quinta-feira, 14 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
Vibremos pela cor... e não só...
Estas composições de cores flutuantes, de contornos indeterminados, mas fortemente vibrantes , podem ser momentos de olhares quentes ...
Espero pela tua mão, e, aí, o olhar será diferente.
Óleos de Mark Rothko (1903-1970).
Estes trabalhos são de 1952
terça-feira, 12 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Boa semana... em mês de poesia
DATA
Tempo de solidão e de incerteza
Tempo de medo e tempo de traição
Tempo de injustiça e de vileza
Tempo de negação
Tempo de covardia e tempo de ira
Tempo de mascarada e de mentira
Tempo de escravidão
Tempo dos coniventes sem cadastro
Tempo de silêncio e de mordaça
Tempo onde o sangue não tem rasto
Tempo da ameaça
SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDERSSEN
(fotografia, pormenor da Casa Museu da Musica Portuguesa Verdades de Faria)
Tempo de solidão e de incerteza
Tempo de medo e tempo de traição
Tempo de injustiça e de vileza
Tempo de negação
Tempo de covardia e tempo de ira
Tempo de mascarada e de mentira
Tempo de escravidão
Tempo dos coniventes sem cadastro
Tempo de silêncio e de mordaça
Tempo onde o sangue não tem rasto
Tempo da ameaça
SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDERSSEN
(fotografia, pormenor da Casa Museu da Musica Portuguesa Verdades de Faria)
sábado, 9 de março de 2013
"Não posso ficar calada...." Eu também não...
"Como é possível fazer pintura decorativa ou que ignore o que está a acontecer?"GM
"Desastres de Guerra", exposição para ver e que hoje tive o privilégio de o ter feito numa visita guiada pela artista Graça Morais, sua autora, na Fundação Arapad-Szenes- Vieira da Silva.
Momentos de partilha e outros nem tanto, pois o artista nunca consegue ou não quer revelar tudo.
Seguiu-se um interessante debate com o tema "Que Guerra é esta?" com participantes de luxo intelectual.
Dia 6 de Abril repetirá e o tema do debate será "E depois da Guerra?", com Adelino Gomes, Viriato Seromenho entre outros.
Em tempos de guerra, trabalhemos a paz , mas não a paz dos cemitérios, mas aquela paz que ajude a evitar a guerra que está à porta e que pode desencadear a qualquer momento e que não se saberá quando pode acabar. A História mostrou-nos isso de 1914 a 1945. Palavras de Guilherme d' Oliveira, um dos oradores.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Como sinto o dia 8 de Março....
Fotografia de Dorothea Lange , "Mãe emigrante", 1936
Esta fotografia de uma mulher preocupada, com os seus dois filhos que escondem o rosto , tornou-se o símbolo da grande depressão americana.
Esta fotografia, tão atual, poderia representar o rosto de muitas das nossas mulheres na enorme depressão que este país vive.
Dia da mulher serve para mostrar as desigualdades e sofrimento de género.
Esta fotografia de uma mulher preocupada, com os seus dois filhos que escondem o rosto , tornou-se o símbolo da grande depressão americana.
Esta fotografia, tão atual, poderia representar o rosto de muitas das nossas mulheres na enorme depressão que este país vive.
Dia da mulher serve para mostrar as desigualdades e sofrimento de género.
quinta-feira, 7 de março de 2013
O povo e a poesia....
Era uma vez um banqueiro a Dona Isabel ligado. Vive do nosso dinheiro, mas nunca está saciado. Vai daí, foi a Belém E pediu ao presidente que à sua Isabel também desse um job consistente. E o bom do senhor Cavaco admitiu a senhora, arranjando-lhe um buraco e o cargo de consultora. O banqueiro é o Fernando, conhecido por Ulrich, e que diz, de vez em quando, «Quero que o povo se lixe!». E o povo aguenta a fome? «Ai aguenta, aguenta!». E o que o povo não come enriquece-lhe a ementa. E ela, Dona Isabel, com Cavaco por amigo. não sabe da vida o fel nem o que é ser sem-abrigo. Cunhas, tachos, amanhanços, regabofe à descarada. É fartar, que nós, os tansos, somos malta bem mandada. Mas cuidado, andam no ar murmúrios de madrugada. E quando o povo acordar um banqueiro não é nada. É só um monte de sebo, bolorento gabiru. Fora do banco é um gebo, um rei que passeia nu. Cavaco, Fernando Ulrich, Bancos, Troikas, Capital. Mas que aliança tão fixe a destruir Portugal! (A propósito da nomeação da mulher de Fernando Ulrich para assessora de Cavaco Silva. ) Recebi por mail de mão amiga. Não resisti a partilhar... s |
quarta-feira, 6 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Eduardo Nery, um pintor figueirense, porque aí nasceu em 1934 - 2013
Aqui, Poderão ver o trabalho em azulejaria de Eduardo Nery, num levantamento simbólico de Rocha se Sousa.
Portugal continua a empobrecer e a vida não se eterniza.
Março proverbial...
Bodas em Março é ser madraço.
Em Março, esperam-se as rocas e sacham-se as hortas.
Em Março, tanto durmo como faço.
Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.
Março duvidoso, S. João farinhoso.
Março, marçagão, manhãs de Inverno e tardes de Verão.
Nasce erva em Março, ainda que lhe dêem com um maço.
Páscoa em Março, ou fome ou mortaço.
Poda-me em Janeiro, empa-me em Março e verás o que te faço.
Podar em Março é ser madraço.
Quando em Março arrulha a perdiz, ano feliz.
Quando Outubro for erveiro, Guarda para Março o palheiro.
Quando vem Março ventoso, Abril sai chuvoso.
Quem em Março come sardinha, em Agosto lhe pica a espinha.
Quem poda em Março, vindima no regaço.
Sáveis por S. Marcos (25/04), enchem-se os barcos.
Temporã é a castanha que por Março arrebenta.
Em Março, esperam-se as rocas e sacham-se as hortas.
Em Março, tanto durmo como faço.
Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.
Março duvidoso, S. João farinhoso.
Março, marçagão, manhãs de Inverno e tardes de Verão.
Nasce erva em Março, ainda que lhe dêem com um maço.
Páscoa em Março, ou fome ou mortaço.
Poda-me em Janeiro, empa-me em Março e verás o que te faço.
Podar em Março é ser madraço.
Quando em Março arrulha a perdiz, ano feliz.
Quando Outubro for erveiro, Guarda para Março o palheiro.
Quando vem Março ventoso, Abril sai chuvoso.
Quem em Março come sardinha, em Agosto lhe pica a espinha.
Quem poda em Março, vindima no regaço.
Sáveis por S. Marcos (25/04), enchem-se os barcos.
Temporã é a castanha que por Março arrebenta.
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