quinta-feira, 26 de maio de 2011
A canção A canção, expressão da melancolia, do amor, do entusiasmo, só morrerá se estes sentimentos morrerem; ela é, como o suspiro,como o grito,um dos movimentos naturais da alma.
Os tristes, os deserdados, os pobres, os oprimidos, quando tudo lhes falta, o pão, o lume, o vestido, têm sempre, no fundo da alma, uma cantiga pequena que os consola, que os aquece, que os alegra. É a última coisa que fica no pobre.
Os tristes, os deserdados, os pobres, os oprimidos, quando tudo lhes falta, o pão, o lume, o vestido, têm sempre, no fundo da alma, uma cantiga pequena que os consola, que os aquece, que os alegra. É a última coisa que fica no pobre.
E então a cantiga vale mais do que todos os poemas.
Reflexões de Eça de Queiroz, numa outra época, ideologia, experiência, mas sempre atuais...
A encerrar um ciclo de tertúlias no Martinho da Arcada houve pequenos momentos de ouro e grandes oradores , homens sapientes daquilo que estavam a falar... e a cantar. Tema " A Guerra Colonial - Cantigas de Resistência".
Surpresas houve. No fim Michel com o seu acordeão cantou "Le deserteur"de Boris Vian e de seguida José Mário Branco cantou-a com tradução e adaptação à nossa língua pátria. Pouca gente sabia deste pequeno tesouro...
Assim aconteceu na terça feira...
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