Fotografia de R. Doisneau
domingo, 13 de abril de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
mas... a perfeição da quarta feira não se ficou por ali...( 1)
Uma exposição bem bonita e plena de sentido para quem a pintou, o artista grego CRHISTOS BOKOROS, No Caminho da Essência.
A sua história e a do seu povo.
A não perder no Centro Cultural de Cascais.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Uma quarta feira perfeita...
Ir à feira e ao lado passar pela Biblioteca Municipal e sentar a ler as notícias do dia ou de dias já passados.
Mágico...
Para o Sérgio , é ás terças, mas é a feira da ladra.
terça-feira, 8 de abril de 2014
A pequena pausa primaveril porque os ritmos não são contínuos....
Pinturas de Félix Vollotton, 1865-1925
És tu a Primavera que eu esperava,
A vida multiplicada e brilhante,
Em que é pleno e perfeito cada instante.
Sophia de Mello Breyner, Promessa
segunda-feira, 7 de abril de 2014
imagens com história....
Galeria VIARCO, na Cidadela de Cascais. Uma instalação com a história do fabrico dos lápis VIARCO, cuja fábrica se situa em Oliveira de Azeméis, ainda de fabrico artesanal.
Muito interessante.
Ainda me lembro do meu grau de exigência :- Um lápis viarco, nº2.
domingo, 6 de abril de 2014
A vida ou a força de um "like"...

Por ironia do destino li a sua última crónica na revista SÁBADO, hoje. Ouviu-se há pouco que " se distraiu com a vida"....
UMA DOSE DE ENERGIA
Começa mal o dia na Consulta da Fundação Champalimaud. Fico a saber que a coisa se complicou, não muito, só um bocadinho, à la cancre, sneaky e filho da puta . Nunca é claro, nunca fala claro, é sempre aos pouquinhos,
......
......
Ás 2h30, surpreendido por uma vaga de energia inusitada - costumo deitar-me cedo mas o cancro põe o coração a 150 de pulsação o dia inteiro, e a entrevista a Daniel de Oliveira despertou-me ainda mais - estava no Facebok a responder a mensagens e a pedidos de amizade quando alguém me perguntou: "Recebeste?" Indaguei: "O quê?" Resposta: "A energia que te enviei!!!!!" Quero mais, várias doses por dia se puder ser... Coincidência ou acaso, certas coisas que não compreendemos funcionam mesmo.
Revista Sábado , de 3 de abril de 2014, excertos da crónica semanal de Manuel Forjaz
Bom domingo...
Com venda ou sem venda o amor é bom.
Quero o seu elogio. que os tempos têm sido maliciosos para com a vida de muitos . Conhecidos e anónimos....
Hora de beber; parcimônia,
Hora de falar; discrição,
Hora de comer; continência,
Hora de amar - (muita) atenção.
Poeminha (Bem) Moderato, de MillôrFernandes
Bonecos de Estremoz, série "amor é cego"
sábado, 5 de abril de 2014
Porque todos os dias e a toda a hora morre gente que nos fez feliz. Desta, José Wilker
Sei que admirava o homeme e o artista.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
ei-los que partem...1949-2014
Memória descritiva
E ninguém o explicou melhor que Montalbán.
Terá sido inventado pelos povos do Norte, e posto à venda pelas agências de viagens.
Também não fui indiferente ao Sul.
Mesmo que ele não fosse mais do que uma palavra.
Ataviei-me de cores e de cheiros minuciosamente elaborados na Beira, e parti para o Algarve.
O Sul.
Cedo me dei conta de que havia mais sul a Sul.
Mas apenas transpus o Estreito, seguindo a rota delineada pelos profetas da minha geração.
Paradoxalmente, esse outro Sul, a sul das praias de Tarifa, apenas me devolvia ao Norte.
Neste caso, o de África.
Os labirintos sempre me fascinaram, mas eu preferia mil vezes partir à procura do fim do arco-íris, do que decantar os vasos comunicantes do horizonte.
[Longe do mundo; frenesi, 2004]
Sul
O Sul não existe.E ninguém o explicou melhor que Montalbán.
Terá sido inventado pelos povos do Norte, e posto à venda pelas agências de viagens.
Também não fui indiferente ao Sul.
Mesmo que ele não fosse mais do que uma palavra.
Ataviei-me de cores e de cheiros minuciosamente elaborados na Beira, e parti para o Algarve.
O Sul.
Cedo me dei conta de que havia mais sul a Sul.
Mas apenas transpus o Estreito, seguindo a rota delineada pelos profetas da minha geração.
Paradoxalmente, esse outro Sul, a sul das praias de Tarifa, apenas me devolvia ao Norte.
Neste caso, o de África.
Os labirintos sempre me fascinaram, mas eu preferia mil vezes partir à procura do fim do arco-íris, do que decantar os vasos comunicantes do horizonte.
[Longe do mundo; frenesi, 2004]
Palavras de Jorge Fallorca que partiu para um mundo sem livros... AQUI, ou não?
quarta-feira, 2 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
Nem o povo já ordena e o proverbial Abril se cumprirá.... Veremos.
“Abril, tempo de cuco, de manhã molhado e à tarde enxuto.”
“Em Abril águas mil.”
“Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.”
“Abril molhado, sete vezes trovejado.”
“Abril chuvoso, Maio ventoso e Junho amoroso, fazem um ano formoso.”
“Uma água de Maio e três de Abril valem por mil.”
“Em Abril cada pulga dá mil.”
“Quem em Abril não merenda, ao cemitério se encomenda.”
“Tarde acordou quem em Abril podou.”
“Em lua de Abril tardia, nenhum lavrador confia.”
“Vinha que rebenta em Abril, dá pouco vinho para o barril.”
“O vinho e Abril é gentil.”
“No princípio ou no fim, Abril é ruim.”
“O grão em Abril, nem por semear nem nascido.”
“Sáveis por S. Marcos (dia 25) enchem os barcos.”
“Não há mês mais irritado que Abril zangado.”
“Inverno de Março e seca de Abril deixam o lavrador a pedir.”
“Quem em Abril não varre a eira e em Maio não rega a leira, anda todo o ano em canseira.”
“Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.”
“Abril, Abril, está cheio o covil.”
“Não há mês mais irritado do que Abril zangado.”
“No princípio ou no fim, costuma Abril a ser ruim.”
“Quando vem Março ventoso, Abril sai chuvoso.”
“Em Abril queima a velha o carro e o carril.”
“Em Abril, lavra as altas, mesmo com água pelo machil.”
“Em Abril, vai onde deves ir, mas volta ao teu covil.”
Desenho de Cipriano Dourado
Desenho de Cipriano Dourado
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