quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Ainda salto... UauHHHH....

Uma melodia de sempre... saudosa

Retoceder, perder, tirar, diminuir, trabalhar, desempregar, poupar, gastar, adoecer, descansar (-) , roubar, matar, são dos verbos mais conjugados. Ter ou não ter . Ser ou não ser
Poderia recriar mais vebos... , mas tenho que partir rapidinho pois há coisas mais importantes para fazer:   melhorar o ser e acomodar o ter. Deixo-vos com o verbo "recordar"...
Casino da Figueira, fotografias da época da recessão. 1920 e muitos.
Por aqui fui feliz, alegre e muito jovial. Então não? Com 15, 16, 17, 18 anos... Alguns que por aqui passam o foram também...
Aqui fortaleci os meus passos de dança e me iniciei no mundo da cinéfilia.




Em nome do que alguns chamam de  progresso, o Casino da Figueira da Foz  é um antro de mau gosto,só  restando os tetos pintados,  verdadeiro ex-
- libris da cidade.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Acho uma moral ruim...

        CINCO QUADRAS DO ANTÓNIO ALEIXO

     Acho uma moral ruim
     trazer o vulgo enganado:
     mandarem fazer assim
     e eles fazerem assado.

      
  Sou um dos membros malditos
  dessa falsa sociedade

  que, baseada nos mitos,
  pode roubar à vontade.

     
  Esses por quem não te interessas
  produzem quanto consomes:
  vivem das tuas promessas

  ganhando o pão que tu comes.
      
 Não me dêem mais desgostos

  porque sei raciocinar...
  Só os burros estão dispostos
  a sofrer sem protestar!

      
Esta mascarada enorme
 com que o mundo nos aldraba,
 dura enquanto o povo dorme,
 quando ele acordar, acaba.

      
 Quem trabalha e mata a fome
  Nâo come o pão de ninguém
  Quem não ganha o pão que come
  Come sempre o pão de alguém

   Sei que pareço um ladrão
   Mas há muitos que conheço
   Que sem parecer o que são
    São aquilo que pareço

António Aleixo

Fotografia em Magueija durante um passeio todo o terreno...

Se não viu, não perca...



Entre lixo, lixo seletivo, açúcar,  diamantes e terra, esta exposição que está prestes a deixar-nos, pode ser vista no CCB até dia 29.
Emoção. Grandiosidade. Preocupação social e muito trabalho.
Sei que vou voltar antes de ela partir.
Esta a vida do criador Vik Muniz, um brasileiro de S. Paulo a residir em N.Y.