segunda-feira, 16 de novembro de 2015
O medo...
Assim é o "medo" em todas as circunstâncias da vida. Por isso, aos poucos, muitos vão morrendo de medo e ao mesmo tempo matando os seus sonhos.
“O medo, o medo
verdadeiro, é um delírio furioso.
De todas as loucuras de que somos
capazes, o medo é a mais cruel.
Nada iguala o seu vigor, nada pode
suster o seu choque. A cólera, que
se lhe assemelha, não passa de
um sentimento passageiro, uma
brusca dissipação das forças da
alma. Para mais é cega. O medo, ao
contrário, desde que se ultrapasse
a primeira angústia, forma com
o ódio um dos mais estáveis
compostos psicológicos que há.”
Citando, Georges Bernanos
“O medo, o medo
verdadeiro, é um delírio furioso.
De todas as loucuras de que somos
capazes, o medo é a mais cruel.
Nada iguala o seu vigor, nada pode
suster o seu choque. A cólera, que
se lhe assemelha, não passa de
um sentimento passageiro, uma
brusca dissipação das forças da
alma. Para mais é cega. O medo, ao
contrário, desde que se ultrapasse
a primeira angústia, forma com
o ódio um dos mais estáveis
compostos psicológicos que há.”
sábado, 14 de novembro de 2015
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
olhei para ontem... vi e ouvi, e, como diria Millôr, "pode crer, que cego é aquele que tudo quer ver"
terça-feira, 10 de novembro de 2015
façamos do dia de hoje um poema
![]() |
Ta Thi Thanh Tam .” “Houve um filósofo que deixou aos infelizes esta máxima: Se a tua dor te aflige, faz dela um poema" Eça de Queiróz |
domingo, 8 de novembro de 2015
Momentos de ouro...
sábado, 7 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
"cogumelar", pode ser um verbo, não?
Não é só MEC que inventa verbos , como "cadilhar", "entaveirar"," triturar", mas pode -nos levar , por imitação , para ler sobre o outono e cogumelos, a criar a verborreica palavra , "cogumelar". AQUI
(IMAGEM COPIADA HÁ TEMPOS DO fb, MAS NÃO LEMBRO A ORIGEM, MAS PENSO QUE SÃO COGUMELOS NA REGIÃO DA SERRA DA ESTRELA. QUE ME DESCULPE O SEU AUTOR POR TER ESQUECIDO A PROVENIÊNCIA)
(IMAGEM COPIADA HÁ TEMPOS DO fb, MAS NÃO LEMBRO A ORIGEM, MAS PENSO QUE SÃO COGUMELOS NA REGIÃO DA SERRA DA ESTRELA. QUE ME DESCULPE O SEU AUTOR POR TER ESQUECIDO A PROVENIÊNCIA)
"insustentável leveza do ser", memórias
terça-feira, 3 de novembro de 2015
é uma frase batida, mas...
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Fonseca e Costa, na história do cinema português, jamais será esquecido (1933.2015)
domingo, 1 de novembro de 2015
Poema de Finados
![]() |
Óleo de Vincent Van gog |
POEMA DE FINADOS
Amanhã que é dia dos mortos
Vai ao cemitério. Vai
E procura entre as sepulturas
A sepultura de meu pai.
Leva três rosas bem bonitas.
Ajoelha e reza uma oração.
Não pelo pai, mas pelo filho:
O filho tem mais precisão.
O que resta de mim na vida
É a amargura do que sofri.
Pois nada quero, nada espero.
E em verdade estou morto ali.
Vai ao cemitério. Vai
E procura entre as sepulturas
A sepultura de meu pai.
Leva três rosas bem bonitas.
Ajoelha e reza uma oração.
Não pelo pai, mas pelo filho:
O filho tem mais precisão.
O que resta de mim na vida
É a amargura do que sofri.
Pois nada quero, nada espero.
E em verdade estou morto ali.
© MANUEL BANDEIRA
In Libertinagem, 1930
In Libertinagem, 1930
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