sábado, 18 de março de 2017

Memoria.... "Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós


...
Eu não ponho flores neste cemitério.
Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos.

Belíssima crónica de Clara Ferreira Alves, no Expresso de hoje. 
Os nascidos depois do 25 de Abril ou poucos anos antes, não sabem esta História.

Fotografias de Alfredo Cunha

quarta-feira, 15 de março de 2017

olhando o planeta Vénus da minha janela...

Menez, 1988,

Conselho


Sê paciente; espera
que a palavra amadureça
e se desprenda como um fruto
ao passar o vento que a mereça.
                                                     Eugénio de Andrade

quinta-feira, 9 de março de 2017

Muitos dos meus dias....

Felix Valloton

Ontem


 Vinha eu pela beira-mar e a pensar  "Mulher". 
E também havia malquereres .


 E pensei, mudam-se os tempos actualizam-se os desejos e as vontades. 
Desfolhar um malmequer e dizer :

-  bem-me -quer , bem- me- quero..

 E por aí fora, até à última pétala. 
Uma questão de auto estima. 
Eles não sabem nem sonham , que quando damos uns pulinhos , o mundo ri e avança, como "bola colorida nas mãos de uma criança ".


terça-feira, 7 de março de 2017

"La Gieringonza " vista de Italia pelo Internazionale ...

La Gieringonza, ontem na capa da revista italiana Internazionale: http://www.internazion
ale.it/  AQUI

( do mural de Rui Curado Silva , FB )

quarta-feira, 1 de março de 2017

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

O pintor e poeta que foi cantado por José Afonso . António Quadros.

Pintor António Quadros (1933-1994 ) AQUI
Riscos, Rabiscos e Sarrabiscos, Homenagem a Eduardo Luís (o amigo Oliva) , 1992
Torcinário Depondo Troféus No Altar da Pátria, 1972

Velha Gaiteira com Chave, 1980
Conheci António Quadros quando muito adolescente . Ainda não tinha ouvido falar nem conhecia José Afonso. Localizemo-nos na Figueira da Foz.
Guardei a sua postura e forma de vestir pela diferença que fazia. Boina, cabelo grande, óculos de massa e camisa de fazenda aos quadrados como a dos pescadores.  
Quando conheci Zeca e soube das afinidades com o pintor e poeta, imaginei-os "clones"um do outro. 
Os feitios de ambos também não eram fáceis...
"Vida", dirá o meu amigo Oliva, a viver em Viseu e a quem António Quadros dedica o primeiro quadro que aqui vos deixo.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Venham mais cinco ....



Como também gosto de recordar o Zeca. Era com este aspecto que muitas vezes o via para os lados da Trindade. 
Há 30 anos choveu copiosamente neste dia. Nunca esquecerei o quanto difícil foi .
O céu rebentou em lágrimas a chorar o seu/nosso cantor.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Miséria, do latim MISER, “infeliz, desafortunado, desprezível”, de origem desconhecida.

La Vie, Picasso, (1903) Cleveland Museum of Art
Os miseráveis ficam sempre melhor dentro das páginas de um romance ou num retrato estético do sofrimento.

Há miseráveis a mais nas nossas ruas. Nas ruas de Londres, Paris, Madrid, Bruxelas... Lisboa.
....
a não perder e ler AQUI.

Artigo de Clara Ferreira Alves, Expresso de 18-02-2017