sexta-feira, 15 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Ontem, aconteceu. "Estados de Guerra..."
Estados de Guerra – Todos contra Todos (continuação) No ciclo de conferências das terças-feiras, comissariadas por Rui Trindade, na Culturgest, ontem foi o dia em que António Granado, antigo jornalista do Público e agora editor multimédia da RTP, nos contemplou com clareza e conhecimento d
e causa “Os media em estado de guerra”. O que eu suspeitava, foi ali clarificado e deixou-me um pouco aterrada com a manipulação que se vive cada dia, cada hora e cada minuto com os media em particular, no que diz respeito ao nosso torrãozinho… e em geral, pois o problema é global e antigo, Granado falou-nos dos vários tipos de guerra que se vive e que os dividiu em três partes: -1ª Uma guerra civil porque começa no seu próprio interior….constrangimentos vários têm vindo a domesticar os media, que há muito, perderam o seu papel tradicional de quarto poder. 2ª Uma guerra preventiva, que os media travam com todos aqueles que, segundo a sua visão antiquada, prejudicam o negócio, a começar pelo Google ou pelos próprios leitores, que não estão dispostos a pagar pelos conteúdos com cada vez menor qualidade 3ª – Há uma guerra de guerrilha que os media têm muitas dificuldades em travar: a guerra com os inúmeros produtores de informação que a Internet tornou possível. Para este crescimento de produtores independentes contribuiu em muito o declínio do jornalismo nos últimos anos, plasmado em intermediários como o Wikileaks, que vieram substituir os velhos gateKeepers de uma imprensa desacreditada. No suporte multimédia apresentado, foi interessante, deveras surpreendente, mostrar um exemplo com a primeira página do DN de domingo, que mostrava Sócrates numa fotografia exemplar, durante o Congresso. Não era de nenhum fotojornalista credenciado, mas assinada por um adjunto do primeiro ministro cujo nome não lembro, ou seja, feita com a “prata” da sua/nossa casa… com retoques, arranjos ao jeito do narcisismo desta “abecerragem”. Para a semana há mais...
Parabéns, mdsol
QUANDO EU ERA CRIANÇA Quando era criança Vivi, sem saber, Só para hoje ter Aquela lembrança. É hoje que sinto Aquilo que fui. Minha vida flue, Feita do que minto. Mas nesta prisão, Livro único, leio O sorriso alheio De quem fui então. Fernando Pessoa Parabéns,à amiga "azulzinha" :)) Farás as quadras minha amiga, pois não sei o que se passa que o texto altera quando o lanço.... Mais uma dica técnica que devo estar a precisar... Help!
terça-feira, 12 de abril de 2011
Leituras...
Pintura de António Viana, 2010 Empreendedorismo, precisa-se.
Como todas as terças-feiras, gosto de ler Alberoni.(aqui)
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Momentos , que não de ouro....
Ai... que" ouver" um é" ouver" o outro...Estes dois cavalos são para abater...por amor de deus.
Grata ao meu tão amado OR (clicar) para através da sua pintura metaforisar os meus estados de alma para com o estado da nação.
Para amanhã, prometo flores...
Pinturas de Odilon Redon
Ensaio sobre...
Aves de arribação
Não posso deixar de me associar ao despautério do dia de ontem. Não consigo deixar de ficar indiferente quando os pés estão bem firmes na terra mas falta o abraço amigo para me dizer :-não penses nisso agora... Já nem o povo é "Nobre", a nação valente e imortal. FN, tornou-se num cadáver adiado. E, veio-me à memória uma frase de Fernando Pessoa. " O verdadeiro cadáver não é o corpo (...), mas aquilo que deixou de viver." E assim foi. Pintura de Odilon Redon , "The Raven"
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