ESCRITO
NA PEDRA
“Sim e não são as palavras mais fáceis de serem pronunciadas e também as que exigem maior
reflexão” Charles Maurice de Talleyrand-Périgord (1754-1838), político e diplomata francês .
domingo, 4 de outubro de 2015
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
vou entrar em relaxação... com os suspeitos do costume (?)
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| Este é o meu testamento de Poeta, Mário Cesariny, 1994 |
"Afinal o que importa não é haver gente com fome porque assim como assim há muita gente com fome"
Texto de Ana Sousa Dias, Revista EGOISTA, junho, 2015
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
votar, votar, votar, "contra os canhões, marchar, marchar"
Esta foto tem 40 anos, mostra uma fila para as primeiras eleições livres em Portugal, em 1975. A minha avó chamava-lhe «o primeiro dia em que fomos todos iguais.»
De Bernardo J. Rodrigues, do Grupo , Fascismo nunca mais, no FB
momentos
terça-feira, 29 de setembro de 2015
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
saudades de namorar? muito, pouco, ou nada?
Somos muitos... Ainda há espaço nos ramos par compormos o ramalhete. Ler AQUI, Diário de Notícias de ontem. Muito interessante.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
"dou-te um verso"
(adeus palavras, sonhos de beleza, montanhas desoladas da infância donde tudo se via : a alegria e a cegueira do que se não via;)
Manuel António Pina - Farewell Happy Fields
Manuel António Pina - Farewell Happy Fields
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
terça-feira, 22 de setembro de 2015
olhares. .terras do Barroso, Tourém
Poema da Lavadeira
Lava, lava, lavadeira,
Com a alma, com a mão.
Água canta na torneira
Sua líquida canção.
Lava, lava, lavadeira,
Sem descanso, sem razão.
Sua história verdadeira
Escreve-se com sabão.
Água canta na torneira
Sua líquida canção,
Lava, lava, lavadeira,
Com a alma, com a mão.
A manhã é transparente,
Brilha o sol com seu calor.
Tanto sonho de repente
Misturado com suor.
Lava, lava, lavadeira,
Sua roupa-ganha-pão,
Você tem a vida inteira,
Pra cumprir sua missão.
Cícero Alvernaz
Poema tirado do blogue ATRIUM MEMÓRIA, ASSOCIAÇÃO CULTURAL.
"Eu"o poema , eu e o meu olhar
Dizemos «eu»a todo o momento, mesmo quando julgamos estar a enunciar verdades universais. A primeira pessoa do singular é o ponto de partida literário por excelência. Dele emerge, nos melhores casos, um olhar capaz de nos restituir o mundo a partir de um ponto de vista inaugural, permitindo-nos questionar e reavaliar não apenas o que nos rodeia e o que vemos, mas acima de tudo aquilo que somos. *
*Sonetos Inéditos de Fernando Pessoa
As minha fotos. Plantas autóctones da região do Barroso que nascem espontaneamente na maior adversidade, terra queimada.
*Sonetos Inéditos de Fernando Pessoa
As minha fotos. Plantas autóctones da região do Barroso que nascem espontaneamente na maior adversidade, terra queimada.
sábado, 19 de setembro de 2015
bom fim de semana
Com mais ou menos energia, eis-me de novo no já envelhecido Mar à Vista.
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