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sexta-feira, 31 de agosto de 2018
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Viagens no tempo... e por uma praia que perdeu o jeito
Passeando pela minha terra, pois pertenço ao universo dos que têm terra..., deparei-me com as festas religiosas de Buarcos cujo padroeiro é S. Pedro.
De manhã a bênção do mar, nesta fotografia de João Viana. Uma praia que mais parece um deserto , cuja obra de engenharia em meados do séc. passado, deu num resultado catastrófico para a que foi a rainha das praias de Portugal. Falo-vos da praia de Claridade, Figueira da Foz.
Hoje o mar não se vê da cidade, só uma linha ténue que mais parece a do horizonte.
Um verdadeiro ato de coragem a frequência desta praia. Espero dar novas amostras desta monstruosidade.
De tarde, durante o meu passeio cardio, a memória dos meus afetos de criança, foi excitada pela procissão de S. Pedro , cujos andores eram levados por mulheres "trajadas", umas de peixeiras, outras peixeiras de verdade. Na dianteira e na retaguarda bandas. A minha paixão. E, a cidade e arredores é prolifera em associativismo musical.
Como uma estranha, incorporei.-me no coletivo para sentir o batimento , o compasso que rege uma banda . E, a menina que fui, a Santa Rita de Cássia, que a devoção de minha mãe me emprestou na sua fé a várias procissões, fé mais de horas aflitas que de religiosidade feita , fez-me recordar os passos de dança, que a música provocava dentro de mim e me fazia alterar o ritmo que deveria ser imprimido. O passo de procissão.
De quando em quando, a mãe Anita lá me aparecia, feita maestrina, com a sua mãozinha, para que abrandasse.
Mais lembranças virão à ribalta por estes dias que aqui estou a passar.
De manhã a bênção do mar, nesta fotografia de João Viana. Uma praia que mais parece um deserto , cuja obra de engenharia em meados do séc. passado, deu num resultado catastrófico para a que foi a rainha das praias de Portugal. Falo-vos da praia de Claridade, Figueira da Foz.
Hoje o mar não se vê da cidade, só uma linha ténue que mais parece a do horizonte.
Um verdadeiro ato de coragem a frequência desta praia. Espero dar novas amostras desta monstruosidade.
De tarde, durante o meu passeio cardio, a memória dos meus afetos de criança, foi excitada pela procissão de S. Pedro , cujos andores eram levados por mulheres "trajadas", umas de peixeiras, outras peixeiras de verdade. Na dianteira e na retaguarda bandas. A minha paixão. E, a cidade e arredores é prolifera em associativismo musical.
Como uma estranha, incorporei.-me no coletivo para sentir o batimento , o compasso que rege uma banda . E, a menina que fui, a Santa Rita de Cássia, que a devoção de minha mãe me emprestou na sua fé a várias procissões, fé mais de horas aflitas que de religiosidade feita , fez-me recordar os passos de dança, que a música provocava dentro de mim e me fazia alterar o ritmo que deveria ser imprimido. O passo de procissão.
De quando em quando, a mãe Anita lá me aparecia, feita maestrina, com a sua mãozinha, para que abrandasse.
Mais lembranças virão à ribalta por estes dias que aqui estou a passar.
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