A Lisboa de Carlos Botelho
LAMÚRIA DO CEGO QUE ANTES QUE O FOSSE
Quando era cego eu previa (que freguesia) o que ía acontecer, Era o que se dizia...
Mas agora que bem vejo, só agoiro do que vejo, e já ninguém me quer crer...
Porquê, se todos o podem ver!
Alexandre O`Neill, Poesias Completas
LAMÚRIA DO CEGO QUE ANTES QUE O FOSSE
Quando era cego eu previa (que freguesia) o que ía acontecer, Era o que se dizia...
Mas agora que bem vejo, só agoiro do que vejo, e já ninguém me quer crer...
Porquê, se todos o podem ver!
Alexandre O`Neill, Poesias Completas