
quinta-feira, 1 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Loucura com asas...
terça-feira, 30 de março de 2010
Olhares e pensares...
segunda-feira, 29 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
Amanhã, dia de festa para o teatro... bfs...

O ator, de Picasso, 1904
O Ator
Do ator é ele sendo muitos
e sendo muitos só assim ser ele
alegrias paixões amores e lutos
E as máscaras da vida á flor da pele.
O rico e o pobre o rei e o vagabundo
O rosto mais formoso e o mais medonho
Que só ele é Ninguém e Todo-o - Mundo
E só por ele em cena a vida é sonho.
Mas de todos só ele é todos nós
quem nos sonhamos quem não somos quem
por ele é outra vida em cada ato.
E é ele quem vive e morre de ser voz
de ser o corpo e a alma de ninguém
No teatro do mundo no teatro .
Poema de Manuel Alegre
Bom fim de semana...
Por lapso técnico que me ultrapassa não foram
publicados alguns comentários do post anterior...
quarta-feira, 24 de março de 2010
Sugestão....
Fotografia antiga do Casino Internaciona do Monte
No Dia Mundial do Teatro , que se comemora no dia 27, o Teatro Experimental de Cascais e a autarquia irão homenagear o actor Raul Solnado, figura incontornável do humor português.
Irá ser inaugurada a exposição Raul Solnado… os primos de Cascais… o Teatro, no Espaço Memória Teatro Experimental de Cascais e a atribuição do nome de uma rua marcarão esta evocação ao actor que pediu a todos os portugueses : façam o favor de ser felizes!
A exposição ficará aberta para todos vós até 2 de Maio.
terça-feira, 23 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
A primavera com poesia... mais poesia que primavera...
Primavera, de Sónia Madruga, 2010SONETO DE FIDELIDADE
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive)
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
De Vinicius de Moraes, in Antologia poética
Este poema foi escrito no Estoril, em 1939
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