemburgo. Que festa, pá!

terça-feira, 5 de julho de 2016

momentos de ouro...


Pinturas de Edouard Manet


Porque gosto de miúdos, porque fui professora, de miúdos(as)... Mãe do António, avó do Gabriel, 16 M, fizemos hoje o nosso primeiro dia de praia com todas as traquitanas, não muitas, que tal performance requer.
A maré estava baixa, lindas algas passeavam-se ao sabor da maré baixa, cardumes de belos peixes, sinal da pureza das águas,  deslizavam junto das nossas pernas.
Não tem preço o prazer de iniciar o meu pequenito nas texturas marinhas, que lhe causam ainda algum "frisson".
Ao meu colo, porto seguro, bracinhos de mel agarravam o meu pescoço.

E, de tudo um pouco aconteceu. "Petit à petit", até que um dia, quando falar, me peça :- vovó, eu quero um mar pequenino, só para mim, para eu brincar...
Há 36 anos foi o que o pai me pediu e eu eu dei-lhe o oceano, todos os oceanos do mundo.

domingo, 3 de julho de 2016

Camilo de Oliveira... 1924-2016 . Boas memórias tenho....

Teatro Caras Direitas, Buarcos, Figueira da Foz, fundado pela avó de Camilo de Oliveira, que nos deixou hoje depois de 91 anos bem vividos . 
Eu não sabia que Camilo tinha nascido na Figueira, mas sei que as minhas primeiras memórias de Teatro, são da Companhia de Teatro Rafael de Oliveira, companhia itinerante, que se instalava por meses na Figueira . Teatro e outras variedades. 
Hoje fiquei mais rica por saber que estou ligada por naturalidade e não só , a uma figura importante do teatro e da comédia portuguesa.
Bem Hajas, Camilo de Oliveira. Aqui