sábado, 2 de julho de 2016

Alvin Toffler, 1924-2016

IDEIAS DE ALVIN TOFFLER

Alvin Toffler acreditava que havia uma sobrecarga de informações devido ao aumento das tecnologias e que isso impactava diretamente no cotidiano das pessoas. Foi ele que criou o termo "sobrecarga informativa", onde dizia que há muitas informações para serem processadas em um período de tempo muito pequeno.
A sobrecarga informativa era o tema mais defendido por Toffler desde o início de sua carreira, atribuindo este fenómeno a um grande stress da população que gera um problema social.
O sucesso de suas ideias é que Toffler teve a capacidade de prever que todas as pessoas seriam dominadas pela tecnologia e teriam um computador em casa.
Da mesma forma que continua com suas previsões futuristas, Alvin Toffler acredita que em um futuro próximo seremos vigiados por câmeras constantemente, sendo totalmente dominados pela tecnologia.
Em algumas entrevistas dadas a Revista Veja, Toffler ainda afirma que a agricultura do futuro irá focar na tecnologia para melhoria da qualidade dos alimentos, podendo produzir cada vez mais produtos bons a baixo custo, sendo possível até diminuir a miséria do mundo através de uma alimentação mais saudável e barata. Porém ele afirma que nada disso será possível sem educação.
De modo geral, suas ideias analisam as tecnologias atuais para prever as que ainda virão e, ironicamente, ele acertou quase todas as previsões futuristas apresentadas em seus livros, artigos e palestras.

pesquisa Google, in Portal de Gestão

quinta-feira, 30 de junho de 2016

leituras breves... , mas profundas

ESCRITO
NA PEDRA
“Os jogos infantis são graves ocupações. Apenas os adultos
brincam” Henri Barbusse (1873-1935), escritor francês

Jornal Público de hoje.


(uma das faces do berço de família)

segunda-feira, 27 de junho de 2016

quarta-feira, 22 de junho de 2016

que ganhe. que ganhe Portugal. Nestes dias tento também entusiasmar-me....


com o jogo que há uns 40 anos eu pensava ser só de e para homens.... Por aqui, a paridade aumentou substancialmente. 
Nestas alturas,  tento sempre compreender "a dança"...  Afinal são só 90minutos... Mas, depois passa-me. E, daqui a 4 anos há mais. 
E, vem-me à memória , o euro de 2004, a forma como o vivi, em Bruxelas, de preferência na Place du Lexemboug, a do Parlamento Europeu, na já mistura fina europeia a pulsar de entusiasmo  e gritaria. Viver um euro quando se vive e trabalha fora, e eu não era emigrante , mas trabalhadora do ensino por vontade própria, tem uma emoção infinita, com o nome de SAUDADE, ou  a defesa de "cria" que é nossa. 
Aconteceu....

segunda-feira, 20 de junho de 2016

leituras breves, mas profundas... Vida

...

é a vida, vulnerável, tremulamente riscada e tenazmente arriscada na vontade de a compreender e manter firme, nesse hirto virtuoso, assaz curioso, a dar ares de poderoso. Entre-o-pode-e-não-pode, o tem-te e não-caias, raia a imensidão incerta, no trémulo pontão e serena escuridão, que não deixa perceber se é para andar, se é para ficar, para cair ou erguer. E assim, por entre os pingos da chuva, rompemos e permanecemos na caminhada alada. Umas tantas vezes no fio da navalha, por onde calha, a suster portes, a pedir sortes, e fracos ou fortes, gemendo e rogando, andando, tentando não cair até ao fim de um caminho encurtado.

Do livro, ESTRANHOS DIAS À JANELA, EXCERTO DO CONTO "VULNERABILIDADES", de Mário Jorge 
Branquinho

Pintura sobre acrílico, autor desconhecido, "A àrvore da Vida"

sábado, 18 de junho de 2016

bom fim de semana... e, os versos prometidos

Jose de Alamada Negreiros, desenho

Pois tudo era memória, acontecia
há muitos anos, e quem se lembrava
era também memória que passava,
um rosto que entre os outros rostos se perdia.

Manuel António Pina, Numa Estação de Metro

sexta-feira, 17 de junho de 2016

amanhã já são 18, dia de ir para a rua defender a querida Escola Pública

(imagem  e texto surripiados ao Jornal on-line, Tornado) AQUI
O economista Eugénio Rosa analisou o financiamento do ensino privado nos últimos 15 anos e concluiu que o Estado gastou, nesse período, perto de 4,5 mil milhões de euros a financiar o ensino básico e secundário privado

quinta-feira, 16 de junho de 2016

"o futuro era brilhante",era, seria, mas nem sempre é...

Cinema, O QUE ESTÁ POR VIR, AQUI.

"Encontros Imaginários", na Barraca, grupo de teatro, dia 20


Marco António foi um célebre militar e político romano da fase final da República, com vida agitada  em combates e traições e que terminou com suicídio ao lado da sua paixão, Cleópatra. Será interpretado pelo cronista Alfredo Barroso. Maria do Céu Guerra, actriz e encenadora, recordará a bela activista da resistência anti –nazi e actriz Francesa Simone Signoret .Federico García Lorca poeta e dramaturgo espanhol criou o grupo de teatro chamado La Barraca e foi  uma das primeiras vítimas da Guerra Civil Espanhola. Será interpretado por Hélder Costa, dramaturgo e encenador.