domingo, 8 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
As comadres e as in - verdades...

Dei comigo , ontem, numa situação de social, onde fui apresentada a pessoas, que , espontâneamente e entre conversas curtas se assumiram como maçons como se fosse um "status"...
Pergunto-me e aceito respostas...
Porque não se fala nos senhores que pertencem à Opus Dei?
Filhos de um" deus "maior...
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Bom fim de semana... neste país a beira-mar plantado e com um sol que nem todos merecem...
Como Pedro Osório disse, " como último trabalho que farei, não saberia fazer melhor..."
Com ele tocam seus filhos Luís e André e a nora Inês.
Aconteceu o que se esperava... Pedro Osório partiu...

Parafraseando Rui Vieira Nery, citando Lopes Graça, "os mortos irão ao nosso lado"... E assim será...
Pedro Osório, sendo desde sempre nosso conhecido, veio até mim através de um dos seus grandes amores e mãe do seu filho Luís, a Zé.
A Zé, foi a ex-companheira que com ele partilhou os últimos momentos que lhe foram possíveis, nos últimos dois anos ,devido à sua atividade profissional.
Em Abril encontramo-nos todos na UA, onde a Zé Guerra defendeu magistralmente a sua tese de mestrado, sobre um assunto que até agora não tinha sido trabalhado, Do "nacional-cançonetismo" aos "cantautores". Uma Guerra de Cantigas ( 1968-1974) e que espero que em memória do Pedro possa vir a ser publicado , pois, para isso foi convidada.
A Zé não poderia estar mais bem rodeada para trabalhar tal tema ... Algumas "flores" da música portuguesa apoiaram-na e esclareceram lhe dúvidas...
Assim foi...
Dedico este trabalho ao Pedro que me deu a conhecer o mundo das cantigas nos anos vibrantes do final da ditadura, ao Luís para me fazer perdoar as noites de sonos perturbados atrás das cortinas dos palcos deste país e à Inês que veio até nós com a tranquilidade das coisas naturais.
*Inês, nora de Pedro . E há também o belo filho André, que perdeu a mãe há um ano, bem na flor da idade . Todos participaram no último trabalho de Pedro Osório.
Que sejam felizes...
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Dualidades...

Pintor naif, Ronaldo Mendes
Sabendo dos malefícios da "inatividade", causa de mal fazer aos outros e a si próprio, gostei do excerto do livro com que estou entre mãos e espero mais logo chegar ao fim...
"... formulava Theodor a hipótese de que o bem e o mal têm origem na inatividade e no tédio, e que, portanto, a atividade concreta, especializada, dirigida individualmente, provocava, pelo contrário, uma atitude moralmente neutra em relação ao mundo; a atividade - o trabalho propriamente dito - poderia ser, então, a forma de evitar os grandes horrores, os grandes massacres da História, aceitando-se, porém, ao mesmo tempo, que também assim desapareceriam as condições para o surgir de grandes ações e de homens santos. Sendo no entanto, para Theodor, de uma absoluta evidência a reduzida importância dos atos bons, quando considerados num tempo longo, ao contrário dos atos de maldade pura, que se haviam transformado no verdadeiro motor da História....
... A santidade, historicamente, não funcionava, e tal era, para ele, naquele momento, uma descoberta importante. O progresso depende apenas da velocidade do mal e das respostas que este provoca, murmurava para si próprio.
(Theodor, é psiquiatra... )
In, Jerusalém, de Gonçalo M. Tavares
...."
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Leituras...
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