quinta-feira, 9 de agosto de 2012

"João Dixo je t'aime", Coisas Sem Importância...*



A minha homenagem a João Dixo que nos deixou aos 71 anos e a boa lembrança da participação do artista nas primeiras intervenções performativas  de Vila do Conde em 1980 nas quais também estive envolvida...
Aconteceu pois...

*Nome da Exposição onde estiveram expostos estes quadros

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A leitura dos outros.... mas adocicadas...

Em Paraty poderia viver e morrer de amor...
Por Paraty, morro de amores....
E, um dia, quem sabe, quando este meu país sair da sua pequenez, eu aí possa voltar, pela mão da
Mónica, de "ónibus", do Rio de Janeiro até lá , para poder participar na FLIP e,  com emoção,  poder escrever o que Mónica ou Monipim faz com mestria no seu BLOGUE.
Ler Monipim  ou conversar com Mónica, como já aconteceu numa das mais belas livrarias do Rio e uma das mais bonitas do mundo, "A Travessa", é como estar sempre a ver o céu pleno de azul ou uma noite de céu aberto com estrelas...

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Hughes, o guardião da arte... Aconteceu...



"Caprichos de Goya"
O mais famoso crítico de arte vivo, Robert Hughes, diz que voltar os olhos para os mestres do passado será sempre essencial, pois, por mais que a arte contemporânea possa empolgar ela nunca poderá ser comparada àquilo que foi feito entre os séculos XVI e XIX. Tem uma predileção absoluta por Francisco Goya e sobre o mesmo lançou um livro de estudos por achar que o trabalho desse artista extrapola seu tempo e se consegue, através de sua obra, entender melhor a história da Espanha e da Europa. Afirma que mais que qualquer outro pintor, Goya permite que se obtenha um conhecimento profundo da natureza dos sentimentos e da idéia de justiça, assim como de seus reversos, a injustiça e a crueldade. Vive-se num mundo de ironias extremas e de paixões e agressões tão desatinadas quanto as de que trata Goya em seus quadros, diz Hughes. O crítico também acredita que se vive numa era muito pobre em matéria de artes visuais e apesar de se poder encontrar no mundo de hoje bons escultores e pintores, a idéia de que a arte atual possa um dia se igualar às enormes realizações do passado é um disparate. Artistas futuristas italianos chegaram a propor a destruição das obras de arte criadas no passado, para apagar sua influência, entretanto toda a arte feita no século XX, que teve algum valor, se baseou no passado, como as de Matisse e Picasso cujas fontes de inspiração foram extraídas dos artistas de renascença e do século XVIII, diz o crítico. Suas opiniões quanto a artistas contemporâneos não são animadoras: sobre Andy Warhol diz que sua obra teve alguma importância no começo dos anos 60, mas, no geral, acredita que a reputação do artista americano é superestimada; quanto a Marcel Duchamp, fala que nunca sentiu nenhum prazer diante das obras dele (o objetivo maior da arte é dar prazer) e a tal arte conceitual, criada por Duchamp, deu origem ao que chama de grande bobagem - as instalações - obras tolas que se precisa de bula para entender o que o artista diz. Quanto ao valor exagerado que hoje se dá a certas obras de arte profere ser danoso para a própria arte, pois o artista começa a ser valorizado em função do mercado e não da importância de suas realizações e sua transformação em bem de consumo de luxo muitas vezes dificulta que um dia o grande público possa contemplá-las em museus. Propaga que a arte contemporânea está valorizada e que, por exemplo, as obras de Damien Hirst, o mais conhecido artista inglês atual não terão valor daqui a vinte anos. Para Hughes, bienais não tem a mínima importância mostrando relevância somente para os negociantes de arte e afirma que por baixo da fachada novidadeira, a maioria desses eventos se transformou em feiras vulgares.A atmosfera do circuito internacional de arte é corrupta, vive de criar modismos para faturar conclui o crítico australiano, que por três décadas foi editor da revista americana Time e produziu ensaios brilhantes, mas, também ficou famoso por destruir reputações. 

Consulta Google

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Historia e estórias do 6 de agosto....





Hiroshima , mon amour... (versão integral)

É a primeira frase que se fala no filme
Tu n’as rien vu, à Hiroshima


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Uma passagem breve mas inevitável... Para hoje, o Zeca estava na calha...

A memória não se apagará, e enquanto houver voz, cantaremos....
E, mais logo,  na LX  FACTORY os amigos irão olhar para as estrelas e cantar : "traz um amigo também"...
Não me farei esperar...

segunda-feira, 30 de julho de 2012

A pausa.... sem data marcada




                                                 Pintura de Gustav Klimt


Desmotivação temporária. Abrandamento nas visitas aos amigos habituais. 
Não se vão embora... Quando menos esperarem poderei estar de volta, ou não...

domingo, 29 de julho de 2012

Figueirenses no Teatro... Santos Manuel, partiu....



Já era prevista a partida de Santos Manuel... Deixou-se morrer como quase sempre viveu, sozinho.
Claro que nos dias de hospital, a "entourage" era grande, ou não fossem os atores do Teatro Experimental de Cascais uma família.
Era um lobo solitário, vibrando em pleno em cima de um palco, único lugar onde sabia viver.
Vamos sempre recorda-lo... E, bem.  Foram dezenas e dezenas de vezes que o vimos trabalhar, sempre no Tec, hoje Teatro Mirita Casimiro.

Figueirenses na pintura (7), Pedro Pascoinho



Pedro Pascoinho é um jovem pintor figueirense que, sem eu saber bem porquê, me encanta . 
Tem sido uma aquisição adiada e que cada vez vejo mais longínqua... :(( 
Contudo, a Galeria Rastro, com quem Pascoinho trabalha,tem um acervo digno de nota. AQUI

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Figueirenses na pintura (6), Heitor Chichorro


Pouco sei de Heitor Chichorro a não ser que foi professor de EVT  no Liceu da Figueira da Foz e que quando chegou a`cidade foi para ficar... 
Assisto normalmente às suas exposições na Galeria do amigo Zé Beja da Silva, que tem um acervo digno de registo e visita.
Ao pesquisar algo mais sobre Heitor, ocorreu-me pôr aqui o link do Facebook pois talvez possam saber algo mais sobre ele e ser mesmo seu amigo .

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Estórias de vida e amor... Há mulheres que ficam em segundo plano ...


Sarah

Sarah Affonso nasceu a 13 de Maio de 1899. Depois de cursar Belas-Artes em Lisboa, partiu para Paris, onde a sua obra obteve bastante sucesso e reconhecimento. Em 1934, Sarah casou com José de Almada Negreiros, tornando-se na mulher de um dos mais importantes artistas portugueses de todos os tempos. Poucos anos mais tarde deixará definitivamente a sua promissora carreira de pintora.
Este documentário pretende responder a diversas questões: porque abandonou Sarah a pintura? Qual o papel desta mulher na vida de Almada? Qual a sua influência na obra dele e vice-versa? Como evoluiu o trabalho de ambos antes e depois de se conhecerem?

Este filme será uma viagem pela vida e obra de ambos os artistas, pela mão do seu filho José. Uma visita guiada ao mundo pessoal e artístico de Sarah Affonso e Almada Negreiros através daqueles que, de perto, tiveram o privilégio de os conhecer.


Adoro este quadro de Sarah Affonso, "As Meninas". Durante anos tive o seu poster no quarto do meu filho.
Também está exposto no Museu do Chiado, na exposição Arte Déco... 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Momentos de ouro...

                                                         Sesta, de Almada Negreiros, anos 40

Este quadro de Almada que e pensava ter por título "amantes", tem o nome de "SESTA".
Concerteza que já o devia ter tido  visto ao vivo, na grande exposição retrospectiva que se fez nos anos 80 no CCB, mas não me lembro.
Ele é recorrente neste Mar... Adoro-o  .Diz-me tudo sobre amantes e sesta.
Hoje estivemos frente a frente numa exposição que andava adiada e se não pode perder. O MODERNISMO FELIZ: ARTE DÉCO.
A maior parte são obras nossas conhecidas, mas estar junto delas é já uma graça da vida.
Têm até Outubro para ir até ao Museu do Chiado.

As palavras dos outros... Certeiras...