sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Olhares...

As minhas fotografias , Praia da Cova
De João Pedro Vale, "A Culpa Não É Minha", 2003, Coleção Berardo, em exposição
Assim é a mãe natureza.
Na primeira "escultura" o tempo irá continuar a moldá-la, a provocar novas emoções.
Na segunda , a escolha do escultor deu a obra como concluída.
"O tempo, esse escultor"... como escreveu M. Yourcenar

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Tons alaranjados, os de outono

Octobre, de James Tissot, 1875
Escreveu Jules Renard, escritor francês , " os ausentes fazem sempre mal em voltar".

Tempo de larajas- 2-


De Emile Scuffenecker, naturezas mortas com frutos, 1886

Vou de partida para o local aonde os meus licores e compotas de laranja me esperam.
Verdadeiros elixires e fortaleza para os amigos desejosos de iguarias...
Adocemos a vida. Para isso também a natureza nos deu as laranjas. As azedas, são só para vista, intocáveis, por isso se chamam "de engana ladrão".

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Tempo de laranjas...-1-


William J. McCloskey ( 1859-1941 ), Oranges enveloppées, 1889, Amon Carter museum Fort Worth Texas

Volupté des parfums ! — Oui, toute odeur est fée

Volupté des parfums ! — Oui, toute odeur est fée.
Si j’épluche, le soir, une orange échauffée,
Je rêve de théâtre et de profonds décors ;
Si je brûle un fagot, je vois, sonnant leurs cors,
Dans la forêt d’hiver les chasseurs faire halte ;
Si je traverse enfin ce brouillard que l’asphalte
Répand, infect et noir, autour de son chaudron,
Je me crois sur un quai parfumé de goudron,
Regardant s’avancer, blanche, une goélette
Parmi les diamants de la mer violette






François Coppée ( 1842-1908 ) Recueil Promenades et intérieurs



Amigos, que me perdoem o "post" em francês, mas gostei tanto ... e há palavras intraduzíveis.



segunda-feira, 25 de outubro de 2010