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| Cerâmica do artista plástico Ferreira da Silva |
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
1ºde Dezembro analisado por dois historiadores no séc. XXI
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Momentos de ouro com o pintor João de Almeida. Aconteceu agora...
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| Pintura em pastel, de João de Almeida |
... na RTP2, no prograna AFINIDADES, conduzido por Maria João Seixas
João de Almeida, com quase 90 anos, está um jovem pleno de práticas e projectos de pintura.
Uma história de vida incrível.
Se não puderem ver na televisão, deixo aqui o link com uma entrevista dada há um ano ,a Henrique Monteiro, para o jornal Expresso. (ler entrevista)
domingo, 27 de novembro de 2016
sábado, 26 de novembro de 2016
bom fim de semana, sem esquecer um ano de optimismo...
Ninguém pode viver eternamente feliz nem infeliz. Há pausas.
A tal de" geringonça" , que eu gostava mais que fosse "passarola", e os seus 365 dias, que cá pelo meu burgo fez força para que existisse.
Não são as nossas ideias que nos fazem optimistas ou pessimistas, mas o optimismo e o pessimismo de origem fisiológica que fazem as nossas ideias.
Miguel Unamunoquarta-feira, 23 de novembro de 2016
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Fim de decanato... Entre o escorpião e o sagitário
1913. Femme brune assise de face, avec guitar, Felix Vallotton
Tivesse ainda tempo e entregava-te
o coração...
domingo, 20 de novembro de 2016
Olhar o tempo...
Eu não Quero o Presente, Quero a Realidade
Vive, dizes, no presente,
Vive só no presente.
Mas eu não quero o presente, quero a realidade;
Quero as cousas que existem, não o tempo que as mede.
O que é o presente?
É uma cousa relativa ao passado e ao futuro.
É uma cousa que existe em virtude de outras cousas existirem.
Eu quero só a realidade, as cousas sem presente.
Não quero incluir o tempo no meu esquema.
Não quero pensar nas cousas como presentes; quero pensar nelas
como cousas.
Não quero separá-las de si-próprias, tratando-as por presentes.
Eu nem por reais as devia tratar.
Eu não as devia tratar por nada.
Eu devia vê-las, apenas vê-las;
Vê-las até não poder pensar nelas,
Vê-las sem tempo, nem espaço,
Ver podendo dispensar tudo menos o que se vê.
É esta a ciência de ver, que não é nenhuma.
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Vive só no presente.
Mas eu não quero o presente, quero a realidade;
Quero as cousas que existem, não o tempo que as mede.
O que é o presente?
É uma cousa relativa ao passado e ao futuro.
É uma cousa que existe em virtude de outras cousas existirem.
Eu quero só a realidade, as cousas sem presente.
Não quero incluir o tempo no meu esquema.
Não quero pensar nas cousas como presentes; quero pensar nelas
como cousas.
Não quero separá-las de si-próprias, tratando-as por presentes.
Eu nem por reais as devia tratar.
Eu não as devia tratar por nada.
Eu devia vê-las, apenas vê-las;
Vê-las até não poder pensar nelas,
Vê-las sem tempo, nem espaço,
Ver podendo dispensar tudo menos o que se vê.
É esta a ciência de ver, que não é nenhuma.
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Fotografia de Mário Branquinho, via FB
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Vamos ver "As Lusíadas"?
Ao escrever Os Lusíadas, Luís de Camões esqueceu-se (ou não terá achado conveniente assinalar) que muitas mulheres contribuíram para a expansão portuguesa fazendo o mesmo percurso que os seus heróis, passando pelas mesmas dificuldades e sofrendo, muitas vezes, castigos severos pela ousadia.
Ao longo dos séculos, As Lusíadas foram ignoradas pela generalidade dos historiadores, como se a sua motivação para a viagem fosse menos nobre do que a dos homens, ou como se a sua vontade e coragem fossem indignas de constar na História de Portugal.
Iria, Inês, Maria, Cecília, Catarina, Isabel, Antónia, Beatriz e tantas, tantas outras, foram mulheres corajosas “Mais do que permitia a força humana..."
Texto retirado do FB da própria encenadora da peça, Maria João Rocha
Ao longo dos séculos, As Lusíadas foram ignoradas pela generalidade dos historiadores, como se a sua motivação para a viagem fosse menos nobre do que a dos homens, ou como se a sua vontade e coragem fossem indignas de constar na História de Portugal.
Iria, Inês, Maria, Cecília, Catarina, Isabel, Antónia, Beatriz e tantas, tantas outras, foram mulheres corajosas “Mais do que permitia a força humana..."
Texto retirado do FB da própria encenadora da peça, Maria João Rocha
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
e, aos poucos, vou -me aproximando do meu "Mar"...
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encontros felizes.... e eu tão atrasada
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
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