quinta-feira, 11 de julho de 2013

Retratos promocionais das grandes estrelas de Hollyood






Grande fotografia e grande cinema juntam-se numa mostra memorável no Centro Cultural de Cascais.
Uma exposição a não perder.
As fotografias fazem parte do acervo do grande fotografo que foi John Kobal.

Um enorme braseiro...

Cavacas(os), incendeiam este pobre país... De norte para sul.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Bom fim de semana... e uma sugestão de frescura conventual



A todos os passantes o desejo de bom fim de semana.
Estou num quase delírio com este calor nauseabundo que tanta perturba o meu "habitat" natural.
Poucas visitas tenho feito aos meus blogueiros costumeiros. A instabilidae e inquietação aproximam-se de mim. Mal dos tempos.
Uma sugestão bem refrescante.  Uma ida ao Convento das Bernardas visitar o Museu da Marioneta e a exposição ontem inaugurada , "Khon o Teatro da Corte da Tailândia".

Memórias estivais...


                                Childe Hassam (, 1859-1935):  Impressionista americno

Era pequenino, louco com o mar, o meu pequeno António choramingava e dizia no seu ainda incipiente "plotuguês" : - Ó mãe, eu quero um mar pequenino para eu poder brincar...

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Asas do desejo...

4 de Julho de 1966

   Esguedelhado na desordem geral das escolas, modas e experiencialismos literários, pela primeira vez sinto na pele a desilusão do desejo ardente de me isolar e seguir, humilde, as pegadas do meu pequenino rasto, para não me perder na tempestade de areia...
   Pela primeira vez, vou talvez recitar o conhecido monólogo que começa invariavelmente por esta frase de meditação tola:
- Eu que estou acima das escolas...
Ah! mas que pena as asas servirem, quase sempre, para fugirmos do mundo!

De José Gomes Ferreira, em Passos Efémeros, Dias Comuns-1

terça-feira, 2 de julho de 2013

Amanhã...


                                                  "Grito", de Munch

Erros meus doces virtudes...


 Erros Meus a que Chamarei Virtude
Erros meus a que chamarei virtude, 
Por bem vos quero, e morro despedido 
Sem amor, sem saúde, o chão perdido, 
Erros meus a que chamarei virtude. 

A terra cultivei, amargo e rude, 
No sonho de melhor a ter servido; 
Para ilusão de um palmo de comprido, 
A terra cultivei, amargo e rude. 

E o amor? A saúde? Eis os dois Lagos 
Onde os olhos me ficam debruçados 
— Azul e roxo, rasos de água os Lagos. 

Mas direis, erros meus, ainda amores? 
— São bonitos os dias acabados 
Quando ao poente o Sol desfolha flores. 

Afonso Duarte, in "Sibila

Viagem de comboio, direção, Coimbra. Campos de arroz, e ao longe Ereira, Montemor-o-Velho. terra natal do poeta Afonso Duarte.