terça-feira, 1 de março de 2011
Estórias de cinema -2- 1932-2011
Bom... hoje é dia de óbito no Mar à Vista. Acontece, porque há vida.
Mas com Annie eu tinha uma relação de "afeto" muito grande. Primeiro por ser uma diva do cinema francês e fazer parte da minha apredizagem pelo gosto do cinema europeu, anos 70, depois, por uma pequena vaidade que me lisonjeava... diziam que eu era muito parecida com ela, sobretudo pelas expressões e corte de cabelo, curto, desde sempre e "trés avant gard"para a época. Senti-me impesionda quando vi o seu filme "Mourir d´Amour"... pois senti as semelhanças, apesar da diferença de idades mas que nessa altura se diluiam com o seu aspeto jovem...
Recordemo-la pois , nestes dois videos, no seu melhor e no seu pior, mas ainda assumido.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
O que se "dançará" em Berlim?

Expetativas sobre o encontro do nosso 1º com a senhora Merkel...Espero que nada tenha a ver com a extinção das nossas queridas" bolas de berlim..."
Seria um golpe profundo para as nossas manhãs ou tardes estivais de praia depois de um bom banho , com os lábios a saber a sal. Um sabor único...
Veremos se é um tango ou um bailinho mandado..
*Imagens Google.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Bom fim de semana, que se diz primaveril

INTRODUÇÃO
A água é insondável
Quando a dureza do céu abraça todo
O astro;
A terra procura o repouso,
na mais alta das montanhas;
energia que se sobrepõe à doçura
dos lagos e dos rios.
Pensamos a serenidade assim
aquosa e feminina;
e a tempestade, que desperta,
cobre-se de vento e de um ardor que penetra
a fundura antiga dos vulcões.
Nada parece inacessível ao homem sem fadiga:
O céu, a terra, a criação e os modos de tudo isso ser:
Jogo, cálculo ou destino.
Poema de MANUEL AFONSO COSTA
A água é insondável
Quando a dureza do céu abraça todo
O astro;
A terra procura o repouso,
na mais alta das montanhas;
energia que se sobrepõe à doçura
dos lagos e dos rios.
Pensamos a serenidade assim
aquosa e feminina;
e a tempestade, que desperta,
cobre-se de vento e de um ardor que penetra
a fundura antiga dos vulcões.
Nada parece inacessível ao homem sem fadiga:
O céu, a terra, a criação e os modos de tudo isso ser:
Jogo, cálculo ou destino.
Poema de MANUEL AFONSO COSTA
Pintura de Arshille Gorky, 1944
Este filme, será que o viram? Passou um pouco despercebido em 2005/6.... numa única sala de cinema. Lembro-me que o recomendei vivamente aos amigos pois eu tinha-o visto em Bruxelas. É muito belo.
Presente do canal ARTE. "Vas vis deviens". Aconteceu. (sinopse)
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
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