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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

... "nenhum gesto a um gesto corresponde"...

Só quem procura sabe como há dias
de imensa paz deserta; pelas ruas
a luz perpassa dividida em duas:
a luz que pousa nas paredes frias,
outra que oscila desenhando estrias
nos corpos ascendentes como luas
suspensas, vagas, deslizantes, nuas,
alheias, recortadas e sombrias.
E nada coexiste. Nenhum gesto
a um gesto corresponde; olhar nenhum
perfura a placidez, como de incesto,
de procurar em vão; em vão desponta
a solidão sem fim, sem nome algum –
– que mesmo o que se encontra não se encontra.

Jorge de Sena, Desencontro, poema

sábado, 20 de setembro de 2014

Por aqui....

Ao chegar, encontrei um apagão no Mar à Vista.

Ou erro meu ou do sistema, mas penso que fui eu com os meus excessos de zelo...

Procuro ajuda. Logo que possa, regresso.

Espero bem não ter que rezar pela alma de algo que tanto estimava.