quinta-feira, 30 de maio de 2013

Sabe-me dizer, p.f. onde fica a estação de Correio mais próxima?Uhmmmm...



 Resposta: - Terá que ir ao Estoril ou a Cascais, 20m a pé, se for de carro tem que pagar o estacionamento, se for de autocarro, 2euros e vinte para cada lado,  igual a 4  euros 40 cêntimos .
Monte Estoril e Estoril no principio do séc. XX.  Belíssimo.
Monte Estoril no séc. XXI, uma pérola junto ao Atlântico. E também com uma estação de CCT fechada há duas semanas. 
E, o desbaste continua. (aqui) . 

terça-feira, 28 de maio de 2013

A vida e os seus tempos...


                                        Pinturas de Harold Gilman, séc. XIX

Efeméride...


     
                                       (leitura feita nesta edição há uns 50 anos... )

Há 50 anos Aquilino Ribeiro partiu. 
Eu, leitora confessa, por todas as razões apresentadas na notícia (aqui) , ou por razões de preguiça... , só li de Aquilino,  o Romance da Raposa.

Momentos de ouro...

                                           Exposição do Centenário de Álvaro Cunhal
                                               NO- filme a não perder...
Dois momentos culturais vividos há uns dias que me causaram enorme emoção. 

domingo, 26 de maio de 2013

Música...

                                               Miles David faria hoje 87 anos. 
                                              Fiquemos com ele, hoje e sempre.

sábado, 25 de maio de 2013

Leituras breves...

"Portugal é, neste momento, um país nu. Quer dizer, um país sem nenhum álibi histórico, entrincheirado na sua confinada  faixa atlântica, sem possibilidade de sonhar outro sonho que não o seu próprio, caseiro. Nós passámos séculos a fugir de nós mesmos enquanto apenas portugueses. Fuga simultaneamente estelar e criadora que não permitiu nunca que nos encontrássemos connosco mesmos. Fomos sempre outros. Esta fuga é agora impossível. (...) A nossa aventura histórica é a de um povo que viveu sempre em bicos de pés, acima das suas possibilidades reais, esperando tudo de milagres que às vezes aconteciam. (...) Quando os desastres aconteceram, descobriu-lhe logo o antídoto, criando a especialidade lusitana por excelência de transfigurar os alcáceres-quibires reais em aljubarrotas ficticias."
Fotografias tiradas no paredão Cascais/Estoril. ARTE MAR, exposição de esculturas.
Excerto de texto de Eduardo Lourenço, partilhado com Simão Gorjão.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Basta! Basta! Basta! Bom fim de semana



Quero voar
-mas saem da lama
garras de chão
que me prendem os tornozelos.

Quero morrer
-mas descem das nuvens
braços de angústia
que me seguram pelos cabelos.

E assim suspenso
no clamor da tempestade
como um saco de problemas
-tapo os olhos com as lágrimas
para não ver as algemas...

Mas qualquer balouçar ao vento me parece Liberdade.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Emoções primaveris....


Hoje foi um dia de grande emoção à qual penso vir até ele mais tarde...
Estou num processo de "digestão".
Começou no dia primaveril  à beira mar plantado, passou pelo o Terreiro do Paço e acabou no Medeia Monumental. "NO"."NÃO"

domingo, 19 de maio de 2013

Nem tudo é mau...



Museu da Batalha acaba de ganhar prémio Europeu, Kenneth Hudson , . (aqui)
Concepção museológica do artista plástico António Viana.
Há quanto tempo não passa por lá? 
As auto estradas fizeram perder o  encanto desta paisagem arquitetónica, uma das mais bonitas do país.

Coisas do mar...




Hoje, passeando ao longo da Baía de Cascais, entre chuva, sol e uma visita breve do arco-íris.

sábado, 18 de maio de 2013

Bom fim de semana... Um voto mais. Que seja pleno de poesia. Fechem os olhos aos jornais. Forma de sobrevivência....

A VidaA vida, as suas perdas e os seus ganhos, a sua 
mais que perfeita imprecisão, os dias que contam 
quando não se espera, o atraso na preocupação 
dos teus olhos, e as nuvens que caíram 
mais depressa, nessa tarde, o círculo das relações 
a abrir-se para dentro e para fora 
dos sentidos que nada têm a ver com círculos, 
quadrados, rectângulos, nas linhas 
rectas e paralelas que se cruzam com as 
linhas da mão; 

a vida que traz consigo as emoções e os acasos, 
a luz inexorável das profecias que nunca se realizaram 
e dos encontros que sempre se soube que 
se iriam dar, mesmo que nunca se soubesse com 
quem e onde, nem quando; essa vida que leva consigo 
o rosto sonhado numa hesitação de madrugada, 
sob a luz indecisa que apenas mostra 
as paredes nuas, de manchas húmidas 
no gesso da memória; 

a vida feita dos seus 
corpos obscuros e das suas palavras 
próximas. 
Nuno Júdice, in "Teoria Geral do Sentimento"