Mostrar mensagens com a etiqueta As fotografias do João Viana. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta As fotografias do João Viana. Mostrar todas as mensagens
domingo, 22 de dezembro de 2013
"festas" trágico-marítimas ou suicídios coletivos? (continuação do post anterior)
Fotografias de João Viana
No post anterior falei-vos do pequeno veleiro que saiu ontem à revelia da barra do porto da Figueira da Foz, que estava encerrada. Felizmente o barco foi devidamente identificado.
João Viana, o fotógrafo das tragédias trágico- marítimas e dos mais lindos entardeceres, onde nem sempre "a calma é serenidade", enviou-me atempadamente as fotos que podem mais uma vez justificar o "suicídio" de mais um grupo de pessoas , com podem mais uma vez ver (AQUI).
Perdoem-me, mas de momento lamento os que têm por trabalho procurar quem se recreia na intempérie. Os jogos náuticos , são estivais.
*** ACABO DE OUVIR QUE ERAM AMIGOS QUE SE RECREAVAM, PESCANDO.
NÃO INVALIDA O QUE PENSO
sábado, 21 de dezembro de 2013
Uma sequência sem lógica, mas...
Há uma certa incoerência deste post com o anterior, mas esta "casa" foi feita para n
ão ter sentido, mas de quando em quando algum propósito.
Hoje o propósito, tem a ver com o ontem. O Mar. De vagas e vagalhões...
A incoerência, o desrespeito pela própria vida e da vida dos outros... Os outros, esses que têm que os encontrar mais mortos do que vivos.
Este molhe é muito largo, mas as ondas monstruosas... Passam de um lado ao outro. E, mesmo assim, à revelia da lei e do perigo mortal, eles , os doidos, os "Kamicazes" da vida, lá vão pensando que passam entre os "salpicos" das ondas.
Ao mesmo tempo, saía um pequeno veleiro, de barra fechada, perseguidos pela PM, mas em vão, estes não podem sair a barra. Tenho esperança que o João Viana me mande essa fotografia, terrivel, dantesca, para convosco partilhar.
Esta imagem explica, muitas mortes estúpidas, tais como as dos 6 jovens desaparecidos no Meco.
ão ter sentido, mas de quando em quando algum propósito.
Hoje o propósito, tem a ver com o ontem. O Mar. De vagas e vagalhões...
A incoerência, o desrespeito pela própria vida e da vida dos outros... Os outros, esses que têm que os encontrar mais mortos do que vivos.
Este molhe é muito largo, mas as ondas monstruosas... Passam de um lado ao outro. E, mesmo assim, à revelia da lei e do perigo mortal, eles , os doidos, os "Kamicazes" da vida, lá vão pensando que passam entre os "salpicos" das ondas.
Ao mesmo tempo, saía um pequeno veleiro, de barra fechada, perseguidos pela PM, mas em vão, estes não podem sair a barra. Tenho esperança que o João Viana me mande essa fotografia, terrivel, dantesca, para convosco partilhar.
Esta imagem explica, muitas mortes estúpidas, tais como as dos 6 jovens desaparecidos no Meco.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Quando o mar está calmo, qualquer um pode ser timoneiro...
" Até mesmo quem passou toda uma vida no mar, chega a uma altura em que deixa a embarcação".
Calvino, Italo
Subscrever:
Mensagens (Atom)
