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quarta-feira, 8 de junho de 2016

"UMAS QUANTAS PLUMAS", O ´Neill

Por acasos de leitura,encontrei, faz dias, umas quantas plumas de pássaro que desconhece fronteiras. O pássaro esteve há sete anos entre nós. Não chegou a ser o Maiakovski que provavelmente alguém esperava que ele afivelasse, mas alguns entusiastas tocaram-lhe como se o pássaro fosse uma peregrina relíquia do grande poeta soviético. Não era , não podia ser, como rapidamente se viu.
Falo de Evuchenko, quer dizer, de um certo jeito de contrabandear a pacotilha da poesia à sombra de um grave conceito político, o da coexistência pacífica .
Plumas de 1967:
« A poesia é como um pássaro: desconhece fronteiras»

Alexandre O´Neill, do livro JÁ CÁ NÃO ESTÁ QUEM FALOU

domingo, 18 de janeiro de 2015

ser ou não ser "Charlie"

4. Os assassinos da equipa do CH (e depois do ataque à mercearia kosher), sim, têm passado, contexto, tal como a França, a Europa ou aqueles chefes de Estado unidos na compaixão global, uma frente tão inclusiva que não excluiu assassinos de Estado. Charlie realmente não merecia que Netanyahu fosse Charlie. Fora essa frente, e mercenários em geral, bom ver tanta gente junta pela liberdade. A liberdade de expressão sai mais forte de tudo isto, quero crer, a começar pelo CH pós-matança ter saído com um Maomé a dizer “Je suis Charlie”.

AQUI , JORNAL Público, com Alexandra Lucas Coelho