sábado, 16 de abril de 2011

E a festa continua... tema , DA EUROPA AO NOVO MUNDO 1883-1945


.... Tal como Dovorák tinha anunciado nos últimos anos do séc. XIX, emergem novas expressões musicais que ganham corpo sobretudo nos Estados Unidos, recorrendo às tradições afro-americanas: é a era dos blues e do jazz e de uma primeira estética de fusão, que dará origem a Copland e a Gershwin. A reação desses novos sons dá-se na Europa do 1º pós guerra (depois de 1918), com compositores como Ravel e Kurt weill, mas o movimento acentua-se depois da ascensão ao poder do nacional-socialismo em 1933, que leva ao êxodo de compositores e intérpretes, na sua maioria para a América....
Kurt Weill, Sinfonia

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Bom fim de semana... sem azares...

Acabo de receber, por mão amiga, a música que tocava quando o Titanic se afundou... e, veio-me à memória que lá em casa da nossa família, nós libertos de superstições, ouvíamos "A Ramona" em disco de 78 rotações. Obrigada João. Por acaso, a minha amiga Zé, que veio de Bruxelas defender a sua bela tese, sobre nacional-cancenotismo /cantores e cantautores, que certamente vamos ver um dia publicado com toda a propriedade e talento, não ouviu " A Ramona",contudo, ontem, foi roubada, cartão , sem código, conseguiu que lhe levassem o dinheiro todo, espera neste momento, deseperada , que a sua gestora de conta lhe explique como. Levou o carro à revisão a um lugar afastado de casa, pediu boleia a duas senhoras... que a olharam e se excusaram... E olhem que a Zé é uma bela senhora, uma das caras mais bonitas que a RTP2 teve nos anos 70. E, quase em lágrimas, dizia-me : - quero-me ir embora para BRX quanto antes, hoje, se fosse possível..., este país é uma.... E eu bem que ía com ela....

De 14 para 15 de abril de 1912, aconteceu...






Diziam os antigos, os nossos avós , que não se podia nem devia tocar a música que se estava a ouvir quando o Titanic se afundou, pois era agoirenta....

Fatos eram narrados, que tinham acontecido quando a música tocava. Sempre trágicos.

.'Titanic' Theme Song.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Ontem, aconteceu. "Estados de Guerra..."

Estados de Guerra – Todos contra Todos (continuação) No ciclo de conferências das terças-feiras, comissariadas por Rui Trindade, na Culturgest, ontem foi o dia em que António Granado, antigo jornalista do Público e agora editor multimédia da RTP, nos contemplou com clareza e conhecimento de causa “Os media em estado de guerra”. O que eu suspeitava, foi ali clarificado e deixou-me um pouco aterrada com a manipulação que se vive cada dia, cada hora e cada minuto com os media em particular, no que diz respeito ao nosso torrãozinho… e em geral, pois o problema é global e antigo, Granado falou-nos dos vários tipos de guerra que se vive e que os dividiu em três partes: -1ª Uma guerra civil porque começa no seu próprio interior….constrangimentos vários têm vindo a domesticar os media, que há muito, perderam o seu papel tradicional de quarto poder. 2ª Uma guerra preventiva, que os media travam com todos aqueles que, segundo a sua visão antiquada, prejudicam o negócio, a começar pelo Google ou pelos próprios leitores, que não estão dispostos a pagar pelos conteúdos com cada vez menor qualidade 3ª – Há uma guerra de guerrilha que os media têm muitas dificuldades em travar: a guerra com os inúmeros produtores de informação que a Internet tornou possível. Para este crescimento de produtores independentes contribuiu em muito o declínio do jornalismo nos últimos anos, plasmado em intermediários como o Wikileaks, que vieram substituir os velhos gateKeepers de uma imprensa desacreditada. No suporte multimédia apresentado, foi interessante, deveras surpreendente, mostrar um exemplo com a primeira página do DN de domingo, que mostrava Sócrates numa fotografia exemplar, durante o Congresso. Não era de nenhum fotojornalista credenciado, mas assinada por um adjunto do primeiro ministro cujo nome não lembro, ou seja, feita com a “prata” da sua/nossa casa… com retoques, arranjos ao jeito do narcisismo desta “abecerragem”. Para a semana há mais...

Presentinhos destes, são sempre bem vindos...

Parabéns, mdsol

QUANDO EU ERA CRIANÇA Quando era criança Vivi, sem saber, Só para hoje ter Aquela lembrança. É hoje que sinto Aquilo que fui. Minha vida flue, Feita do que minto. Mas nesta prisão, Livro único, leio O sorriso alheio De quem fui então. Fernando Pessoa Parabéns,à amiga "azulzinha" :)) Farás as quadras minha amiga, pois não sei o que se passa que o texto altera quando o lanço.... Mais uma dica técnica que devo estar a precisar... Help!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Leituras...

Pintura de António Viana, 2010
Empreendedorismo, precisa-se.

Como todas as terças-feiras, gosto de ler Alberoni.(aqui)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Mário Viegas - "Os ais"

Momentos , que não de ouro....



Ai... que" ouver" um é" ouver" o outro...Estes dois cavalos são para abater...por amor de deus.

Grata ao meu tão amado OR (clicar) para através da sua pintura metaforisar os meus estados de alma para com o estado da nação.

Para amanhã, prometo flores...


Pinturas de Odilon Redon