segunda-feira, 13 de julho de 2009

domingo, 12 de julho de 2009

Estória de amor... para hoje


























MODIGLIANI, nasceu a 12 de Julho de 1884...
Quero acreditar que nunca morreu pelo prazer que as suas pinturas continua a provocar ... uma sensualidade desmesurada...
Quem não gosta?
Multiplas aventuras vividas... mas um grande amor com Jeanne Hébuterne, sua musa e modelo e cuja estória podem ler AQUI

sábado, 11 de julho de 2009

Também para ouvir...


Bom fim de semana, e, ponham a escrita em dia...

Uma boa amiga francesa , Daniéle, partilhou as suas fotografias tiradas a caixas de correio da cidade de Lisboa.


Veio-me à memória o tempo em que com ansiedade se esperava o carteiro, portador de todas as missivas e das belas cartas de amor e amizade,dos postais, os postais que todos os amigos enviavam quando viajavam e dava origem ao coleccionismo levado ao rubro...


Outros tempos... em que toda a carta tinha uma resposta...

Nostalgia por ausência de notícias!



Poema - Redacção

Uma senhora pediu-me
um poema de amor.

Não de amor por ela,
mas «de amor, de amor».

À parte aquelas
trivialidades
«minha rosa, lua
do meu céu interior»
que podia eu dizer
para ela, a não destinatária,
que não fosse por ela?

Sem objecto, o poema
é uma redacção
dos 100 Modelos
de Cartas de Amor.


De Alexandre O) Neill- Poesias Completas




sexta-feira, 10 de julho de 2009

Alegria no trabalho...


"Daqui a nada, pelas 16h30, a sede da LeYa, em Alfragide, vai acolher um espectáculo musical com obras de Charles Gounod e Gaetano Donizetti, interpretadas pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a batuta do maestro Reinaldo Guerreiro.Os 250 trabalhadores do maior grupo editorial português interromperão o seu trabalho para assistirem a esta iniciativa, baptizada «Pausa para Concerto», no jardim interior do edifício. O objectivo é «favorecer a descontracção, a concentração e a criatividade em contexto laboral"
In Biblioteca de Babel
Não seríamos mais felizes no mundo laboral, com pausas para a música ???...
Preparação para os "ouvidos" na minha viagem pelo corpo humano.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Corpo humano , hoje, a boca...

Boca - Charme e sensualidade é o único órgão que na cara tem várias funções: graças a ela comemos, amamos e falamos ... Aprimeira função da boca é a de comer; assim o recém nascido a utiliza logo quando procura o seio materno e por instinto começa a sugá-lo. É grande a diferença dos outros órgãos da cara, que normalmente só têm uma função enquanto a BOCA é usada para beijar, sorrir, gritar,falar e cantar, resumindo, para se exprimir. A BOCA está inseparavelmente ligada uma função mágica e criativa. A Boca pode também destruir... Não é impunemente que na passagem do Apocalise(1, 16) diz que" da boca sai uma espada afiada de lâminas duplas"... [
]A outra dimensão da BOCA é erótica e fascinou inúmeros artistas do séc.XX. Guardemos então, da Boca algumas das melhores recordções das nossas vidas, esqueçamos as más... e daí quem sabe os nossos olhos brilharão, pois são eles que permitem ao mundo exterior entrar em contacto com o nosso mundo interior!

Fotografias de Man Ray

A pensar nas férias...












Pensando nas férias que para alguns se adivinham por aí e contrariando a teoria da alegria no trabalho venham até aqui. Levar a revistinha debaixo do braço, talvez não seja má ideia...
Um dia de Julho feliz!
Pintura de Henri Matisse, Les danseuses

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Maria João Pires será sempre uma mulher do mundo!

Deixem MJP em paz!


Porque não lhe poderão assistir todas as razões do mundo para ter nacionalidade brasileira ou dupla nacionalidade?

Todos os seus projectos sempre foram envolvidos de polémica... e todos os de boa fé sabem porquê!


Deixem-na viver a sua paixão! A sua vida! E, quanto mais amada se sentir... melhor, se for possível... interpertará!

Quando o Amor acontece, até a "terra mãe "do nosso amado nos apetece adoptar! È a osmose do afecto !

Onde quer que esteja será sempre a GRANDE MARIA JOÃO PIRES, porque a arte e a forma de a interpretar não tem fronteiras...
De Munch, Grito, pintura

Poema - Icaro

O sol dos sonhos derreteu-lhe as asas.
E caiu lá do céu onde voava
Ao ré-do-chão da vida.
A um mar sem ondas onde navegava
A paz rasteira nunca desmentida...

Mas ainda dorida
No seio sedativo da planura,
A alma já lhe pede impenitente,
A graça urgente
De uma nova aventura

Miguel Torga, in DiárioXII (1977)

terça-feira, 7 de julho de 2009

Hoje, na TV, se for caso disso...


Hoje , no canal MOV,não perca o belo filme Paris com a ainda mais bela Julitte Binoche!
Uma homenagem à cidade, uma estória de morte anunciada, uma estória de Amor!
Já vi , mas espero ver de novo...
(22.25h)
(mil desculpas... o filme não aconteceu, informação errada via Público...)

Do monólogo ao hábito...



Diz Saramago, a uma revista cor-de-rosa, a propósito do seu blogue e do acto de blogar... "O blogue é um espectáculo sui generis, onde toda a gente vai fazer o seu monólogo"...
Com razão ou sem ela, ao certo é que eu já tinha saudades de "monologar"!
Trazida pelo vento que faz... aqui estou agarrada de novo ao hábito e ao "monólogo"...

“O hábito é o balastro que prende o cão ao seu vómito. Respirar é um hábito. A vida é um hábito. Ou melhor, a vida é uma sucessão de hábitos, porque o indivíduo é uma sucessão de indivíduos. Hábito é pois o termo genérico para os inúmeros contratos celebrados entre os inúmeros sujeitos que constituem o indivíduo e os seus inúmeros objectos correlativos. Os períodos de transição que separam as consecutivas adaptações representam as zonas perigosas na vida do indivíduo, perigosas, penosas, misteriosas e férteis, em que, por um momento, o tédio de viver é substituído pelo sofrimento de ser.”
Samuel Beckett, in "À Espera de Godot

De Pitecos, "0 povo é quem mais ordenha"...