quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Presentinho...


"Jogos de verão"


Não sabia que era seguida por Helena Oneto do http://a-casa-da-lapa.blogspot.com/...
Cheguei a casa, e, dei-me com este presentinho, cuja dificuldade tenho de dar continuidade. Coisas.
Helena, conhecia-a dos comentários de "duas ou três coisas" ... por onde agora tenho passado pouco, mas aconselho a quem não conhece.
Helena, adorei a sua casa virtual e irá passar a fazer parte da lapela do Mar....
Obrigada pelo mimo. É sempre um estímulo à criatividade.
Abracinho. :))

Contudo, amanhã, darei continuidade à segunda parte do jogo de verão...

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

... .... .... uhm....mmmm


Momentos de ouro...







Um, dó, li, tó
Cara de amendoó...

E assim fiz, ao meu projeto de tarde.
Saíu-me Sintra. E assim foi e muito mais... E dei comigo a pensar, que todos os grandes prazeres da vida, têm uma estória...


As artes cénicas (português europeu) ou artes cênicas (português brasileiro) (chamadas ainda de artes performativas) são todas as formas de arte que se desenvolvem num palco ou local de representação para um público. Muitas vezes estas apresentações das artes cênicas podem ocorrer em praças e ruas. Assim podemos dizer também que este palco pode ser improvisado. Ou seja, o palco é qualquer local onde ocorre uma apresentação cênica. Podemos destacar as seguintes classes:

Teatro
Ópera
Dança
Circo
(in Wikipédia)

Festas do Mar, fim... :((

O edil de Cascais resolveu presentear o povo, o clero e a nobreza cascaense ... com uma semana inteira de espetáculos como aqui anunciei.
Hoje acabaram e da melhor maneira. Foi homenageado Tozé Brito para a qual foi convidado um naipe de bons artistas que fizera a história da música portuguesa desde os anos 60 até aos ano 2000.
Um mar de gente confudia-se com o mar da nossa terra.
Penso que a nossa vila viveu dias intensos e os restauradores não tiveram mãos a medir...
Escolhi este grupo que muito diz a esta nossa geração... e, ainda mais aos que nasceram um pouco antes de mim...


Boas memórias....


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Bom fim de semana, e, depois não digam que não sou amiguinha... O menino dança?


E, assim nos vamos despedindo do nosso querido mês de agosto... Lembram-se?:))

" vai-te embora ó mês de agosto"...

De Erró - Peter, how did it go?

Ramalho Ortigão em “As Praias de Portugal”, parece que ainda hoje “A Figueira tem pelos seus hóspedes os (seguintes) sentimentos: suporta-os, mas não os estima . Daí a expressão que só conheço dos figueirenses e muito repetida pelo meu pai...
"vai-te embora ó mês de agosto"... Isto, quando alguma coisa desagradava ou contrariava.

Revivalismo, pois, sim senhor....


Para os amigos perdidos e achados por gatos...


Gatos abandonados num velho edifício e alimentados pelas peixeiras do mercado em frente..

Moushi tinha razão

Quando Anne Frank ouviu, nos céus de Amestredão, no Verão de 1944, o intenso ruído noturno dos bombardeiros aliados, acreditou que estaria para breve a sua saída e dos seus familiares e amigos do anexo onde viviam há dois anos. Tinha Moushi ao colo e estava apaixonada por Peter van Pels, que levara o gato para o interior do abrigo.
Tinham sido anos de grande tensão e austeridade. As palavras e os alimentos eram racionados com um rigor difícil de imaginar. O importante era conseguirem sobreviver até ao dia em que a liberdade, por fim, chegasse. Mas que dia seria esse? Em que calendário se encontrava registado?
Anne ouviu de novo o ruído dos aviões nos céus do país ocupado e quis beijar Peter. Moushi tinha ciúmes desse amor adolescente que, por vezes, o privava das carícias da menina amada.
- Quando saíres daqui levas-me contigo, não levas, Anne? – perguntou Moishi.
- Claro que te levo, vá eu para onde for, podes ficar descansado – respondeu Anne ao gato de que se tornara dona….
…. Moushi, ouvia notícias na BBC e que eram escutadas em silêncio religioso pelos adultos do anexo, tinha muitas dúvidas e muitos medos.
- Não te fies no que os teus ouvidos ouvem, Anne, porque as feras andam à solta por estas ruas. ….
…. Tudo menos ódio, Moushi, porque ódio mata mais do que as balas….
….. De todos os habitantes do anexo, só o pai sobreviveu no inferno de Auschwitz.
Moushi conseguiu fugir para a rua e nunca mais ninguém teve notícias dele. Talvez tenha morrido de tristeza meses mais tarde. Talvez ainda tenha passado alguns anos a caçar ratazanas, convicto que estava a caçar nazis e a vingar a morte da sua amada. Vá-se lá saber o que faz um gato apaixonado em horas tão terríveis com aquelas.

De Amados gatos de José J. Letria