
sábado, 10 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
O cinema nos meus dias...


Um filme a não perder de todo. Não me lembro de ter ficado tão fincada à cadeira do cinema como neste" Millenium: os homens que não gostavam de mulheres", a ver AQUI.
Poderá ser um bom exercício para este fim de semana...
Ao livro irei em breve...
Obama, prémio nobel da paz. Gostei.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Poema - "Isto"

Dizem que finjo ou minto
Tudo o que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo
O que me falha ou finda,
È como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está em pé,
livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
De Fernando Pessoa, em Antologia Poética
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
7 de outubro...
«Amália, coração independete»

Esperámos 10 anos para ver o mérito e esplendor desta grande diva, A-MÁ-LI-A, no lugar certo e com conteudo acertado.
Hoje foi dia de CCB. Museu da Electricidade ficará para outro dia.
Tardiamente aprendi a gostar desta Senhora do fado. E do fado também.
Nunca é tarde para reconhecer o bom e o belo.
Deslumbrante exposição fotográfica e não só . A não perder.
Joana Vasconcelos, mais uma vez me deslumbrou com os seus três brincos minhotos.
Portugal, no seu melhor... ou seja, qualquer "coisinha" que nos anime e nos faça sair desta rotina que espero que finde e em bem no próximo domigo.
Durante a exposição deparei-me com o excerto de um poema de Herberto Hélder ,"do Mundo», que aqui vos deixo.
«Um espelho em frente de um espelho: imagem
que arranca da imagem, oh
maravilha do profundo de si, fonte fechada
na sua obra, luz que se faz
para ver a luz»
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Amália numa rua de Paris...
Esta primavera ,em Paris, emocionei-me ao passar numa rua de eleição, Mouffetard . Deparei me com estas estampagens a ombrear com alguns graffitis ambos debotados e envelhecidos.
Ao ver ali Amália, perguntei-me -"há quantos anos estará por aqui?-
Estava muito bem acompanhada, como podem ver.
Como são bons estes encontros inesperados e poder partilhá-los convosco, numa data que hoje é redonda e promete "festejos" a condizer com a diva.
Já não era sem tempo...
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
A república portuguesa e os seus historiadores



Para comemorar os 99 anos da República Portuguesa
nada melhor que relembrar o que de melhor há na
História da Teoria das Ideias , o professor , doutor Fernando Catroga, professor na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
História da Teoria das Ideias , o professor , doutor Fernando Catroga, professor na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Sei que proferiu algumas conferências sobre a República,
na Cãmara de Lisboa. Para o próximo ano ,que vamos ter o centenário , é preciso estar atento... ele poderá estar por lá...
na Cãmara de Lisboa. Para o próximo ano ,que vamos ter o centenário , é preciso estar atento... ele poderá estar por lá...
“… grande parte da atracção que a aspiração republicana exerceu sobre certas camadas da população urbana resultou do facto de ela veicular esperanças históricas características das “sociedades prometeicas” modernas. Com efeito, com o seu culto do trabalho, com o apelo a uma “moral de energia” e com a crença gnóstica nos efeitos perfectíveis da ciência, a ideologia republicana idealizava o verdadeiro cidadão como um herói épico e solar, e que, tal como Sísifo redivivo no fim da sua expiação, podia cantar: «Ergo nas mãos o sol.» Pode assim dizer-se que Prometeu – esse herói mítico também cantado por João de Barros – era o arquétipo exemplar do humanismo republicano ao convidar á revolta contra a escravidão em nome de uma liberdade de espírito que iluminava a futura e definitiva libertação humana. Logo, a educação só seria verdadeiramente emancipadora desde que ensinasse ao homem «o poder do homem, o seu esforço extraordinário e tenaz através dos séculos, e todas aquelas qualidades do idealismo, de bondade, de altruísmo, de solidariedade que têm melhorado – lentamente, sem dúvida, mas seguramente – as condições de vida sobre a terra»
Excerto do livro "O republicanismo em Portugal" de F. Catroga
domingo, 4 de outubro de 2009
Graças à vida que existiu Mercedes Soza...

Castagnino, pintor argentino
A vida é mesmo assim! Nasce-se, vive-se e sai-se lentamente...Os anjos, se existirem, ficarão felizes com a chegada da voz de Mercedes, vulgo Merceditas, para os que com ela privavam. Parece que no reino dos ditos anjos, para fazer companhia a Pavarotti , faltava a voz sonante de Mercedes...
Será que juntos cantarão "CANCIÓN PARA TODOS" ?Um bem-haja à vida!
sábado, 3 de outubro de 2009
Bom fim de semana!


Dia 2 de Outubro foi assim na praia da Claridade..
O Outono tem a faculdade de nos presentear com momentos como estes...
Fiquem bem , entre a cor e o preto e branco...
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