sábado, 9 de dezembro de 2017
Oração das Mães palestinas e israelitas
Está acontecendo um pequeno grande milagre quase completamente ignorado pelos meios de comunicação: milhares de mulheres judias, muçulmanas e cristãs tem caminhado juntas em Israel pela paz. Em um novo vídeo oficial do movimento "Women Wage Peace", a cantora israelita Yael Deckelbaum canta a canção "Prayer of the Mothers", junto a mulheres e mães de todas as religiões, mostrando que o mundo está mudando e deve mudar. Um milagre todo feminino que vale mais que mil palavras. Compartilhe!
✡Shalom!
☪Salam!
☮Peace!
✝Paz!
💟
OXALÁ
-
A vida não é para ser vivida à espera que a tempestade passe,
mas para aprender a dançar com a chuva
A vida não é para ser vivida à espera que a tempestade passe,
mas para aprender a dançar com a chuva
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Como os preços vão inflacionar ... Estremoz e o seu barro
Sempre acalentei o desejo de ter um presépio de barro de Estremoz.
Como acalentei o desejo de ter ficado com bonecos que ajudei a adquirir e sem os quais fiquei , de Mistério. Velha história, de quem parte e reparte e não fica com a melhor parte é tolo ou não tem arte. Quando é dado a chance de repartir , claro.
Restam-me umas "Alminhas", que vi fazer e pintar, numa viagem a aldeia do Mistério, para os lados de Barcelos. Dupla relíquia.
Mas , sei que se tudo correr bem, o meu neto Gabriel , poderá herdar uma bela colecção de bonecos de Estremoz, agora Património Imaterial da Humanidade.
Ler AQUI
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Olhares....
"Ce qui a vraiment un sens dans l'art, c'est la joie. Vous n'avez pas besoin de comprendre. Ce que vous voyez vous rend heureux ? Tout est la."
Costantin Brancusi
Pintura de Luciana La Marca
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
As coisas do frio ... Boa semana
Durante o dia até está calor. Mas aqueles graus de sol que nos aquecem as pernas pagam-se caros. Estão a condicionar-nos para o f***. Tiramos a camisola para mais avidamente ir à procura dela, mal o sol começa a cair de tão gasto, lá para as cinco da tarde, quando o f*** acorda para nos enregelar o corpo e a vida e a própria esperança.
| Pintura de Félix Vallotton Excerto da crónoca de Miguel Esteves Cardoso, AQUI |
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Haja esperança....
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
O concerto a que não vou dia 1... Boa semana
Então, por esse amor, ofereci o meu bilhete a coração amigo , deixo que os papás do Gabriel vão de ferias, e fico a ouvir na "vitrola" Vicente, e sei que o petiz vai gostar...
sábado, 25 de novembro de 2017
"Pedro para sempre Fizeste-me tão feliz, Pedro, tantas vezes. A tua felicidade — amar a família, as pessoas, as coisas, os jornais, as músicas, as discordâncias, os amigos — sobrava para a nossa."
Eu gostava do Pedro como radialista, lia---o menos.... A sua morte, quase inesperada, para mim, fez-me sentir tão triste.
Não imaginava que as vozes que fazem parte da nossa vida na rádio, ao se calarem para sempre, deixassem um vazio tão grande. E, era novo.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Pedro, isto já não vais ler. Já não me importo tanto. Vão ler as pessoas que te amam. Estou aqui para lhes dizer quanto tu as amavas. Não te calavas com a tua mãe, Maria João. Éramos os dois apaixonados pelas nossas mães: havia meninos mais mimados pelas mães? Eu nunca conheci.
Chegavas tu. Passávamos horas a contar histórias das nossas mães e não era naquele género competitivo da tua mãe ser melhor do que a minha. Reconhecíamos que, a partir do mais alto nível, as mães não podem ser melhores do que já são.
(continua AQUI)
CRÓNICA DE MIGUEL ESTEVES CARDOSO, JORNAL PÚBLICO DE HOJE
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Nascer, viver, até que....
Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas - a da minha nascença e da minha morte.
Entre uma e outra cousa todos os dias são meus.
Alberto Caeiro
Daniel Blaufuks , fotografia
terça-feira, 14 de novembro de 2017
domingo, 12 de novembro de 2017
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
O rito do sossego.... numa bela receita
Poucos conhecem, e menos ainda reconhecem, a eficácia da cura que passarei a explicar. Mas é talvez a única receita que nunca desilude. Quis chamar-lhe cura do rosto, porque não há quem não tenha na memória um grupo não muito grande de caras cuja visão produz alegria.
O rito do sossego é o seguinte. Duas cadeiras e uma mesa, um patê de fígado de aves, torradas de pão fresco e de trigo integral, uma garrafa gelada de vinho de Sauternes, e diante de ti a cara do amigo, da amiga, o rosto que conheces, um dessses que só de vê-los nos devolvem a calma.
O patê lembra aos amigos que são carne. O pão não os deixa esquecer que tudo nasce da terra e tudo a ela regressa. O espírito do vinho de Sauternes aviva o que mais nos põe vivos: a possibilidade de unir os pensamentos.
RECEITAS DE AMOR PARA MULHERES TRISTES, de Héctor Abad Faciolince
Pintura de Felix Vallotton
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
Leituras breves mas profundas... ou prazenteiras
A única noite, disse alguém, é a da insónia, a noite passada em branco. Não se guarda memória das noites dormidas. Assim é o amor: o mais inolvidável é o que nunca foi.
Como para a insónia, também o esquecimento existem xaropes e mezinhas. Mas são ambos remédios sem discernimento. Uns far-te-ão dormir tanto (sem sonhos e sem sono) que será como morrer. Com os outros não esquecerás , se os tomares, aquilo que queres esquecer: esquecerás tudo, quer tenha sido excelente ou desagradável.
Não te revelo, pois, as minhas beberagens para o sono e para
o esquecimento. Possuem o mesmo efeito da cicuta.
Do livro, RECEITAS DE AMOR PARA MULHERES TRISTES, de Héctor Abad Faciolince,
colombiano
Escultura de Sérgio Pombo, que faz parte de uma exposição patente no CCC.
Não te revelo, pois, as minhas beberagens para o sono e para
o esquecimento. Possuem o mesmo efeito da cicuta.
Do livro, RECEITAS DE AMOR PARA MULHERES TRISTES, de Héctor Abad Faciolince,
colombiano
Escultura de Sérgio Pombo, que faz parte de uma exposição patente no CCC.
terça-feira, 7 de novembro de 2017
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Perante tudo o que acontece , só vos posso" deixar um verso"
sábado, 4 de novembro de 2017
Bom fim de semana
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
O culto dos mortos como poética da ausência
![]() |
| Henri Matisse, 1916, "A janela" |
Etiquetas:
dia de finados,
história,
impressiomismo,
morte,
pintura
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Novembro com Sol
"Icarus", de Henri Matisse
Ícaro-Ícaro-
A minha Dor, vesti-a de brocado,
Fi-la cantar um choro em melopeia,
Ergui-lhe um trono de oiro imaculado,
Ajoelhei de mãos postas e adorei-a.
....
(excerto de poema de José Régio)
Ícaro-Ícaro-
A minha Dor, vesti-a de brocado,
Fi-la cantar um choro em melopeia,
Ergui-lhe um trono de oiro imaculado,
Ajoelhei de mãos postas e adorei-a.
....
(excerto de poema de José Régio)
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















