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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Vamos ver "As Lusíadas"?

Ao escrever Os Lusíadas, Luís de Camões esqueceu-se (ou não terá achado conveniente assinalar) que muitas mulheres contribuíram para a expansão portuguesa fazendo o mesmo percurso que os seus heróis, passando pelas mesmas dificuldades e sofrendo, muitas vezes, castigos severos pela ousadia. 
Ao longo dos séculos, As Lusíadas foram ignoradas pela generalidade dos historiadores, como se a sua motivação para a viagem fosse menos nobre do que a dos homens, ou como se a sua vontade e coragem fossem indignas de constar na História de Portugal. 
Iria, Inês, Maria, Cecília, Catarina, Isabel, Antónia, Beatriz e tantas, tantas outras, foram mulheres corajosas “Mais do que permitia a força humana..."


Texto retirado do FB da própria encenadora da peça, Maria João Rocha

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Vale a pena vir até ao Estoril... Carlos Avillez acertou na "mouche"...


"Viagem à roda da Parvónia" foi escrita por Guilherme de Azevedo e Guerra Junqueiro nos finais do século XIX. Trata-se de uma comédia política, tão provocadora como actual. Estreia dia 13 no Teatro Municipal Mirita Casimiro, no Estoril.
Sinopse:
Proibido logo no dia a seguir à estreia, o texto ganhou, à época, contornos de escandaloso e maledicente. Hoje, passados mais de cem anos, mantém a sua atualidade e pertinência apesar da diferente situação política em que vivemos. Povoada de música, dança e realidade, a peça é o reflexo do nosso presente refletido num espelho do passado, demasiado próximo do que somos. Carlos Avilez arrisca encenar este texto esquecido em que fantasia e verdade se confundem, e em que a crítica ao país de ontem é, afinal, a mesma que se faz ao Portugal de hoje.
"Viagem à roda da Parvónia"
texto - Guerra Junqueiro e Guilherme de Azevedo
versão e dramaturgia - Miguel Graça

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Joaquim Benite, "fazedor" de teatro e de cultura


O teatro e a vida que se foi... Joaquim Benite

"Todo o fantasma, toda a criatura de arte, para existir, deve ter o seu drama, ou seja, um drama do qual seja personagem e pelo qual é personagem. O drama é a razão de ser do personagem; é a sua função vital: necessária para a sua existência."

Pirandello

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

As pancadinhas de Moliére...




Do longe se faz perto... Eu não conheço mas mão amiga trouxe-me até ao Teatro da Serra de Montemuro pela via virtual e cedeu  para este "Mar" as fotografias que aqui vos deixo  e a dica do link .
Dizem que para esses lados também se come muito bem.
É ir e voltar...