sexta-feira, 18 de maio de 2012
Património, seu dia. Mas qualquer dia é bom para visitas mais alargadas...
(clicar) Monserrate, em Sintra, uma pérola que um dia poderá brilhar no seu todo.
Como foi possível ter chegado a este ponto?
Um património inestimável.
Aconteceu andar por aqui um destes dias de intenso calor.
Pintores portugueses
Guilherme Parente, Pescatori, sem data
Nada nele é febril e tudo contém maravilhoso. Não é uma alucinação ou um contínuo de alucinações, mas encaminha-se para o êxtase, por vezes em alegria, outras vezes em meditação...
Palavras de F. de Azevedo
Nada nele é febril e tudo contém maravilhoso. Não é uma alucinação ou um contínuo de alucinações, mas encaminha-se para o êxtase, por vezes em alegria, outras vezes em meditação...
Palavras de F. de Azevedo
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Pintores portugueses
José Escada, 1934-1980, sem título
«Ce qui tremble toujours un peu,
alors, c'est dans nous...»
São versos de um poema que Escada usou como epígrafe para uma exposição sua. Que nesta, seja entendível esse frémito subtil que percorre em emoção e em autêntica pureza a sua obra acabada.
Palavras de Fernanado de Azevedo
«Ce qui tremble toujours un peu,
alors, c'est dans nous...»
São versos de um poema que Escada usou como epígrafe para uma exposição sua. Que nesta, seja entendível esse frémito subtil que percorre em emoção e em autêntica pureza a sua obra acabada.
Palavras de Fernanado de Azevedo
quarta-feira, 16 de maio de 2012
O voo...
A alegria e acoragem são um par de asas que nos fazem voar à procura do infinito.
Assim aconteceu...
Um dia que começo a festejar...
Tuas coisas de mulher
O pente
Os sapatos
A escova
As meias naturais
A camisa ingénua
Os seios despertos
A desordem dos restos fúteis
Do teu corpo
O pente
Os sapatos
A escova
As meias naturais
A camisa ingénua
Os seios despertos
A desordem dos restos fúteis
Do teu corpo
Pintura de António Dacosta, A Imagem Perdida e um poema do mesmo autor
terça-feira, 15 de maio de 2012
Jazz, ESTORIL JAZZ
Scott Hamilton, dia 18 de Maio, ESTORIL JAZZ, Auditório do Casino Estoril.
PINTURA DE STUART CARVALHAIS
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Navegar é preciso... viver, também
Pintura de Ronaldo Mendes, que me fez lembrar este imenso mar que tanto nos podia ajudar....
Como há tempo dizia o amigo Sérgio Ribeiro, " somos o maior país da Europa com a linha atlântica que é nossa pertença".
Podíamos viver tão bem...
domingo, 13 de maio de 2012
Momentos...
A Mão de Deus ou a Criação, de Rodin
Uma mão pode acariciar, ameaçar, agarrar, bater, criar, e mesmo matar...
Com a mão, o homem exprime-se e manipula o mundo ou pelo contrário pode construir um à sua imagem.
Uma mão pode acariciar, ameaçar, agarrar, bater, criar, e mesmo matar...
Com a mão, o homem exprime-se e manipula o mundo ou pelo contrário pode construir um à sua imagem.
sábado, 12 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Isto não podia ter acontecido...
Está com um ar tranquilo e feliz. De onde vem a sua felicidade? De muitas coisas... Dos projectos muito entusiasmantes que tenho pela frente, mas acima de tudo por ter encontrado o equilíbrio entre o trabalho e a coisa mais importante na vida, que é a família.
(Bernardo Sassetti, em entrevista)
No limite da procura do belo o "buraco" mais negro pode acontecer...
1970-2012 (clicar)
(Bernardo Sassetti, em entrevista)
1970-2012 (clicar)
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Dia da Europa.... Mas que Europa?
«A Europa é feita de cafetarias, de cafés. Estes vão da cafetaria preferida de Pessoa, em Lisboa, aos cafés de Odessa frequentados pelos gangsters de Isaac Babel. Vão dos cafés de Copenhaga, onde Kierkegaard passava nos seus passeios concentrados, aos balcões de Palermo. (...) Desenhe-se o mapa das cafetarias e obter-se-á um dos marcadores essenciais da "ideia de Europa"
George Steiner, in A Ideia de Europa

George Steiner, in A Ideia de Europa

Este o primeiro axioma que Steiner convoca no seu ensaio para pensar uma Europa em desagregação. Desapareceram os cafés. E os que, ainda, sobrevivem - como, por exemplo, o Flore - já não são habitados pela ideia de infinito, mas antes por uma espécie de melancolia generalizada dos europeus, servindo apenas de espelho retro-reflector de um esplendor apropriado à admiração de turistas nostálgicos, refinados ou fetichistas que cruzam o seu limiar com o olhar vago de quem olha para uma qualquer sofisticada reconstituição histórica.
In Blogue , O Leitor sem qualidades
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