Blue Roses and Wildsegunda-feira, 25 de outubro de 2010
Modigliani -para um começo de semana...
Modigliani e Jeanne, um amor vivido até às últimas consequências...
Ao rever o filme Modigliani outros contemporâneos avivaram a minha memória...
domingo, 24 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Sagas...

Fotografias de Mariana Rey Monteiro e sua mãe Amélia Rey Colaço, no papel de Fedra.
É-se actor ou actriz no palco e na vida? (entrevista)
Eu nunca fui capaz de representar cá fora.
A minha mãe morreu aqui em casa e uma das coisas que me disse foi: "Vai-me dar este recado assim assim ao telefone." Era um recado difícil, era para não magoar alguém. "Ai mãe, custame tanto ir fazer isso!" A frase que ela me disse foi esta: "Tu és actriz suficiente para o poderes fazer." Eu disse-lhe: "Mãe, por que é que não havemos de ser todos, sempre, pão-pão, queijo-queijo?" Ela olhou para mim e respondeu: "Com a nossa educação é impossível." É isso.
Por vezes sinto que não quero magoar o próximo; outras isso não me deixa ser tão menos actriz como eu gostaria
Eu nunca fui capaz de representar cá fora.
A minha mãe morreu aqui em casa e uma das coisas que me disse foi: "Vai-me dar este recado assim assim ao telefone." Era um recado difícil, era para não magoar alguém. "Ai mãe, custame tanto ir fazer isso!" A frase que ela me disse foi esta: "Tu és actriz suficiente para o poderes fazer." Eu disse-lhe: "Mãe, por que é que não havemos de ser todos, sempre, pão-pão, queijo-queijo?" Ela olhou para mim e respondeu: "Com a nossa educação é impossível." É isso.
Por vezes sinto que não quero magoar o próximo; outras isso não me deixa ser tão menos actriz como eu gostaria
(ontem , por engano , desejei bom fim de semana... parece que até sonho com o fim-de-semana
para descanasar... Coisas.)
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Bom fim se semana...

Manuscrito de Mário-Sá Carneiro"Nós três somos de Paris. E somos. Temos esta elegância, esta devoção, este farol de Fé, "escreveu Almada a José Pacheko, sendo o terceiro Sá-Carneiro. O elemento entre eles era a cidade- luz, a sua vivência, a ausência dela, tudo se tendo consumado no trágico suicídio do autor da "Confissão de Lúcio" em 1916. Pouco antes Sá-Carneiro escrevera a Pacheko: "Tenho tantas saudades da sua Alma - a sua alma toda em oiro! Que pena! Que pena! E chegou a admitir: " Parece-me que já nem gosto de Paris. Não sei nada, nada, nada. Um grande vazio! Nunca me esqueço da sua Alma, do seu Espírito - de toda a criatura adorável que você é. Tenho tantas saudades da sua companhia".
Numa edição muito especial da Revista Egoísta deste mês, há um tema interessantissimo de "rigor analitico " e interpretativo, feita pelo grande grafólogo, Alberto vaz da Silva , tocante ao espólio dos "três de Paris."
Desenho de Almada Negreiros
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Easy jet, no Terminal 2...

Partilhar, partilhar, partilhar... a opinião do amigo do POLITEIA e retenham sempre este blogue de opinião , lúcido e descomprometido.
É só mais um escandalo. Em tempo de crise, quem tem olho, é rei...
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Pintura- o caos organizado...
Óleo sobre tela ,de António Viana, 1991Criar uma ordem a partir de coisa nenhuma, sendo que essa ordem e os princípios a que obedece podem assumir contornos mais próximos de uma ideia de caos.
Seria então mais apropriado falar-se de um caos organizado, ou do fascínio - que é também um desafio - de instalar uma ordem que nasce de uma sucessão de instáveis equilíbrios, permanentemente à beira do caos: uma espécie de castelo de cartas de formas que remetem para um universo de múltiplos significados, onde os objectos são soberanos...
In catálogo de exposição de António Viana, em 1991
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Os melhores anos das nossas vidas....

Para ti, flor de vida, vamos pensar a tua e nossas vidas, as alegrias que sempre lhe deste, e, nós como húmus , vamos continuar o alimento deste amor que não tem fim…
Perguntaram ao escritor: - O livro foge-lhe quando o acaba de escrever?
_ Não sei se ele foge. É como os filhos. Os filhos não são nossos, mas também não são de mais ninguém, não é?”
Meu António, meu cidadão do mundo, do outro lado do atlântico, “cumple tus años” que nós continuamos à tua espera para soprar as velas.
Será que ainda o quererás?
Subscrever:
Mensagens (Atom)






