sexta-feira, 8 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Brussels, Bruxelles, Bruxelas... Entre o aqui e o agora há tempo para uma Leffe? Sempre...
Vídeo "surripiado" ao simpático blogue Casa da Lapa...
O meu , o teu, o nosso dinheiro e uma enorme falta de vergonha.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
Ontem, escrito na pedra... Bom domingo
"Em Portugal, as pessoas são imbecis ou por vocação, ou por coação, ou por devoção"...
Miguel Torga , jornal Público de 2/11/2013
sábado, 2 de novembro de 2013
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Como gostei deste "Paraíso". Segue-se o "Inferno"...
Vim muito bem disposta.
Disposição torna-se pouco vulgar nos dias de hoje. E logo hoje...
"O culto dos mortos como uma poética da ausência"
... a progressão da campa individual, do jazigo, do
epitáfio, da estátua e, por fim, da fotografia (relembre-se que a descoberta
da fotografia — essa nova ilusão da paragem oval e sépia do tempo — é
contemporânea da revolução cemiterial romântica) deve ser vista como
uma consequência iconográfica dos novos imaginários, quer estes apontem
para fins escatológicos, quer se cinjam à memória dos vivos. E, para que a
simbólica do cemitério (a localização) lhes correspondesse, a materialização
dos signos exigiu a fixação do cadáver (isto é, um monumento), de modo a
ser nítida e inequívoca a evocação (a imagem, o símbolo, o epitáfio narrativos)
e a identificação do ausente (a epigrafia onomástica)(47). Recorde-se que
a antroponímia é uma forma de controlo social da alteridade do sujeito.
Não surpreende, assim, que todo o dever de memória tenha de passar pela
invocação (ou restituição) dos nomes próprios: a nomeação faz sair do
esquecimento o evocado, renovando-lhe o rosto e a identidade...
Em http://www.artcultura.inhis.ufu.br/PDF20/f_catroga_20.pdf (clicar) , de Fernando Catroga
epitáfio, da estátua e, por fim, da fotografia (relembre-se que a descoberta
da fotografia — essa nova ilusão da paragem oval e sépia do tempo — é
contemporânea da revolução cemiterial romântica) deve ser vista como
uma consequência iconográfica dos novos imaginários, quer estes apontem
para fins escatológicos, quer se cinjam à memória dos vivos. E, para que a
simbólica do cemitério (a localização) lhes correspondesse, a materialização
dos signos exigiu a fixação do cadáver (isto é, um monumento), de modo a
ser nítida e inequívoca a evocação (a imagem, o símbolo, o epitáfio narrativos)
e a identificação do ausente (a epigrafia onomástica)(47). Recorde-se que
a antroponímia é uma forma de controlo social da alteridade do sujeito.
Não surpreende, assim, que todo o dever de memória tenha de passar pela
invocação (ou restituição) dos nomes próprios: a nomeação faz sair do
esquecimento o evocado, renovando-lhe o rosto e a identidade...
Em http://www.artcultura.inhis.ufu.br/PDF20/f_catroga_20.pdf (clicar) , de Fernando Catroga
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
mês findo...
A uma oliveira
Muito antes de Os Lusíadas diz-se que já aqui estavas.
Pré-camoniana,
sazão a sazão,
foste varejada séculos a fio.
O pinho viajou.
Tu ficaste.
Ao som bárbaro de um rádio de pilhas,
desdobram toalhas
na tua sombra rala.
De Alexandre O' Neill, em A saca das Orelhas, editora Sá da Costa
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
hoje também, José, dia admirável, mas... se soubesses que 1 em cada 10 portugueses são muito pobres em pleno séc. XXI, o que dirias?
30 de Outubro de 1965
Albarraque. dia admirável em que não apetece pensar nem sentir... Mas apenas dourar a preguiça ao sol.
José Gomes Ferreira, em Passos Efémeros
30 de outubro de 2013
Também eu ,pensando no admirável dia de hoje , pelo tempo que faz e porque há momentos de ouro, plenos de boas memórias, mesmo numa cozinha, com vista de serra, dei comigo a adoçar a vida . Tempo de marmelos e marmelada.
(tardiamente emendei o verbo do título, que estava no passado... Desculpem lá... Presente e mais do que presente do indicativo.)
terça-feira, 29 de outubro de 2013
contra ventos e marés... caminha-se
Este caminho
Ninguém já o percorre,
Salvo o crepúsculo.
De que árvore florida
Chega? Não sei.
Mas é seu perfume.
Poema Haiku Japonês
domingo, 27 de outubro de 2013
Lou Reed, entre o aqui e o que foi...
Conversa a dois absolutamente deliciosa...
Presença de Lou Reed em 2010 no Estoril, festival de cinema e a sua exposição de fotografia de efeitos especiais.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
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