Em Paraty poderia viver e morrer de amor...
Por Paraty, morro de amores....
E, um dia, quem sabe, quando este meu país sair da sua pequenez, eu aí possa voltar, pela mão da
Mónica, de "ónibus", do Rio de Janeiro até lá , para poder participar na FLIP e, com emoção, poder escrever o que Mónica ou Monipim faz com mestria no seu BLOGUE.
Ler Monipim ou conversar com Mónica, como já aconteceu numa das mais belas livrarias do Rio e uma das mais bonitas do mundo, "A Travessa", é como estar sempre a ver o céu pleno de azul ou uma noite de céu aberto com estrelas...
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Hughes, o guardião da arte... Aconteceu...
Consulta Google
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Historia e estórias do 6 de agosto....
Hiroshima , mon amour... (versão integral)
É a primeira frase que se fala no filme
“Tu n’as rien vu, à Hiroshima”
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Uma passagem breve mas inevitável... Para hoje, o Zeca estava na calha...
E, mais logo, na LX FACTORY os amigos irão olhar para as estrelas e cantar : "traz um amigo também"...
Não me farei esperar...
segunda-feira, 30 de julho de 2012
A pausa.... sem data marcada
Pintura de Gustav Klimt
Desmotivação temporária. Abrandamento nas visitas aos amigos habituais.
Não se vão embora... Quando menos esperarem poderei estar de volta, ou não...
domingo, 29 de julho de 2012
Figueirenses no Teatro... Santos Manuel, partiu....
Já era prevista a partida de Santos Manuel... Deixou-se morrer como quase sempre viveu, sozinho.
Claro que nos dias de hospital, a "entourage" era grande, ou não fossem os atores do Teatro Experimental de Cascais uma família.
Era um lobo solitário, vibrando em pleno em cima de um palco, único lugar onde sabia viver.
Vamos sempre recorda-lo... E, bem. Foram dezenas e dezenas de vezes que o vimos trabalhar, sempre no Tec, hoje Teatro Mirita Casimiro.
Figueirenses na pintura (7), Pedro Pascoinho
Pedro Pascoinho é um jovem pintor figueirense que, sem eu saber bem porquê, me encanta .
Tem sido uma aquisição adiada e que cada vez vejo mais longínqua... :((
Contudo, a Galeria Rastro, com quem Pascoinho trabalha,tem um acervo digno de nota. AQUI
sábado, 28 de julho de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Figueirenses na pintura (6), Heitor Chichorro
Pouco sei de Heitor Chichorro a não ser que foi professor de EVT no Liceu da Figueira da Foz e que quando chegou a`cidade foi para ficar...
Assisto normalmente às suas exposições na Galeria do amigo Zé Beja da Silva, que tem um acervo digno de registo e visita.
Ao pesquisar algo mais sobre Heitor, ocorreu-me pôr aqui o link do Facebook pois talvez possam saber algo mais sobre ele e ser mesmo seu amigo .
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Estórias de vida e amor... Há mulheres que ficam em segundo plano ...
Sarah
Sarah Affonso nasceu a 13 de Maio de 1899. Depois de cursar Belas-Artes em Lisboa, partiu para Paris, onde a sua obra obteve bastante sucesso e reconhecimento. Em 1934, Sarah casou com José de Almada Negreiros, tornando-se na mulher de um dos mais importantes artistas portugueses de todos os tempos. Poucos anos mais tarde deixará definitivamente a sua promissora carreira de pintora.
Este documentário pretende responder a diversas questões: porque abandonou Sarah a pintura? Qual o papel desta mulher na vida de Almada? Qual a sua influência na obra dele e vice-versa? Como evoluiu o trabalho de ambos antes e depois de se conhecerem?
Este filme será uma viagem pela vida e obra de ambos os artistas, pela mão do seu filho José. Uma visita guiada ao mundo pessoal e artístico de Sarah Affonso e Almada Negreiros através daqueles que, de perto, tiveram o privilégio de os conhecer.
Adoro este quadro de Sarah Affonso, "As Meninas". Durante anos tive o seu poster no quarto do meu filho.
Também está exposto no Museu do Chiado, na exposição Arte Déco...
Este documentário pretende responder a diversas questões: porque abandonou Sarah a pintura? Qual o papel desta mulher na vida de Almada? Qual a sua influência na obra dele e vice-versa? Como evoluiu o trabalho de ambos antes e depois de se conhecerem?
Este filme será uma viagem pela vida e obra de ambos os artistas, pela mão do seu filho José. Uma visita guiada ao mundo pessoal e artístico de Sarah Affonso e Almada Negreiros através daqueles que, de perto, tiveram o privilégio de os conhecer.
Adoro este quadro de Sarah Affonso, "As Meninas". Durante anos tive o seu poster no quarto do meu filho.
Também está exposto no Museu do Chiado, na exposição Arte Déco...
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Momentos de ouro...
Sesta, de Almada Negreiros, anos 40
Este quadro de Almada que e pensava ter por título "amantes", tem o nome de "SESTA".
Concerteza que já o devia ter tido visto ao vivo, na grande exposição retrospectiva que se fez nos anos 80 no CCB, mas não me lembro.
Ele é recorrente neste Mar... Adoro-o .Diz-me tudo sobre amantes e sesta.
Hoje estivemos frente a frente numa exposição que andava adiada e se não pode perder. O MODERNISMO FELIZ: ARTE DÉCO.
A maior parte são obras nossas conhecidas, mas estar junto delas é já uma graça da vida.
Têm até Outubro para ir até ao Museu do Chiado.
Este quadro de Almada que e pensava ter por título "amantes", tem o nome de "SESTA".
Concerteza que já o devia ter tido visto ao vivo, na grande exposição retrospectiva que se fez nos anos 80 no CCB, mas não me lembro.
Ele é recorrente neste Mar... Adoro-o .Diz-me tudo sobre amantes e sesta.
Hoje estivemos frente a frente numa exposição que andava adiada e se não pode perder. O MODERNISMO FELIZ: ARTE DÉCO.
A maior parte são obras nossas conhecidas, mas estar junto delas é já uma graça da vida.
Têm até Outubro para ir até ao Museu do Chiado.
As palavras dos outros... Certeiras...
"Há umas quantas caixinhas onde cabemos – tímidos e extrovertidos, utópicos e gélidos, frágeis, racionais, apaixonados, pervertidos e todos os que nos ocorrerem. O pior de todos os cubiculos é o dos fortes que, por dentro, são frágeis. Ajudam, aconselham, estão sempre disponíveis para os outros e a ninguém ocorre que lhes possa também faltar o ar. Regra geral, acabam esgotados. E mais sozinhos do que imaginamos. Por isso, quando conheço um anjo na terra, abraço-o forte – porque não é um anjo mas apenasum de nós. Alguém a quem falta o que nos falta."
*(não sei porque ficaram estas linhas no texto. Mas lê-se bem. As minhas "escusas")
O Luís Osório tem destas coisas.... Escreve , a maior parte das vezes, o que temos necessidade de ouvir, de exprimir estados de alma, que, ao que parece, são mais comuns do que se imagina.
Sobre isso já falámos... Por isso me aproprio das suas palavras com o gosto do autor.
*Foto tirada na praia da Figueira e cuja memória não alcanço... Talvez ainda fosse um anjo... daqueles de "guarda"... , em meados do séc. XX.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Leituras breves... mas profundas...
Umberto Eco definiu Mafalda como:
“Uma heroína zangada que recusa o mundo como ele é, reivindicando seu direito de continuar a ser um menina e que não quer assumir um universo corrompido pelos pais"
Arte performativa de rua, estilo "cow parade", mas com a forma de sorvete, em Bruxelas, 2012
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