Mostrar mensagens com a etiqueta Música. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Música. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Boa semana a quem passa, "Lyrics of November "



Toca no sexto direito. Estou sempre por aqui. 
Ou senão não venhas hoje.
Faz como te apetecer.

João Luís Barreto Guimarães. Poema

sábado, 27 de outubro de 2018

A pensar-te Brasil



Lâmpadas que se apagam, esperanças que se acendem: Aurora. Lâmpadas que se acendem, esperanças que se apagam: Noite.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Olhares com sentido



É a enseada do outono
recolhe as borboletas
no meu ombro
e acende a chuva

José Manuel Mendes

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Bom fim de semana, longo, longo ...

Uma menina que entrou na minha casa para ficar ,  Marisa Nadler.


(anos mais tarde, recordo agora, cresceu-me uma pérola no coração . mas estou só, muito só, não tenho a quem a deixar )

Al Berto, Salsugem -9

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

bom fim de semana


"temos olhos de ver e olhos de não ver. Depende do estado do coração de cada um"

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

As minhas escolhas de Verão -1




Jack Vettriano pintor, escocês, nascido em 1951

sexta-feira, 9 de março de 2018

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Carnaval dos Animais


"Carnaval dos Animais", de João Vaz de Carvalho

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Leituras breves . A minha escolha


O mar na Figueira da Foz

". O que nos distingue dos demais seres vivos, o que está na origem da 'cultura humana'? O sentimento,"tradutor" na mente das situações (afetos) que vivemos, responde Damásio. O sentimento é, pois, "a personagem central do livro". Mas não só, como ele explica à Clara: "É também central uma coisa que me preocupa muito, o presente estado da cultura humana. Que é terrível. Temos o sentimento de que não está apenas a desmoronar-se, como está a desmoronar-se outra vez e de que devemos perder as esperanças visto que da última vez que tivemos tragédias globais nada aprendemos. O mínimo que podemos concluir é que fomos demasiado complacentes, e acreditámos, especialmente depois da Segunda Guerra Mundial, que haveria um caminho certo, uma tendência para o desenvolvimento humano a par da prosperidade. Durante um tempo, acreditámos que assim era e havia sinais disso”.



Leio isto e dou-me conta que Dorothy (Judy Garland) cantou nos écrans precisamente no ano em que a Segunda Guerra Mundial começava na Europa. Acreditando que "somewhere, over the rainbow", haveria um mundo melhor - quando o pior ainda nem tinha vindo. É definitivamente uma canção com 78 anos que merece (voltar a) ser título. Ora experimente ouvi-la enquanto, ao longo do dia, consulta o site do Expresso, da Tribuna ou da Blitz. Lá para as 18h, quando a tempestade já estiver longe e a frente polar a chegar, sai "quentinho" para as redes o Expresso Diário.Tenha um dia bom."


Em Expresso Curto de hoje


domingo, 24 de setembro de 2017

terça-feira, 12 de setembro de 2017

100 anos e um dia.... Violeta Parra




"Graças à la vida", por mais que o desejo fosse de enorme longevidade, existiu Violeta Parra, pintora, cantora e mulher de vanguarda , que não resistiu , quem sabe , às contrariedades da vida e dos amores...
Ontem faria 100 anos. Ontem fizeram 50 anos que decidiu deixar o mundo.

Ontem também gostaria de ter falado do Chile de Allende . De um amor de vida, Renato Pavel, refugiado chileno a viver entre nós, um braço de ajuda de Salvador Allende e que também tragicamente nos deixou em 1989/90 . Também pintava.
Das obras de Violeta , só procurei o nome do ultimo quadro."O Inocente".Apesar de ter mais de 50 anos vou adoptá-lo para lembrar o 11 de Setembro de 1973.
No CCB vão passar a filha e neta de VP. 
O ADN sempre a funcionar. 
Dia bom a quem passa.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Entre férias e pós férias. Leituras matinais.

Lugar às férias…
Nem é preciso rever a filmografia de Jacques Tati para nos divertirmos com o paradoxo das férias de Verão. É ver tantos portugueses direitos às zonas mais congestionadas do Algarve, frequentando praias cheias, engarrafamentos, discotecas iguais às de Lisboa ou do Porto e acotovelando-se com as mesmas pessoas que encontram no resto do ano.

Por alguma razão os monarcas lusos eram senhores do reino de Portugal e dos Algarves. Para quem queira uns dias diferentes, o Parque Nacional da Peneda Gerês tem muito para oferecer. Não há praia mas há cascatas, trilhos de montanha, piscinas naturais e uma paisagem que, apesar de tudo, não diverge muito da descrita por Miguel Torga nos anos 20.


Não temos todos que ter os mesmos gostos mas, para quem se sinta tentado pelo Gerês, sugiro a Casa dos Bernardos, a meio caminho entre Santa Maria do Bouro e Terras do Bouro, onde mais facilmente ouviremos os chocalhos do gado que um telemóvel a tocar, até porque a cobertura de rede não é famosa.

… e à leitura

Falar de paisagens não desfiguradas pelas perversões do turismo de massas dá vontade de reler o “Guia de Portugal”, essa monumental obra em oito volumes, produzida entre 1924 e 1969, primeiro sob a direcção deRaul Proença e depois de Sant’anna Dionísio.


Em 1995 no Expresso editámos o nosso próprio Guia de Portugal de que alguns leitores ainda se recordarão. Não tinha a escala da obra em boa hora editada pela Fundação Gulbenkian (e agora também existente na versão ebook) que teve entre os seus colaboradores figuras da dimensão de Orlando Ribeiro, Jaime Cortesão, Aquilino Ribeiro e tantos outros.


Mas o Guia Expresso de Portugal foi, apesar de tudo, marcante e acrescentou à descrição de sítios e monumentos sugestões práticas de percursos rurais ou urbanos, a pé ou de viatura e mil e uma sugestões em matéria de gastronomia, alojamentos, artesanato, feiras e romarias, etc. Nasceu de uma conversa entre o então director do Expresso José António Saraiva e eu próprio. O resto da história sabem-na os leitores mais fiéis.


Durante estas três semanas de férias reli pela enésima vez um dos meus livros favoritos, escrito por um outro Raul, neste caso Raul Brandão: “Os Pescadores”.


Não me canso da descrição da velha Foz do Douro, da ida dos poveiros para a faina ou dos pescadores algarvios que não tinham medo de nada, menos das bruxas. E eram as suas mulheres que, alta noite, os levavam ao barco, esconjurando à força de archotes medos ancestrais capazes de bloquear homens que não receavam ventos do Levante e ondas de cinco metros. Um livro existente em múltiplas edições de bolso e a preços simpáticos.



Excerto de crónica de Rui Cardoso, editor , no Expresso Curto de hoje.



sábado, 1 de julho de 2017

quinta-feira, 20 de abril de 2017

sexta-feira, 24 de março de 2017

PARE- ESCUTE -OLHE....

Se não quiser olhar,  escute.

terça-feira, 14 de março de 2017

Carta, precisa-se.... Mesmo sem ser em correio azul

Dariusz Mlącki
“Envelope” from the “Envelopes with the Sky” 

segunda-feira, 13 de março de 2017

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

muros com vista de mar....

Desta janela de ar e ansiedade
podemos ver compor-se a primavera
lentamente por cima das casas
Gastão Cruz

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

bom fim de semana... por hoje, refresquem-se

                                                     Melanie Biasio, pianista 

VERÃO

Lentos lentos
os dias do Verão

que passa
veloz como o vento.


ÚLTIMA LUZ DO DIA

No Verão, antes de escurecer,
os pássaros chilreiam sem parar
como se a luz quisessem prender
antes de a noite a tragar.

Poemas do Conta-Gotas
por João Pedro Mésseder

(breve regressarei aos blogues amigos)