segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Modus vivendi...




Pintura de Rosseau Le Douanier



"Pantanal" por pantanal, preferia estar por este onde reina a vida animal...
Porque por aqui, anda tudo travestido num enorme carnaval pensando que ninguém leva a mal.
Vivamos pois, conforme as (im)possibilidades e (im)probalidades.
Boa semana...

( vale a pena ver em "full sceen)

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O que se "dançará" em Berlim?



Expetativas sobre o encontro do nosso 1º com a senhora Merkel...
Espero que nada tenha a ver com a extinção das nossas queridas" bolas de berlim..."
Seria um golpe profundo para as nossas manhãs ou tardes estivais de praia depois de um bom banho , com os lábios a saber a sal. Um sabor único...
Veremos se é um tango ou um bailinho mandado..

*Imagens Google.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Bom fim de semana, que se diz primaveril


INTRODUÇÃO
A água é insondável
Quando a dureza do céu abraça todo
O astro;

A terra procura o repouso,
na mais alta das montanhas;
energia que se sobrepõe à doçura
dos lagos e dos rios.

Pensamos a serenidade assim
aquosa e feminina;

e a tempestade, que desperta,
cobre-se de vento e de um ardor que penetra
a fundura antiga dos vulcões.

Nada parece inacessível ao homem sem fadiga:
O céu, a terra, a criação e os modos de tudo isso ser:
Jogo, cálculo ou destino.

Poema de MANUEL AFONSO COSTA
Pintura de Arshille Gorky, 1944

"Les Eaux de Mars"... quase, quase...


Les Eaux de Mars, por George Moustaki.

Um serão inesperado... aconteceu



Este filme, será que o viram? Passou um pouco despercebido em 2005/6.... numa única sala de cinema. Lembro-me que o recomendei vivamente aos amigos pois eu tinha-o visto em Bruxelas. É muito belo.
Presente do canal ARTE. "Vas vis deviens". Aconteceu. (sinopse)

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Vidas...





" A SOCIEDADE EXIGE MAIS CORAGEM DE QUEM É JOVEM", Caetano Veloso fala sobre envelhecimento e a morte, na revista BRAVO!, brasileira, e , que de quando em quando, me cai no sapatinho... Quando nos aproximamos dos 60, podemos começar a repartir os mesmos sentimentos .
Desvantagens de chegar aos 68?
Todas. (risos) Começamos a perder o foco da visão. Quando nos ferimos, o machucado demora muito mais para cicatrizar. Nos cansamos rapidamente. Temos menos resistência...
Não há vantagem nenhuma?
Sim, há. Nosso trabalho fica mais conhecido. É uma vantagem um pouco superficial, admito, algo que alimenta a vaidade. Mas há outras menos egocêntricas: você aprende a lidar melhor com o tempo, por exemplo. Quando jovens, somos muito mais agoniados, achamos que não vai dar tempo de fazer nada, tanto a curto quanto a médio ou longo prazo. No entanto, quando se começa
a ficar maduro, a gente percebe que dispunha - e dispõe - de mais tempo do que imaginava. O outro ponto positivo é que, com os anos, já não temos tanto problema com as opiniões a nosso respeito.
MAIS VELHO, VOCÊ DIZ" DANE-SE" PARA AS CRÍTICAS. O POETA FERREIRA GULLAR, POR EXEMPLO, NÃO ESTÁ LIGANDO SE ALGUÉM DIZ "PUXA, ESSE CARA ERA DE ESQUERDA".
Aideia de morte já não o perturba?
Em garoto eu tinha muito medo da morte... Era um pânico permanente de que pudesse ser destruído. Quando somos novos, é quase inacreditável que vamos morrer. Na velhice, temos a noção de que é assim mesmo. A gente pensa: "Se a morte não chegou ainda, o negócio é aproveitar o momento que se está vivendo".
E eu remato, carpe diem...

*Fonte, revista BRAVO! de fevereiro de 2011








Gosto muito de te ver, leãozinho...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sem título

Sem título


Nem tudo na vida se pode titular ou rotular, como este quadro de Tomie Ohtake, hoje com 97 anos de idade, japonesa mas a residir no Brasil desde os 23 por estar a morrer de amores por um engenheiro agronomo que dizia ser um rapaz aplicado e carinhoso como um esquilo...

Mário Laginha , o premiado de ontem no melhor disco pela SPA.Gosto.