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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Como os preços vão inflacionar ... Estremoz e o seu barro

Sempre acalentei o desejo de ter um presépio de barro de Estremoz.
Como acalentei o desejo de ter ficado com bonecos que ajudei a adquirir e sem os quais fiquei , de Mistério.  Velha história,  de quem parte e reparte e não fica com a melhor parte é tolo ou não tem arte. Quando é dado a chance de repartir , claro. 
 Restam-me umas "Alminhas", que vi fazer e pintar, numa viagem a aldeia do Mistério, para os lados de Barcelos. Dupla relíquia. 
Mas , sei que se tudo correr bem, o meu neto Gabriel , poderá herdar uma bela colecção de bonecos de Estremoz, agora Património Imaterial da Humanidade.

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sábado, 26 de novembro de 2011

Fado e antifado... de Cândido Costa Pinto, 1945







" Contra o capital perverso": o enunciado geral da luta de classes



Vive pobre o pobre op'rário

Que trabalha , noite e dia...

Vive rico o usurário

No seio da Burguesia!



Eis o contraste fatal,

Do nascer a subtileza:

D'um lado, o berço - Pobreza

D'outro o berço Capital.

D'um lado o esforço animal

Do infeliz proletário;

E de outro argentário

P'ra quem a vida é rendosa!

Porque enquanto o rico goza

Vive pobre, o pobre op'rário



(...)




De Avelino de Sousa, O Fado e os seus Censores




in, O Fado na República, Exposição na Sociedade de Belas Artes, 2010




"FADO 1910"