... na sua forma mais artística das pinceladas outonais.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Leituras breves
"Só ao envelhecermos nos damos conta da singularidade do belo e do milagre que efectivamente é quando entre as fábricas e os canhões também desabrocham flores e quando entre os jornais e boletins da bolsa ainda sobrevivem poemas."
Hermann Hesse, in O Elogio da Velhice
efeméride... cinema
terça-feira, 18 de novembro de 2014
"é a vida"..., diz João Luís Oliva. E é verdade...
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| JoãoLuís Oliva, Centro Cultural de Tondela e Maria do Céu Guerra lendo textos |
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| Lançamento do seu livro |
É um homem rico de ideias e amigos.
Em dezembro será apresentado em Lisboa na LER DEVAGAR .
"... uma política cultural que se preocupe em alargar
a geografia e a eficácia social das manifestações artísticas,
em lugar de des-centralizar o centro, deve contribuir para des-concentrar os pólos de criação e
produção; isto é, multiplicar os centros e, então, possibilitar a itinerância e troca entre eles.
Uma política sem navegação à vista e sem disponibilização avulsa de meios e recursos..."
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Por aqui... (1)
fala-se de A CASA E A FAMÍLIA.
XVII JORNADAS HISTÓRICAS DE SEIA, promovidas pela CMS e de coordenação científica de Fernanado Catroga ( FLUC)
terça-feira, 11 de novembro de 2014
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Leituras breves...
"Os Maias"
Eça de Queirós
….Sim senhor um navio fretado à custa da nação, em que se mandasse pela barra fora o rei, a família real, a cambada dos ministros, dos políticos, dos deputados, dos intrigantes, etc. e etc.
Carlos sorria, às vezes argumentava com ele.
- Mas está o Sr. Vicente bem certo, que apenas a cambada, como tão exactamente diz, desaparecesse pela barra fora, ficavam resolvidas todas as cousas e tudo atolado em felicidade?
Não o Sr. Vicente não era tão burro que assim pensasse.
Mas suprimida a cambada, não via S.Exª? Ficava o país desatravancado; e podiam então começar a governar os homens de saber e de progresso …
Sabe V.Ex.ª qual é o nosso mal???...
Não é má vontade dessa gente; é muita soma de ignorância... Não sabem... Não sabem nada...
Eles não são maus, mas são umas cavalgaduras !!!...
(…)
Sr. Vicente, mestre de obras em "Os Maias" em diálogo com Carlos
* Enviado por mail por mão amiga , este excerto tão oportuno, do nosso tão amado Eça.
Caricatura de Abel Manta
domingo, 9 de novembro de 2014
muitos muros há ainda para cair... o de Berlim, caiu há 25 anos
Em Berlim, aconteceu há 25 anos.
Que caiam os muros formais e informais que tanto distorcem os comportamentos e vidas humanas.
sábado, 8 de novembro de 2014
Momentos de ouro. Cinema. Entre Lisboa e Estoril
Um filme perfeito na narração e na estética. A minha opinião, claro..Amanhã espero pela crítica.
E não é que quase ía jantando com Malkovitch... :) Mas, Assunção Esteves chegou primeiro.
Exposições a não perder
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
A vida é um teatro com ou sem manipulações... Bom fim de semana e agasalhem-se.
Se Pires de Lima é português, eu quero ser espanhola. Morra! Pim!...
Viva o Teatro de Marionetas.
Quando era criança, na minha cidade, o teatro de marionetas parava na minha rua para atuar. Eu via-os da minha janela de 1º andar. A perspectiva era uma outra de quando os via na praia. De cima. As manipulações, as mudanças rápidas de bonecos nas duas mãos do seu manipulador, deixavam-me louca de entusiasmo, mais admirada ainda, quando descobri que o artista era cego.
No fim, acontecia sempre o mesmo. Gritava da minha janela : -
Ó senhor Roberto , tome lá cinco tostõezinhos...
Esta cena de chamar da janela, fazia as delícias da família, assim como uma outra situação. Quando a sirene dos bombeiros tocava, os grandes e valorosos Bombeiros Voluntários, que eram ali perto, largavam o trabalho e aceleravam os pedais da bicicleta para apagar o fogo. E eu, mais uma vez do meu 1º andar, quando os via curvar, gritava :
- Ó senhor bombeiro, onde é que é o fogo?
Claro que, tinha que sair de casa, pois as crianças facilmente andavam pela rua, e ir ao quartel saber o local do "crime"...
Quando era criança, na minha cidade, o teatro de marionetas parava na minha rua para atuar. Eu via-os da minha janela de 1º andar. A perspectiva era uma outra de quando os via na praia. De cima. As manipulações, as mudanças rápidas de bonecos nas duas mãos do seu manipulador, deixavam-me louca de entusiasmo, mais admirada ainda, quando descobri que o artista era cego.
No fim, acontecia sempre o mesmo. Gritava da minha janela : -
Ó senhor Roberto , tome lá cinco tostõezinhos...
Esta cena de chamar da janela, fazia as delícias da família, assim como uma outra situação. Quando a sirene dos bombeiros tocava, os grandes e valorosos Bombeiros Voluntários, que eram ali perto, largavam o trabalho e aceleravam os pedais da bicicleta para apagar o fogo. E eu, mais uma vez do meu 1º andar, quando os via curvar, gritava :
- Ó senhor bombeiro, onde é que é o fogo?
Claro que, tinha que sair de casa, pois as crianças facilmente andavam pela rua, e ir ao quartel saber o local do "crime"...
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
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