segunda-feira, 27 de junho de 2016

quarta-feira, 22 de junho de 2016

que ganhe. que ganhe Portugal. Nestes dias tento também entusiasmar-me....


com o jogo que há uns 40 anos eu pensava ser só de e para homens.... Por aqui, a paridade aumentou substancialmente. 
Nestas alturas,  tento sempre compreender "a dança"...  Afinal são só 90minutos... Mas, depois passa-me. E, daqui a 4 anos há mais. 
E, vem-me à memória , o euro de 2004, a forma como o vivi, em Bruxelas, de preferência na Place du Lexemboug, a do Parlamento Europeu, na já mistura fina europeia a pulsar de entusiasmo  e gritaria. Viver um euro quando se vive e trabalha fora, e eu não era emigrante , mas trabalhadora do ensino por vontade própria, tem uma emoção infinita, com o nome de SAUDADE, ou  a defesa de "cria" que é nossa. 
Aconteceu....

segunda-feira, 20 de junho de 2016

leituras breves, mas profundas... Vida

...

é a vida, vulnerável, tremulamente riscada e tenazmente arriscada na vontade de a compreender e manter firme, nesse hirto virtuoso, assaz curioso, a dar ares de poderoso. Entre-o-pode-e-não-pode, o tem-te e não-caias, raia a imensidão incerta, no trémulo pontão e serena escuridão, que não deixa perceber se é para andar, se é para ficar, para cair ou erguer. E assim, por entre os pingos da chuva, rompemos e permanecemos na caminhada alada. Umas tantas vezes no fio da navalha, por onde calha, a suster portes, a pedir sortes, e fracos ou fortes, gemendo e rogando, andando, tentando não cair até ao fim de um caminho encurtado.

Do livro, ESTRANHOS DIAS À JANELA, EXCERTO DO CONTO "VULNERABILIDADES", de Mário Jorge 
Branquinho

Pintura sobre acrílico, autor desconhecido, "A àrvore da Vida"

sábado, 18 de junho de 2016

bom fim de semana... e, os versos prometidos

Jose de Alamada Negreiros, desenho

Pois tudo era memória, acontecia
há muitos anos, e quem se lembrava
era também memória que passava,
um rosto que entre os outros rostos se perdia.

Manuel António Pina, Numa Estação de Metro

sexta-feira, 17 de junho de 2016

amanhã já são 18, dia de ir para a rua defender a querida Escola Pública

(imagem  e texto surripiados ao Jornal on-line, Tornado) AQUI
O economista Eugénio Rosa analisou o financiamento do ensino privado nos últimos 15 anos e concluiu que o Estado gastou, nesse período, perto de 4,5 mil milhões de euros a financiar o ensino básico e secundário privado

quinta-feira, 16 de junho de 2016

"o futuro era brilhante",era, seria, mas nem sempre é...

Cinema, O QUE ESTÁ POR VIR, AQUI.

"Encontros Imaginários", na Barraca, grupo de teatro, dia 20


Marco António foi um célebre militar e político romano da fase final da República, com vida agitada  em combates e traições e que terminou com suicídio ao lado da sua paixão, Cleópatra. Será interpretado pelo cronista Alfredo Barroso. Maria do Céu Guerra, actriz e encenadora, recordará a bela activista da resistência anti –nazi e actriz Francesa Simone Signoret .Federico García Lorca poeta e dramaturgo espanhol criou o grupo de teatro chamado La Barraca e foi  uma das primeiras vítimas da Guerra Civil Espanhola. Será interpretado por Hélder Costa, dramaturgo e encenador.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

10 DE junho ~~~~ "Pátria, Nação, Nacionalismo"

Pátria, Nação, Nacionalismo (Fernanado Catroga)
I
Tem-se por certo que o apego à pátria é ôntica, lógica e cronologicamente anterior ao sentimento que se nutrirá para com o Estado e a nação, prioridade que, levada em conta, pode ajudar a compreender melhor o processo de organização política das sociedades europeias e respectivos sentimentos de pertença, pelo menos desde a Antiguidade Clássica até aos nossos dias, conjuntura em que, nestes domínios, se tem assistido a aceleradas e profundas metamorfoses.


(excerto , AQUI )

Mais uma das minhas escolhas para o Dia de Portugal. Muito bem feito. 
http://www.publico.pt/racismo-em-portugues 

quinta-feira, 9 de junho de 2016

quarta-feira, 8 de junho de 2016

"UMAS QUANTAS PLUMAS", O ´Neill

Por acasos de leitura,encontrei, faz dias, umas quantas plumas de pássaro que desconhece fronteiras. O pássaro esteve há sete anos entre nós. Não chegou a ser o Maiakovski que provavelmente alguém esperava que ele afivelasse, mas alguns entusiastas tocaram-lhe como se o pássaro fosse uma peregrina relíquia do grande poeta soviético. Não era , não podia ser, como rapidamente se viu.
Falo de Evuchenko, quer dizer, de um certo jeito de contrabandear a pacotilha da poesia à sombra de um grave conceito político, o da coexistência pacífica .
Plumas de 1967:
« A poesia é como um pássaro: desconhece fronteiras»

Alexandre O´Neill, do livro JÁ CÁ NÃO ESTÁ QUEM FALOU