segunda-feira, 16 de novembro de 2015

olhares, os meus... (1)


O medo...

Assim é o "medo" em todas as circunstâncias da vida. Por isso, aos poucos, muitos vão morrendo de medo e ao mesmo tempo matando os seus sonhos. 


“O medo, o medo
verdadeiro, é um delírio furioso.
De todas as loucuras de que somos
capazes, o medo é a mais cruel.
Nada iguala o seu vigor, nada pode
suster o seu choque. A cólera, que
se lhe assemelha, não passa de
um sentimento passageiro, uma
brusca dissipação das forças da
alma. Para mais é cega. O medo, ao
contrário, desde que se ultrapasse
a primeira angústia, forma com
o ódio um dos mais estáveis
compostos psicológicos que há.”

Citando, Georges Bernanos

domingo, 8 de novembro de 2015

Momentos de ouro...



Nelson Mota
De Óbidos , depois de um encontro feliz com Nelson Mota, um letrista e não só, da música brasileira, eis que o CD atravessou do Atlântico Sul para o do Norte. 
Momentos de ouro.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

"cogumelar", pode ser um verbo, não?

Não é só MEC que inventa verbos , como "cadilhar", "entaveirar"," triturar", mas pode -nos levar , por imitação , para ler sobre o outono e cogumelos, a criar  a verborreica palavra , "cogumelar". AQUI

(IMAGEM COPIADA HÁ TEMPOS DO fb, MAS NÃO LEMBRO A ORIGEM, MAS PENSO QUE SÃO COGUMELOS NA REGIÃO DA SERRA DA ESTRELA. QUE ME DESCULPE O SEU AUTOR POR TER ESQUECIDO A PROVENIÊNCIA)

"insustentável leveza do ser", memórias

Departure, 1879, de Henry Bacon


"Os amores são como os impérios: desaparecendo a idéia sobre a qual foram construídos, morrem junto com ela."

Milan Kundera, em a Insustentável Leveza do ser

terça-feira, 3 de novembro de 2015

é uma frase batida, mas...

Vincent Van Gogh

“A vida já é curta, mas nós tornamo-la ainda mais curta, desperdiçando tempo” Victor Hugo (1802-1885), poeta, dramaturgo e político francês
(escrito na pedra, jornal Público)
Mas, a vida não é "en rose".

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

domingo, 1 de novembro de 2015

Poema de Finados

Óleo de Vincent Van gog
POEMA DE FINADOS

Amanhã que é dia dos mortos
Vai ao cemitério. Vai
E procura entre as sepulturas
A sepultura de meu pai.

Leva três rosas bem bonitas.
Ajoelha e reza uma oração.
Não pelo pai, mas pelo filho:
O filho tem mais precisão.

O que resta de mim na vida
É a amargura do que sofri.
Pois nada quero, nada espero.
E em verdade estou morto ali.

© MANUEL BANDEIRA
In Libertinagem, 1930