sábado, 18 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
" Esta mulher é formidável", diz ele em francês ... e assim foi o primeiro dia do resto da sua vida
Não consegui ficar imune ao programa que está a passar na RTP1 sobre Cesária Évora.
Mais um reforço para os meus desejos de bom fim de semana.
Bom fim de semana...

Dupont - Assumidamente , vamos fugir que a crise está aí... O mundo mudou...
Dupont - Pois, assumidamente, vamos fugir, que a crise está aí... O mundo mudou...
Finalmente estamos a ficar mais sérios...
Ou seja, nós já somos, eles...
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Um livro muito desejado...


Livro é, espantosamente, uma síntese da história do romance português desde Eça e Camilo.
Primeiro, quanto ao conteúdo, é profundamente realista ( “a realidade bem observada e a observação bem exprimida”, Eça), narrando a história de uma família desencontrada (sem apelido) e de uma vila (sem nome) portuguesas ao longo de 70 anos do sec. XX, descrevendo situações sociais típicas do subdesenvolvimento do interior rural, bem como a reação campesina, emigrando para França, na década de 60.
Primeiro, quanto ao conteúdo, é profundamente realista ( “a realidade bem observada e a observação bem exprimida”, Eça), narrando a história de uma família desencontrada (sem apelido) e de uma vila (sem nome) portuguesas ao longo de 70 anos do sec. XX, descrevendo situações sociais típicas do subdesenvolvimento do interior rural, bem como a reação campesina, emigrando para França, na década de 60.
In JL, por Miguel Real
“O meu melhor livro de sempre” “porque acredito no meu trabalho e acredito também com
muita intensidade, no tema que escolhi, nos ambientes, nas personagens. Trata-se de um romance pelo qual me apaixonei desde a primeira hora.”
muita intensidade, no tema que escolhi, nos ambientes, nas personagens. Trata-se de um romance pelo qual me apaixonei desde a primeira hora.”
Palavras de José Luís Peixoto
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Madredeus - Haja O Que Houver
Francisco Ribeiro, violoncelista dos Madredeus, fundador do mesmo grupo, deixou de estar esntre nós...Só tinha 45 anos, e, do que gostava mesmo de fazer, "era cantar e tocar".
Que o possa fazer para os anjos se eles existirem...
Vidas (2)
(Baixa de Lisboa como pano de fundo)
Também o cineasta Manuel de Oliveira , vai a caminho dos 102 anos, já em Dezembro os fará.O seu ùltimo filme "Casamento de Laura", estreado em Cannes, continua a ser produto de uma longevidade fora de comum.Génios, genialidades e muita persistência.
Orgulho luso.
Vidas (1)

NIEMEYER RECEBE A MEDALHA DE ARTES E LETRAS
2010-09-14
“Agradeço muito o carinho de Espanha. É um pouco exagerado”. Foi humildemente que se mostrou na passada sexta-feira o arquitecto brasileiro Oscar Niemeyer, de 102 anos, ao receber no Rio de Janeiro, a Medalha de Artes e Letras de Espanha pela “sua trajectória e contribuição para difusão internacional da cultura” desse país.
A ministra da Cultura espanhola, Ángeles González-Sinde, foi a encarregada de entregar o galardão honorífico a Niemeyer no seu estúdio de Copacabana. “É a primeira vez que entregamos a medalha a um arquitecto”, recordou. “Damo-la a alguém que se distingue dos demais, que conservou o seu estúdio no mesmo sítio durante anos e que se inspira desenhando perante esta paisagem de praia e curvas”.
2010-09-14
“Agradeço muito o carinho de Espanha. É um pouco exagerado”. Foi humildemente que se mostrou na passada sexta-feira o arquitecto brasileiro Oscar Niemeyer, de 102 anos, ao receber no Rio de Janeiro, a Medalha de Artes e Letras de Espanha pela “sua trajectória e contribuição para difusão internacional da cultura” desse país.
A ministra da Cultura espanhola, Ángeles González-Sinde, foi a encarregada de entregar o galardão honorífico a Niemeyer no seu estúdio de Copacabana. “É a primeira vez que entregamos a medalha a um arquitecto”, recordou. “Damo-la a alguém que se distingue dos demais, que conservou o seu estúdio no mesmo sítio durante anos e que se inspira desenhando perante esta paisagem de praia e curvas”.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Retalhos à procura de um sorriso... certo
Imagem GoogleDos meus apontamentos, alguns perdidos no fundo não sei de quê... surgem aqueles que de momento me dão jeito...
Houve um sorriso perdido, mas há outros que vamos tentar encontrar...
"Estamos sempre à procura do melhor sorriso"
A. Tchekov
Terno, inocente, demorado, falso, verdadeiro, indolente, vaidoso, habitual, sedutor: encontrar o sorriso ou tudo fica quase irremediavelmente perdido...
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Um certo adeus...
Pintura de Rogério Ribeiro-A vida é para vencer, há que ir sempre em frente...,
Mas não foi isso que aconteceu com o nosso querido Eduardo, amigo de anos, o famoso prof. Eduardo, lutador feroz de causas justas, sempre do lado dos explorados e oprimidos, militante fiel do seu PCP, que por" deformação"... ou pela riqueza do seu humor, nos encontros em casa de cada amigo, antes da refeição, dizia : " antes de comer tem que haver um ponto de ordem para alguns esclarecimentos"... ou quando os ânimos se exaltavam.... "calma, que o povo é sereno"..
O Eduardo já não foi este ano , pela primeira vez, à grande Festa do Avante.
Deixou-nos devagarinho nestes ùltimos quatro meses.
Hoje partiu de vez. E dele só temos coisas belas e boas para contar.
Há pessoas incontornáveis pelo seu carácter , firmeza e capacidade de ser solidário... e muito amigo.
Assim era o Professor Eduardo Machado.
domingo, 12 de setembro de 2010
Será que ainda é o povo quem mais ordena? "O POVO"

No Museu da Electricidade... só mais uns dias, a não perder, o espelho da alma lusitana... "O Povo"
"o povo é sereno; o povo é quem mais ordena; ganharás o pão com o suor do teu rosto; casas do povo; se isto não é o povo, onde é que está o povo? ; queres fiado, toma… são alguns dos slogans e dizeres que grafitam os espaços do Museu da Electricidade, nos quais se exploram arquivos de som e de imagem, obras de pintura, escultura, desenho, fotografia, vídeo e cinema, textos literários, memórias e testemunhos populares e eruditos. Através do recurso a novas tecnologias, a exposição assume as características de uma «instalação» em permanente interactividade com o PÚBLICO – POVO. A Kameraphoto, colectivo de fotógrafos independentes, foi convidada a criar um mural dinâmico de fotografia."
Há muitos 11 de setembro nas nossas memórias...
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