Assinalam-se hoje 74 anos sobre o Dia da Vitória na Europa, a data formal da rendição da Alemanha nazi, que marcou o fim da II Guerra Mundial no continente europeu. Nesse dia 8 de maio de 1945 milhões de pessoas acreditaram que o espectro do fascismo estava definitivamente afastado da Europa. Mas o fantasma nunca deixou de pairar. E hoje, o “velho demónio” ganha força. Assistimos à ascensão do populismo, ao regresso do ódio, ao reforço dos nacionalismos e ao crescimento das pulsões autoritárias em vários países europeus.
Entre os 28 estados-membros da União Europeia, só seis – Portugal, Luxemburgo, Malta, Irlanda, Reino Unido e Roménia – não têm a extrema-direita representada nos parlamentos nacionais. Sozinhos ou em coligação, os partidos ultra-nacionalistas conseguiram mesmo subir ao poder em nove países europeus (Polónia, Hungria, República Checa, Itália, Áustria, Finlândia, Letónia, Eslováquia e Bulgária).
O crescimento da extrema-direita vai refletir-se inevitavelmente nas próximas…
Entre os 28 estados-membros da União Europeia, só seis – Portugal, Luxemburgo, Malta, Irlanda, Reino Unido e Roménia – não têm a extrema-direita representada nos parlamentos nacionais. Sozinhos ou em coligação, os partidos ultra-nacionalistas conseguiram mesmo subir ao poder em nove países europeus (Polónia, Hungria, República Checa, Itália, Áustria, Finlândia, Letónia, Eslováquia e Bulgária).
O crescimento da extrema-direita vai refletir-se inevitavelmente nas próximas…