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segunda-feira, 23 de outubro de 2017
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
25 anos depois , Almada Negreiros, para nossa alegria....
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| José de Almada Negreiros (1893-1970) Sem título, sem data, grafite e guache sobre cartão, 53,5 x 36 cm. Coleção particular |
José de Almada Negreiros: uma maneira de ser moderno
Esta exposição antológica mostra a obra de um artista que catalisa a vanguarda nos anos 1910 e atravessa todo o século XX.
Isto de ser moderno é como ser elegante: não é uma maneira de vestir mas sim uma maneira de ser. Ser moderno não é fazer a caligrafia moderna, é ser o legítimo descobridor da novidade.
José de Almada Negreiros, conferência O Desenho, Madrid 1927
(tirado do site do Museu Gulbenkian)
(tirado do site do Museu Gulbenkian)
Etiquetas:
Almada Negreiros,
Exposição,
Gulbenkian,
Modernidade
domingo, 13 de abril de 2014
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Aconteceu...
Duas ou três coisas...
Domingo, recebi a visita de um amigo que me veio oferecer uns frutos secos da época da sua propriedade. Gentil. Entre dois dedos de conversa, que poderiam ter sido três... , falou-me da sua viagem à USA e do seu horror à forma como foi tratado no aeroporto e da destruição quase maciça da sua bagagem.
Nada que não soubéssemos.
Entretanto , ontem passei pela Gulbenkian, com a intenção de ainda participar um pouco no encontro qe tem como tema PORTUGAL E O HOLOCAUSTO, APRENDER COM O PASSADO, ENSINAR PARA O FUTURO. (aqui)
Bem , quando cheguei, fiquei em estado de choque com o aspeto e a real segurança ao vasculharem as malas e da passagem pelo detetor para ter acesso ao Auditório 2.
Fiquei sem saber se ía assistir a um concerto dedicado ao Holocausto, inauguração de uma belíssima exposição cronológica da história de Portugal e da Alemanha , desde 1926 até 1945 e ainda de um filme com testemunhos de judeus refugiados em Portugal , com histórias de vida e de guerra ou se ía embarcar para Nova York para assistir à tempestade Sandy.
Ora tendo o encontro sido organizado pela embaixada americana e pela fundação dirigida pela Lurdinhas de má memória... não espanta tão triste ostentação de segurança num país que ainda considero de acalmia no que concerne ao terrorismo...
Entre nós, terrorismo, só o que este governo implementa, para nos matar lentamente a uns e a outros fulminar.
Domingo, recebi a visita de um amigo que me veio oferecer uns frutos secos da época da sua propriedade. Gentil. Entre dois dedos de conversa, que poderiam ter sido três... , falou-me da sua viagem à USA e do seu horror à forma como foi tratado no aeroporto e da destruição quase maciça da sua bagagem.
Nada que não soubéssemos.
Entretanto , ontem passei pela Gulbenkian, com a intenção de ainda participar um pouco no encontro qe tem como tema PORTUGAL E O HOLOCAUSTO, APRENDER COM O PASSADO, ENSINAR PARA O FUTURO. (aqui)
Bem , quando cheguei, fiquei em estado de choque com o aspeto e a real segurança ao vasculharem as malas e da passagem pelo detetor para ter acesso ao Auditório 2.
Fiquei sem saber se ía assistir a um concerto dedicado ao Holocausto, inauguração de uma belíssima exposição cronológica da história de Portugal e da Alemanha , desde 1926 até 1945 e ainda de um filme com testemunhos de judeus refugiados em Portugal , com histórias de vida e de guerra ou se ía embarcar para Nova York para assistir à tempestade Sandy.
Ora tendo o encontro sido organizado pela embaixada americana e pela fundação dirigida pela Lurdinhas de má memória... não espanta tão triste ostentação de segurança num país que ainda considero de acalmia no que concerne ao terrorismo...
Entre nós, terrorismo, só o que este governo implementa, para nos matar lentamente a uns e a outros fulminar.
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