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terça-feira, 10 de julho de 2018

Ate breve ou inté... Pensamento da tarde . Muito balanço ...




Este ano vi mais futebol do que seria suposto. 
Mundial é mundial . E, ver jogar bom entre equipas, qual delas a melhor, mais Ronaldo..., criou em mim um frisson que me fez, umas vezes em companhia outras só , começar a ver um brilho  e alguma" pedagogia", pois sou analfabeta futebolística.
Adoro Bruxelas e Paris . Mais ligada a Bruxelas. 
Revivi momentos de vida . Pensei nas cervejas belgas por mim eleitas mas acabei a noite num pichet de vin rouge . 
E viva a França.

Até um dia destes.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

que ganhe. que ganhe Portugal. Nestes dias tento também entusiasmar-me....


com o jogo que há uns 40 anos eu pensava ser só de e para homens.... Por aqui, a paridade aumentou substancialmente. 
Nestas alturas,  tento sempre compreender "a dança"...  Afinal são só 90minutos... Mas, depois passa-me. E, daqui a 4 anos há mais. 
E, vem-me à memória , o euro de 2004, a forma como o vivi, em Bruxelas, de preferência na Place du Lexemboug, a do Parlamento Europeu, na já mistura fina europeia a pulsar de entusiasmo  e gritaria. Viver um euro quando se vive e trabalha fora, e eu não era emigrante , mas trabalhadora do ensino por vontade própria, tem uma emoção infinita, com o nome de SAUDADE, ou  a defesa de "cria" que é nossa. 
Aconteceu....

terça-feira, 17 de junho de 2014

hoje vejo a noite e amanhã o dia numa outra janela, e....

.... com memórias bem avivadas de uma infância em que se ouvia o relato de futebol,  lá em casa,  ao domingo.
Hoje, por razões pessoais viajei durante o jogo Portugal/ Brasil. Mas que emoção ouvir o relato da bola na rádio. Pensei para comigo e verbalizei, que aquela forma emotiva e sem papas na língua de relatar, não é boa para cardíacos. 
Com a má prestação da Selecção o radialista fez jus à sua raiva e com toda a razão. Tivesse eu um papel e lápis onde escrever chavões de comentários e estaríamos agora a rir...
E mais não falo pois o futebol não é a minha praia , sou ignorante. Mas em boa companhia , em festas destas até sou capaz de gritar:- força rapazes, sois tão bem pagos que podeis e deveis fazer o melhor e sem violência gratuita. 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

São rosas, senhores... Vermelhas, também...


Há em Bruxelas , perto da conhecida rua dos restaurantes, Rue des Bouchés, uma casa de comida bem portuguesa, de menu bem "tuga" e boa clientela. Fui por lá, feliz.
É a casa do "Bigodes"... Simpático mas de ar sério... Diziam, que além de pedir excesso de trabalho à sua "dedicada" esposa, quando o Benfica perdia, dava uma sova na dita...
Ao longo dos anos, espero que o homenzinho tenha acalmado, pois com tantas derrotas, já teria sido um caso de polícia.
Há pouco, falando no "chat" com uma amiga, despediu-se com brevidade , dizendo:-vou-me deitar que os ânimos estão maus cá por casa  por causa da derrota...
Se nada compreendo de futebol * e não me motiva muito... estes comportamentos ainda me fazem ficar mais obtusa...
Fiquem bem. 
*Mas vi o jogo... aos bochechos. 

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Bom jogo... e que ganhe Portugal....



O futebol era uma das paixões de Jorge Amado. E esse amor rendeu um belo livro infantil, “A bola e o goleiro”, escrito em 1984. O romance fala sobre Fura-Redes, a bola que era a alegria dos artilheiros. Com ela, os jogadores faziam gols sensacionais e inesquecíveis. Os locutores também ficavam enlouquecidos ao narrarem seu percurso. A habilidade para balançar a rede deu-lhe vários apelidos, tais como Esfera Mágica, Goleadora Genial, Pelota Invencível e Redonda Infernal.

Totalmente imparcial, Fura-Redes não privilegiava nenhum time. Queria apenas proporcionar gols e mais gols. Jamais permitia um zero a zero nas partidas que participava. Até que conheceu o goleiro Bilô-Bilô, também conhecido como Cerca-Frangos, Mão Podre, engolidor de francos. Nem precisa dizer que era o desastre do desastre entre os goleiros. Contudo, o inesperado aconteceu. Ao ver Bilô-Bilô com sua camisa cor de caramelo, Fura-Redes se apaixonou. Perdidamente. Tudo o que queria era alinhar-se nos braços do seu amado. A partir daí, por mais que continuasse atuando da mesma forma, Bilô-Bilô não viu mais nenhuma bola entrar no “arco” que guardava. Defendia todas as jogadas. Todos os lances iam direto para suas mãos. Passou a ser chamado de Pega-Tudo e virou celebridade internacional.

Mas chega o dia em que o Rei do Futebol vai tentar seu milésimo gol. E quem entrará em campo junto com o time do melhor jogador do mundo? Bilô-Bilô e Fura-Redes, com certeza. O que será que vai acontecer? O livro foi publicado também em Portugal e ganhou versões em inglês, francês e alemão. A primeira edição, que é a que eu tenho (capa abaixo), traz ilustrações de Aldemir Martins. Boa história, com final que representa a inocência infantil.




 Adenda - Este texto foi tirado do blogue, Livros e Motivos. Também eu tenho a 1ª edição deste livros e de outros absolutamente deliciosos, adaptações de autores clássicos a livros para crianças/adultos.  São ao todo 17 as estórias editadas pela extinta editora CONTEXTO& IMAGEM.