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quarta-feira, 4 de março de 2015

o mensageiro chegou...

... são os três fieis  Arcanjos- Mores - Miguel, Rafael e Gabriel - , sempre disponíveis para as missões mais difíceis.
Algumas, tão transcendentes como foi essa a de Gabriel, na Anunciação de Maria.
Pois que dessa Anunciação nasceu Jesus e, dessa Natividade, nasceu o Natal !
Natal que é festa de paradoxais celebrações: de verdadeiras utopias; de sentimentos e veleidades; de crenças e de heresias.
Porque os séculos foram desgastando a cristalina pureza dessa divina mensagem que consagrou o Amor  à Humanidade, qual espelho da sublime dádiva daquela semente que, maturada em fruto, germinou no ventre de Maria. 
Mas um espelho que o tempo foi embaciando: de fé, passou a costume; de costume , a circunstância; de circunstância. a pretexto.
Do Natal, sobrevivem os embrulhos de presentes, a euforia dos lojistas,  a reunião das famílias, as memórias do passado, esparsas evocações humanistas...
E sobrevivem os Anjos, os nossos Anjos-da- Guarda que, por desígnio divino, não têm nome de baptismo.
São eles que persistem em iluminar-nos o caminho, em lembrar que o Natal é o riso das crianças. é a prece de viver, é a elevação da alma, é a compaixão do próximo, é o apelo da paz, é o sorriso a quem se ama!
Tudo isso o meu Anjo -da-Guarda me ensinou: sobre o dia de Natal, sobre os Natais de todos os dias.
...
O meu Anjo-de-Guarda, chama-se António.
Hoje, dia três de Março de 2015, nasceu o meu segundo Anjo-de-Guarda, o Gabriel.
Outros virão...

(itálico, excerto de texto da revista EGOISTA, de dezembro de 2014, dedicada aos Anjos, escrito por Mário Assis Ferreira)

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Um ano que acaba. Amanhã acordem como vos der mais jeito, com ou sem rituais cumpridos...


Vivo retirado do mundo
Desfrutando o silêncio da solidão
Corro o ferrolho da minha porta
E tapo a minha janela com raízes e fetos.
O meu espírito vibra com a primavera:
No fim do ano trago o outono no coração.
Assim, imitando os movimentos cósmicos
A minha choupana converte-se num universo.

poesia de Lu Yun


De revista EGOÍSTA DE DEZEMBRO. Uma compra à vossa consideração para o Novo Ano...