domingo, 20 de março de 2011
The day after...

Ontem, foi o dia do descontentamento que reuniu milhares na cidade de Lisboa, mas não só.Foi o dia dos encontros felizes, uns esperados e desejados, outros com uma enorme carga de surpresa. Só uma coisa me faz questionar, mas não é só de agora...
Como podem pessoas participar nestas manifestações de solidariedade e de justiça quando elas no seu dia a dia praticam no seio onde vivem a injustiça individualizada e a ausência de solidariede e seriedade até ao martírio dos que dizem ser amigos e companheiros?
Coisas de humano... que vive o dia a dia com 50% de defeitos e 50% de virtudes...
Digo eu... alguém mais abalizado poderá explicar melhor.
Sem título...
sábado, 19 de março de 2011
Memórias do 19 de Março...
sexta-feira, 18 de março de 2011
Um "déjà vu" para entrar no fim de semana... que se deseja de luta e confraternização

Se todos os dias temos que enfrentar o "déjà vu " da política nacional, porque não repetir prazeirosamente as leituras de Woody Allen?
Na minha próxima vida, quero viver de trás para frente.
Começar morto, para despachar logo o assunto.
Depois, acordar num lar de idosos e ir-me sentindo melhor a cada dia que passa.
Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a reforma e começar a trabalhar, recebendo logo um relógio de ouro no primeiro dia.
Trabalhar 40 anos, cada vez mais desenvolto e saudável, até ser jovem o suficiente para entrar na faculdade, embebedar-me diariamente e ser bastante promíscuo.
E depois, estar pronto para o secundário e para o primário, antes de me tornar criança e só brincar, sem responsabilidades. Aí torno-me um bébé inocente até nascer.
Por fim, passo nove meses flutuando num "spa" de luxo, com aquecimento central, serviço de quarto à disposição e com um espaço maior por cada dia que passa, e depois - "Voilà!" - desapareço num orgasmo.
Na minha próxima vida, quero viver de trás para frente.
Começar morto, para despachar logo o assunto.
Depois, acordar num lar de idosos e ir-me sentindo melhor a cada dia que passa.
Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a reforma e começar a trabalhar, recebendo logo um relógio de ouro no primeiro dia.
Trabalhar 40 anos, cada vez mais desenvolto e saudável, até ser jovem o suficiente para entrar na faculdade, embebedar-me diariamente e ser bastante promíscuo.
E depois, estar pronto para o secundário e para o primário, antes de me tornar criança e só brincar, sem responsabilidades. Aí torno-me um bébé inocente até nascer.
Por fim, passo nove meses flutuando num "spa" de luxo, com aquecimento central, serviço de quarto à disposição e com um espaço maior por cada dia que passa, e depois - "Voilà!" - desapareço num orgasmo.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Quinta feira proverbial ou o pretexto para mostrar esta mãe galinha...

Como diz o provérbio, conselhos e caldos de galinha , nunca fizeram mal a ninguém... aqui vão (clicar)
* Por manifesta falta de tempo e por limitações de net, não tenho visitado os meus blogues amigos. Breve tudo ficará restabelecido. Mas não deixei de ir visitar a Justine, no Quarteto de Alexandria, que faz anos...
quarta-feira, 16 de março de 2011
As palavras dos outros...

Metereologia
Leio todos os jornais para saber se a primavera é definitiva. Na Rússia estão a comprar o caviar para a Quaresma - ó caviar, essa pequena necrologia de ovos e ovas da vida. Depois, para a Páscoa é só um salto. Entretanto, não é fácil dizer a palavra Líbia. Não existe.
- Mãe quero ir à praia.
Diálogo
- As máquinas mentem.
-Porquê? Como?
-Talvez porque são feitas pelos homens. As máquinas, se fossem criadas por máquinas, teriam a consciência limpa.
Isso significa consciência nula.
Ora, segundo a tua opinião, os homems mentem...
- Não totalmente. Em príncipio prometem-se a possibilidade de verdade.
Mas quem promete não cumpre.
In JL , as Tertúlias de Jorge Listopad
Mais uma vez não registei o nome do pintor do quadro... Gostei e pronto. guardei.
terça-feira, 15 de março de 2011
(1) 1961- 2-3-4-5-6-7-8-9.0-71- 9- 2011... éramos demasiado jovens para tudo compreender, mas que marcou, marcou...
Nunca vistas os teus olhos
Das manhãs que vais tecendo
Nem soltes os teus cabelos
Onde o amor faz suas tranças.
Com teu cesto de ternura
Nunca vás amor à praça
Onde até o amor se compra
Onde até o amor se vende.
INSTRUMENTAL
E se eu partir para a guerra
Não perguntes quando volto
Nem com lágrimas desenhes
Minha ausência no teu rosto.
E sobretudo não fales
Meu amor da paz na praça
Onde até se compra a guerra
Onde a própria paz se vende.
INSTRUMENTAL
Nem perguntes pelo nome
Que no peito escrito trazes
Porque há nomes que se compram
Os nomes também se vendem.
Nessa praça onde tu passas
Tão sem preço como preço
Que o vento teria a morte
Se o vento tivesso preço.
INSTRUMENTAL
E se eu partir para a guerra
Não perguntes quando volto
Nem com lágrimas desenhes
Minha ausência no teu rosto.
Das manhãs que vais tecendo
Nem soltes os teus cabelos
Onde o amor faz suas tranças.
Com teu cesto de ternura
Nunca vás amor à praça
Onde até o amor se compra
Onde até o amor se vende.
INSTRUMENTAL
E se eu partir para a guerra
Não perguntes quando volto
Nem com lágrimas desenhes
Minha ausência no teu rosto.
E sobretudo não fales
Meu amor da paz na praça
Onde até se compra a guerra
Onde a própria paz se vende.
INSTRUMENTAL
Nem perguntes pelo nome
Que no peito escrito trazes
Porque há nomes que se compram
Os nomes também se vendem.
Nessa praça onde tu passas
Tão sem preço como preço
Que o vento teria a morte
Se o vento tivesso preço.
INSTRUMENTAL
E se eu partir para a guerra
Não perguntes quando volto
Nem com lágrimas desenhes
Minha ausência no teu rosto.
Poema de Mnuel Alegre ( quantas vezes me foi lido? sem conta...)
segunda-feira, 14 de março de 2011
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