quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Este gato tem dono, o João...Outros há que gostariam de ser donos deste gato...
Sabe-se que um dos gatos, lançado no ar como um projétil de uma guerra a fingir, se viu subitamente apetrechado com um belo par de asas que lhe permitiram esvoaçar, triunfal, sobre a cabeça de Salvador Dali i Domènech, conde de Púbol, bufão de todas as cortes do génio, publicitário de si mesmo, arlequim do excesso e da estonteante violência das cores.
Fotografia de João Viana
...
De José Jorge Letria, em AMADOS GATO (EXCERTO)
Fotografia Dali Atomicus
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Leituras breves...
Atlântico
Mar,
Metade da minha alma é feita de maresia.
Sophia de Mello B. Andresen
Fotografia de João Viana
Mar,
Metade da minha alma é feita de maresia.
Sophia de Mello B. Andresen
Fotografia de João Viana
domingo, 8 de dezembro de 2013
sábado, 7 de dezembro de 2013
Bom fim de semana... Ou o Dia em que antes festejávamos como o "da Mãe"... (8 de dezembro)
- PASSAGEM DAS HORAS
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero.
... ....
Poesia de Álvaro de Campos
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
"o que será de nós sem o nosso pai? " Pai, libertador, lutador, sonhador, Madiba...
Um CRISTO negro visitou
a terra
braços abertos
sorriso calmo
alma lavada
e a cruz à sua espera
roubaram-lhe
vida conforto
dias de luta desejada
o pôr do sol austral
(só não lhe roubaram liberdade)
e ainda veio a tempo
(sobrou-lhe idade)
para acender na escuridão o seu sinal
para viver os seus amores, tantos
e deixar o seu olhar sereno
num terno abraço à humanidade
quem dera que tenha adormecido
a sonhar com anjos de todas as cores
Poema comentário ao post anterior vindo da boa amiga ERA UMA VEZ... que connosco conversou em dia de inspiração pelos motivos óbvios.
a terra
braços abertos
sorriso calmo
alma lavada
e a cruz à sua espera
roubaram-lhe
vida conforto
dias de luta desejada
o pôr do sol austral
(só não lhe roubaram liberdade)
e ainda veio a tempo
(sobrou-lhe idade)
para acender na escuridão o seu sinal
para viver os seus amores, tantos
e deixar o seu olhar sereno
num terno abraço à humanidade
quem dera que tenha adormecido
a sonhar com anjos de todas as cores
Poema comentário ao post anterior vindo da boa amiga ERA UMA VEZ... que connosco conversou em dia de inspiração pelos motivos óbvios.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Será mesmo para entender?
Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras.
Clarice Lispector
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Por aqui, só as leituras breves me animam. É tudo tão cansativo...
Nos teus olhos altamente perigosos
vigora ainda o mais rigoroso amor
Alexandre O`Neill, em um Adeus Português
vigora ainda o mais rigoroso amor
Alexandre O`Neill, em um Adeus Português
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
sábado, 30 de novembro de 2013
Hoje apeteceu-me passar por aqui... Leituras breves.
Adriano foi vítima de todo o tipo de intrigas palacianas típicas de quem se move nos meandros do poder, agindo de forma pragmática e eficaz na resolução de conflitos, e, em termos do vasto império que ia desde a Inglaterra até à Pérsia, a prolongar a pax romana recorrendo o mínimo possível à força, com negociações e compromissos inteligentes próprios de um homem de Estado que, pelo relato, é porventura um exemplo até para o seu equivalente nos políticos dos dias de hoje.
(li há pouco que PPC, detestava ACS, quse que se lia, odiva. Disse-o Medereiros Ferreira)
Subscrever:
Mensagens (Atom)


.jpg)


.jpg)
.jpg)
.jpg)


.jpg)



