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| Pintura de Pedro Pascoinho, 2013 |
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
olhares ...
domingo, 26 de outubro de 2014
Um dos museus mais lindos "da cidade branca", o da Marioneta
Bali, ou a «Ilha dos Deuses», é um mundo de tradições milenares, onde hinduísmo, budismo e antigas crenças dos povos indígenas se misturaram ao longo dos séculos, criando uma forma de vida ímpar, uma cultura única, original e viva.
Com a exposição «Quando os Deuses visitam Bali», o Museu da Marioneta apresenta ao público objectos do quotidiano e dos rituais de Bali: jóias, esculturas, tecidos e máscaras Topeng. Topeng é um teatro dançado, musicado e com máscaras, que relata episódios históricos e míticos de Bali. Ao mesmo tempo sério e cómico, sagrado e profano, no teatro Topeng os aspectos satíricos não alteram a sua dimensão ritualista.
A maioria das peças em exposição pertence à colecção Francisco Capelo; estarão ainda expostas algumas peças emprestadas pelo Museu Nacional de Etnologia.
Concepção museológica do artista plástico, António Viana.
Inaugurou na quinta feira passada.
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
com mais hora menos hora, bom fim de semana
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
O ministro, o elogio, as desculpas e "o tempo que não tem restituição"...
Uma das cousas de que se devem acusar e fazer grande escrúpulo os ministros é dos pecados do tempo, porque fizeram no mês que vem o que devia fazer no passado; porque fizeram amanhã o que havia de fazer hoje; porque fizeram depois o que se havia de fazer agora; porque fizeram logo o que haviam de fazer já. Tão delicados como isso hão-de ser as consciências dos que governam em matérias de momento. O ministro que não faz grande escrúpulo de momentos não anda em bom estado; a fazenda , pode-se restituir, a fama, ainda que mal, também se restitui; o tempo não tem restituição alguma.
Padre António Vieira, in Sermão da Primeira Dominga do Advento
Padre António Vieira, in Sermão da Primeira Dominga do Advento
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
sexo e mentiras... as" cosas" que eles dizem
domingo, 19 de outubro de 2014
as altas temperaturas e o arrefecimento nocturno...
Meu coração é uma princesa morta.
Quem a deixou?
Quem deixou entreaberta aquela porta
Onde passou?
sábado, 18 de outubro de 2014
a vida do meu contentamento...
E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vees os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos
E por vezes...
Desenho de Picasso, 1933
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
bom fim de semana ...
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
com a cabeça no ar...
Gosto mais de olhar o céu do que a terra. É uma descoberta permanente.
Isto vai meus amigos, isto vai (?)
José Ary dos Santos
As minhas fotografias em Miranda do Douro
a história repete-se...
Já vi esta história nos anos 80 do séc. passado quando surgiu o problema do HIV.
André Carrilho estava atento a esta realidade quando criou o cartoon para o DN. “Parece-me que a atenção que se dá às epidemias nos media ocidentais não tem a ver com uma medida universal de sofrimento humano, mas com a maior ou menor possibilidade de nos atingirem. Os meios de comunicação social tendem a passar de alguma indiferença para a sobreexposição e pânico, sem nunca deixarem de tratar o assunto numa perspectiva que opõe 'eles' [África] a 'nós' [EUA e Europa]", disse ao PÚLICO. Foi com base nesta observação e na notícia de que dois missionários norte-americanos infectados na Libéria tinham recebido um medicamento experimental chamado ZMapp, composto por três anticorpos humanos contra o vírus, que André Carrilho criou o cartoon.Quanto à reacção que a imagem por si criada recebeu mais recentemente nas redes sociais, o cartoonista considera que resultou numa “coincidência de factores”. “O público, de repente, começou a prestar atenção e a perguntar-se o porquê de só agora estar a fazê-lo. O cartoon é sobre isso, e encontrou ressonância no que as pessoas sentiam
Excerto do Jornal Público
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
por mares nem sempre "navegados"...
SEDE EM QUE ARDEMOS...
Nada é começo na contabilidade das horas
Nem o rugido das esferas é vibração do cristal
Nem os passos são a devoção dos dias
Nem as ondas-cavas são destino de barcos...
Administramos silêncios.
E os dedos são compasso de um círculo
Que se ferra no pescoço dos náufragos
E asfixia o grito. E devora por dentro num fervor negro
Como bolor em pão ázimo
De porta em porta
Negado...
Somos leilão de condenados.
Sem o sabermos. Que nem o preço ao menos
Nos distingue na volúpia do deve – e do haver!
Nem o festim das coisas que esventram os olhos
Nem a náusea nos redime
Nesta voragem...
Libertos apenas talvez na palavra que teima
E no bruxuleante lume da candeia
A iluminar a gruta. E no granito
Fogo e água tímida a soletrar
A sede em que ardemos.
Manuel Veiga
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| Ilustração de Ana Biscaia |
terça-feira, 14 de outubro de 2014
desenrasque-me, por favor....
Desenrascanço, a palavra que os ingleses queriam ter
Um site norte-americano fez uma lista das 10 palavras estrangeiras que
mais falta fazem à língua inglesa. A palavra portuguesa
"desenrascanço" é a que lidera.
"Bakku-shan" é a palavra usada pelos japoneses quando se querem
referir a uma rapariga bonita, vista de costas.
"Nunchi" é outra das palavras escolhidas. É coreana e é usada para falar de alguém que fala sempre do assunto errado, um género de desbocado ou inconveniente.
"Tingo" é uma expressão usada na Ilha da Páscoa, Chile, e significa pedir emprestado a um amigo até o deixar sem nada.
A lista das "10 palavras estrangeiras mais fixes que a língua inglesa devia ter" é liderada pela palavra portuguesa "desenrascanço". Esta é a expressão que, segundo os autores do site norte-americano, mais falta faz ao vocabulário inglês.
O "desenrascanco", segundo os norte-americanos
Depois de percorrer duas páginas com explicações das nove palavras estrangeiras mais fixes, chega-se ao número 1. A falta da cedilha não importa para se perceber que estamos a falar do "desenrascanço", tão típico da nossa cultura.
"Desenrascanco: a arte de encontrar a solução para um problema no último minuto, sem planeamento e sem meios", explica o site dando como exemplo a célebre personagem de uma série de televisão MacGyver.
"O que é interessante sobre o desenrascanco - a palavra portuguesa para estas soluções de último minuto - é o que ela revela sobre essa cultura". "Enquanto a maioria de nós [norte-americanos] crescemos sob o lema dos escuteiros 'sempre preparados', os portugueses fazem exactamente o contrário", prosseguem os autores.
"Conseguir uma improvisação de última hora que, não se sabe bem como, mas funciona, é o que eles [portugueses] consideram como uma das aptidões mais valiosas: até a ensinam na universidade e nas forças armadas. Eles acreditam que esta capacidade tem sido a chave da sua sobrevivência durante séculos".
"E não se ria: a uma dada altura eles conseguiram construir um império que se estendeu do Brasil às Filipinas" à custa do desenrascanço, sublinham os autores, terminando o texto:
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Há dias iguais às noites...
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