domingo, 17 de novembro de 2013
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Serra da Estrela... Entre o sol e o frio anunciado, lá vamos indo...
É sempre com alegria e expetativas que nunca saem goradas, que, quase todos os anos vou até Seia nesta altura do ano. Um presente dos deuses... Sim, porque felizmente ainda os há por aí...
Um vasto leque de oradores do mundo académico prometem uma viagem pela história de Portugal no contexto do mundo, com abordagens referentes a diferentes períodos da nossa existência, como a História da Civilização Ibérica (séc. XIX), Portugal na Idade Média (Séc. XII e XV), Portugal e a China na época moderna, Portugal enquanto crise (1890/1891 e 2008), os Portugueses em busca do mundo, entre outros. Serão igualmente objecto de discussão nesta 16ª edição matérias como a abrangência da língua e da literatura portuguesa, cultura, fronteiras e identidades, a emigração portuguesa, relações internacionais, o retrato estatístico do país nos dias de hoje, o conhecimento, sistemas culturais e desnacionalização da cultura escolar, etc.
As Jornadas Históricas são promovidas pelo Município de Seia, através do Arquivo Municipal, e coordenadas, à semelhança dos anos anteriores, por Fernando Catroga, professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
A participação nesta formação equivale a 1 crédito, acreditação do Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua, aplicável a educadores de infância e docentes do ensino básico e secundário.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
As minhas escolhas no Festival... Hoje.
A minha escolha de hoje...
"Harmony Lessons", de um realizador cazaque e cuja história se situa no seu país.
Centra-se no quotidiano de um rapaz de 13 anos que vive com a avó. Humilhado em frente aos colegas, torna-se vítima de bullyng. O episódio provoca-lhe desordens de personalidade com os problemas inerentes... A espiral de violência vai pôr a sociedade em xeque...
Um tema acutilante e transversal às sociedades de hoje...
No último festival de Berlim, Lições Harmoniosas foi premiado.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
domingo, 10 de novembro de 2013
100 anos seriam , se... Álvaro Cunhal
Pintura de Álvaro Cunhal, "Como gostava de ser pintor", 1947
VIDA
Após uma onda outra onda:
uma onda que se quebra
outra que se levanta...
Eterno e gasto
e sempre novo movimento das marés!
De Joaquim Namorado, em INCOMODIDADE
VIDA
Após uma onda outra onda:
uma onda que se quebra
outra que se levanta...
Eterno e gasto
e sempre novo movimento das marés!
De Joaquim Namorado, em INCOMODIDADE
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Brussels, Bruxelles, Bruxelas... Entre o aqui e o agora há tempo para uma Leffe? Sempre...
Vídeo "surripiado" ao simpático blogue Casa da Lapa...
O meu , o teu, o nosso dinheiro e uma enorme falta de vergonha.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
Ontem, escrito na pedra... Bom domingo
"Em Portugal, as pessoas são imbecis ou por vocação, ou por coação, ou por devoção"...
Miguel Torga , jornal Público de 2/11/2013
sábado, 2 de novembro de 2013
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Como gostei deste "Paraíso". Segue-se o "Inferno"...
Vim muito bem disposta.
Disposição torna-se pouco vulgar nos dias de hoje. E logo hoje...
"O culto dos mortos como uma poética da ausência"
... a progressão da campa individual, do jazigo, do
epitáfio, da estátua e, por fim, da fotografia (relembre-se que a descoberta
da fotografia — essa nova ilusão da paragem oval e sépia do tempo — é
contemporânea da revolução cemiterial romântica) deve ser vista como
uma consequência iconográfica dos novos imaginários, quer estes apontem
para fins escatológicos, quer se cinjam à memória dos vivos. E, para que a
simbólica do cemitério (a localização) lhes correspondesse, a materialização
dos signos exigiu a fixação do cadáver (isto é, um monumento), de modo a
ser nítida e inequívoca a evocação (a imagem, o símbolo, o epitáfio narrativos)
e a identificação do ausente (a epigrafia onomástica)(47). Recorde-se que
a antroponímia é uma forma de controlo social da alteridade do sujeito.
Não surpreende, assim, que todo o dever de memória tenha de passar pela
invocação (ou restituição) dos nomes próprios: a nomeação faz sair do
esquecimento o evocado, renovando-lhe o rosto e a identidade...
Em http://www.artcultura.inhis.ufu.br/PDF20/f_catroga_20.pdf (clicar) , de Fernando Catroga
epitáfio, da estátua e, por fim, da fotografia (relembre-se que a descoberta
da fotografia — essa nova ilusão da paragem oval e sépia do tempo — é
contemporânea da revolução cemiterial romântica) deve ser vista como
uma consequência iconográfica dos novos imaginários, quer estes apontem
para fins escatológicos, quer se cinjam à memória dos vivos. E, para que a
simbólica do cemitério (a localização) lhes correspondesse, a materialização
dos signos exigiu a fixação do cadáver (isto é, um monumento), de modo a
ser nítida e inequívoca a evocação (a imagem, o símbolo, o epitáfio narrativos)
e a identificação do ausente (a epigrafia onomástica)(47). Recorde-se que
a antroponímia é uma forma de controlo social da alteridade do sujeito.
Não surpreende, assim, que todo o dever de memória tenha de passar pela
invocação (ou restituição) dos nomes próprios: a nomeação faz sair do
esquecimento o evocado, renovando-lhe o rosto e a identidade...
Em http://www.artcultura.inhis.ufu.br/PDF20/f_catroga_20.pdf (clicar) , de Fernando Catroga
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