terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Afinal, é a palavra de ordem... "tolerância"... mas de ponto


Parece que desta vez é o povo quem mais ordena... Já assim foi e assim será...
Uma nódoa imensa no babete de PPC.
Pelo que estou a ouvir nas notícias o homem já não sabe o que diz... arrasta-se.  Eu diria mesmo que o seu discurso é de uma tremenda "pieguice", como demonstei na sinonímia no post anterior.

A natureza em Londres...


"FOTOGRAFAR... É COLOCAR NA MESMA LINHA DE MIRA... A CABEÇA, O OLHO E O CORAÇÃO". (Henri Cartier-Bresson

Piegas, nós? Com o frio que faz ainda me sinto mais regelada com o que vou ouvindo...

Piegas:
Há uns anos atrás, diziam-nos, e felizmente o "dito" parece que acabou, "ó menino(a), não sejas piegas, pareces mesmo um mariquinhas..."
Considerem-se pois insultados por PPC.

(tirado de dicionário brasileiro... que devido ao doce da língua ainda consegue ser mais "piegas")
Imagem do blogue de Si, "Inquietude"

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Momentos....


Imagens chegadas de Londres, bem fresquinhas... Ou melhor, geladinhas....

A primeira vez qe vi neve e a toquei...


Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente

e a chuva não bate assim.

É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem
uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho…



Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento
com certeza.


Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria…
. Há quanto tempo a não via!

E que saudades, Deus meu!

Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho…

Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança…

E descalcinhos, doridos…
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!…

Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!…
Porque padecem assim?!…

E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza

e cai no meu coração.

Augusto  Gil (em Sombra de Fumo) 

Mais tarde, a minha mãe obrigava-me a decorar os poemas de Augusto Gil. Este e o "Passeio de Santo António)... Outros  tempos.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Será a crise albina???? O rapaz alcançou mesmo o seu melhor bem???



Hoje um programa da Antena 1 fechou com esta canção de MI.
Entre o que já li da imprensa   díária e as análises da semana na rádio á medida que ía ouvindo esta velha canção, na minha cabeça ia-se criando uma nova letra adaptada a PPC, cuja cara recuso nesta casa virtual.
Deixo aqui um apelo à vossa criatividade e vejam como "esse rapaz",que nós já sabemos quem é..."alcançou na vida o seu maior bem, ...."só pensa nela...", na troika e na dívida soberana...
E vive feliz...
Nós, nem por isso.



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Não há sexta sem sábado, nem domingo sem missa...



Amigos de sempre e outros que se nos juntaram,  encetaram hoje um programa cultural, gastronómico e passeio pedonal. Assim irá ser a primeira sexta-feira de cada mês.
Hoje foi o dia do Museu Arqueológico de São Miguel de ODRINHAS. Uma verdadeira pérola impossível de fotografar. Só o conhecia uma sala por ter ido há dois anos a um concerto temático .
Não deixem de o visitar caso ainda não o tenham feito. Tem uma coleção de menhires num enquadramento natural, incrível. Para finalizar temos o mar ali ao lado, Ericeira...
AQUI vos deixo o site para vos aguçar a vontade.
Se tens ideias no bloco de notas, ou sonhos que fizeste por esquecer, não desperdices mais o que na tua vida hoje não passa de um grito mudo. Torna-o real como no tempo em que tudo te era possível… Se queres pintar quadros procura a tela; se te amargura o livro que não escreveste regressa a ele; se tens a urgência de intervir faz por isso; se adiaste o amor por falta de coragem ganha-a de uma vez. Faz dos teus gritos um exército que te proteja da tristeza. Não fiques parado. Vai.
De Luís Osório, que, como sempre, escreve ao me sentir...
(partilha via FK)