domingo, 16 de setembro de 2012

Momentos...

 
 Este é o "meu Rafael"... Tratamento dado aos nossos alunos. A posse.  Comemoração dos 25 anos da Revolução dos Cravos. Freguesia do Castelo. Onde estará hoje o Rafa???
"Este não à violência" , no dia de ontem, 15 de Setembro,  faz-me recuar ao 25 de Abril de 1974...
Hoje com homens e mulheres "desnudados ", belos como o sol que nos ilumina, partilham a revolta e a doçura.


Não somos de brandos costumes.... Somos assim.

Uma reflexão sobre a esperança e a mudança... Portugueses em 2030, que futuro?



" Mesmo que a terra fosse dentro de pouco tempo abalada por um choque celeste, viver para o outro, subordinar a personalidade à sociabilidade, não cessariam de constituir até ao fim o bem e o dever supremos."
Auguste Comte


Bom fim de semana...


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Um premiozinho em tempo de crise... Bem bom...

Mar à vista... - Um espaço pleno de vivacidade e frescura por onde sentimos necessidade de passar diàriamente para refrescar a mente ! 


Ele veio de um blogue que eu desconhecia mas que passa também para vós.AQUI, NO PONTA DE ESQUERDA

Leituras breves...

Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas
.

Sophia de Mello Breyner Andresen/Rafael de Penagos

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Para o dia de hoje... Um registo para a "eternidade"...


O antes e o depois de um café com história... em Coimbra




Ontem a vida transportou-me de uma forma especial até Coimbra.
"Sentei-me" na Brasileira, café  de referência, e pensei o querido amigo Joaquim Namorado. As estórias de vida que se viveram naquele espaço a preto e branco... Anos 70 para mim. 
 Depois passou a loja de roupa e hoje tentou regressar com um conceito que nada tem a ver com um passado que deveria ter sido preservado . Hoje vende bolos de noiva... e tomam-se uns cafezinhos como se estivéssemos a fazer parte de um casamento.
Joaquim que não era acanhado no linguajar, se cá voltasse, diria das suas que fariam corar as pedras da Rua Ferreira Borges.

TURISMO

A paisagem é bela,
cumpre o seu dever.

E os turistas mandando-a
em bilhetes postais à família,
cumprem o seu .

De Joaquim Namorado, in INCOMODIDADE

E tudo a propósito de uma certa despedida... e de poesia


Paulatinamente, vamos-nos despedindo da RTP2...
Esta noite e em repetição estivemos com Manuel António Pina.


Manuel António Pina - não apenas na qualidade de poeta mas também na cronista e na de autor de literatura para a infância - foi distinguido no ano passado com o prémio Camões e, com alguns dos seus livros há muito fora do mercado, impunha-se a edição da sua poesia completa, que chega agora no volume «Todas as Palavras». Um volume onde se torna claro o modo como a poesia de Manuel António Pina evoluiu numa busca permanente: «Falta-me uma palavra essencial, / um som perverso para morrer: um sonho».
Isto escrevia o poeta ainda nos anos 60. Agora, já em pleno século XXI, Manuel António Pina já não espera a «palavra essencial», nem que seja ela a ir à procura dele: «Não abras a porta, / se for o sublime diz que não estou, / já temos palavras demais»... 
(texto de junho de 2012, TSF)
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Amor como em casa


Regresso devagar ao teu 

sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que
não é nada comigo. Distraído percorro
o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro. Devagar
te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a tua casa, compro um livro, entro no
amor como em casa.

de Ainda Não É O Fim Nem O Princípio Do Mundo Calma É Apenas Um Pouco Tarde(1974


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Eu também" não gosto disto."..

                                      

indecência

Significado de Indecência

s.f. Caráter do que é indecente.
Ato, dito contrário à decência, ao pudor, aos bons costumes.
Desonestidade, obscenidade


Esmorecida estou  por sonhos afundados nas águas do meu mar .
 Sonhos de uma vida de trabalho, pesadelos de uma 
vida de "jubilada", como dizem os amigos espanhóis...
Muito "ruído" desde sexta -feira à noite. 
Tristeza e muita preocupação.


Pintura de Degas, 1889