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"às vezes há dias assim..."

Ás vezes, há dias assim. Será porque é dia 13?
De manhã soube-se que Dario Fo , o sátiro Italiano , o implacável crítico de Vaticanos e Berluconis tinha morrido. Foi uma carreira brilhante com a mulher Franca Rame, cheia de êxitos e de perseguições, de amor do público e de boicotes e humilhações fascitoides. E a dada altura, ganhou o prémio Nobel! Dario Fo, pessoa decente, telefonou a Saramago : “José, o Nobel era para ti, mas desculpa, deram ao cómico, ao bobo…o próximo é para ti”. E a indignação que esse prémio causou numa série de vermes bem pensantes! Que ele não tinha qualidade literária, que a escrita teatral era de inferior categoria! Despeitados, ignorantes e parolos…falar de literatura através dos séculos é falar de Aristofanes, Sofocles, Gil Vicente, Shakespeare, Molière, Lope de Vega, Calderon, Racine, Brecht, Beckett, Maiakowsky…escritores e práticos de teatro, a luta da exposição pública do drama, da comédia, da sátira, da auto – punição…dos sentimentos, emoções, ódios , g…

Para presentinho , se for caso disso... Nobel da Literatura 2013

Uma poeta, na sua primeira festa literária em território inóspito, é resgatada por um colunista de jornal, acabando por partir numa incursão pelo continente que a leva a um inesperado encontro. Um jovem soldado, ao regressar da Segunda Guerra Mundial para os braços da sua noiva, sai na estação de comboio anterior à sua, encontrando numa quinta uma mulher com quem começa nova vida. Uma jovem mantém um caso com um advogado casado, contratado pelo seu pai para gerir os seus bens. Quando é descoberta, encontra uma forma surpreendente de lidar com a chantagista. Uma rapariga que sofre de insónias imagina, noite após noite, que assassina a irmã mais nova. Uma mãe resgata a sua filha no exacto momento em que uma mulher tresloucada invade o seu quintal. «Quem é capaz de dizer a um poeta a coisa perfeita acerca da sua poesia? E sem uma palavra a mais ou a menos, apenas o suficiente.»Alice Munro, «Dolly», in "Amada Vida" **

** Não conhecia Alice Munro, ficou o desejo....